terça-feira, 31 de maio de 2011

Sabatina


Sabatina
, segundo a Wikipédia e diversos dicionários, é:
- um termo usado como um teste de conhecimento das lições da semana em um dia de sábado
,
- a revisão de matéria, feita, normalmente, sob forma de argüição oral, individual, pelo professor.

- teste ou prova para avaliar o aproveitamentos dos alunos.

A cada dia sempre temos que passar nas sabatinas da vida.

Encarar aquele momento da verdade, em que os bons se separam dos não tão bons, aonde em questões de segundos você tem que provar à que veio, que sabe, que tem domínio, que conhece, que vale o posto que ocupa!

Antigamente, nos tempos da minha avó, os alunos com aproveitamento ruim na sabatina enfrentavam a palmatória.

Minha tia conta que no colégio em que ela estudava os alunos passavam pela cerimônia de ajoelhar no milho.

Eu sou do tempo de decorar a taboada.

De ensaiar os tempos verbais, os antônimos, os plurais,etc.

De saber de cor todos os fatos históricos, todas as datas relevantes, todas as capitais do Brasil e do mundo, vegetação, relevo e clima!!!! E aí de mim se na hora de ter o "ponto" tomado, não soubesse a lição! O castigo era certo!

E passamos por isso ...

Na escola, ...

No vestibular,...

No mestrado,...

No programa de estágio,..

No programa de trainee,..

Nas entrevistas de emprego,...

Nas manutenções do seu cargo,...

Nas preservações do seu emprego,..

Nos assessments executivos,...

Todo profissional:

-precisa defender seu território todos os dias,

-deve preservar seu contra-cheque todos os dias,

-deve se manter informado, ter conteúdo,

-precisa estar atualizado sobre todos os aspectos da sua carreira, do seu negócio, da sua empresa

-tem que conhecer profundamente sua área de responsabilidade,

-tem a obrigação de ter notório saber sobre seus processos de negócio,

-deve tomar decisões com propriedade e responder por elas,

-deve formar sucessores,

-precisa ser hábil em negociação e em exposição de seu potencial;

Qualquer profissional que não se aperfeiçoa, que já se julga realizado na vida, que pára no tempo, que não investe em treinamentos, mestrados, MBAs, cursos de especialização, pesquisas, congressos, seminários, não se mantém na crista da onda, não está preparado para as "sabatinas" da vida corporativa.

E vocês?

E vocês pessoas: líderes, gestores, estagiários, trainees, executivos, professores, estudantes, diretores, secretárias, etc...

Neste dia 31 de um mês de maio, o quinto mês do ano de 2011, olhem para trás e façam um exame desse mês que está terminando, dos últimos 5 meses desse ano...

O que vocês fizeram para melhorar o seu desempenho profissional ?

Para evoluir?

Para melhorar a sua vida?

Para crescer na sua carreira?

Para estar bem consigo mesmo?

Para passar nas "sabatinas da vida"?

Que tal conferirmos o que foi feito, o que se sabe, o quanto se está preparado para o Jogo da Vida?

segunda-feira, 30 de maio de 2011

In x Out






In competente


In eficiente



In eficaz


Im produtiva


In disciplinada



In coerente



In sensível



In constante



Im pertinente



In solente



In delicada



Im perfeita



In tolerante



In compreensiva



Dessas eu estou absolutamente OUT !!!!


In dignada


In cansável


In conformada


In comodada


In dispensável (ou quase isso!)



Nessas sim, sou de verdade IN !!!!


e você, em quais se encaixa??

domingo, 29 de maio de 2011

Desafio Cultural!!

Recebi um desafio cultural da querida amiga portuguesa Mafalda, do blog http://manualdafelicidade.blogspot.com// , blog para mim de leitura indispensável e que aconselho a visitar.

O desafio tem a ver com livros, ou seja... tem tudo a ver comigo e com o que mais gosto de fazer...ler!!!.

Aqui vai:



1- Existe um livro que leias e releias várias vezes?
Existem 2 - um corporativo, outro existencial:
A Arte da Guerra - Sun Tzu
A Última Grande Lição - O Sentido da Vida - Mitch Albom

2 - Existe algum livro que começaste a ler, paraste, recomeçaste, tentaste e nunca conseguiste ler até ao fim?
A Harmonia no Conflito-A arte da estratégia de Sun Tzu - Carlos Lima Silva .
Uma das interpretações da Arte da Guerra. É um livro muito, mas muito grande, e sempre leio por partes.

3 - Se escolhesses um livro para o resto da tua vida, qual seria ele?
Um livro para o resto da vida seria uma escolha bem difícil, se fosse somente um, acho que levaria um livro de Chico Xavier, talvez Nosso Lar. Pois ,se essa escolha se tornasse necessária, alguma catástrofe me teria atingido e, precisaria me lembrar, que há outras vidas, depois dessa!

4 - Que livro gostarias de ter lido, mas que por algum motivo nunca leste?
Como a Mafalda, que me presenteou com esse desafio, eu também tenho uma lista, ou melhor duas:
-tenho uma pilha de uns 50 livros já adquiridos, "a ler", que estou ansiosíssima para começar cada um deles;
-e uma relação, que após esse desafio já aumentou, que é a relação de livros a adquirir;

Mas citando um em específico, não um título mais um autor, estou curiosa pelos livros do Nicholas Sparks, que estão na pilha "a ler";

5 - Que livro cuja "cena final" jamais conseguiste esquecer?
Romeu e Julieta - Shakespeare.

6 - Tinhas o hábito de ler quando eras criança? Se lias, qual era o tipo de leitura?
O vício pela leitura começou aos 8 anos!
Papai sempre chegava em casa com gibis da Disney e, depois, mais tarde, com livros dos Hard Boys Detetives ou Clássicos da Literatura Infanto-Juvenil.
Devorava os livros!!
Depois, fiz toda a Coleção de Monteiro Lobato, que hoje com orgulho minhas filhas levaram para a escola como raridades, os exemplares originais dos anos 60.
E ainda bem que nunca me curei desse vício da leitura e já contagiei minhas duas filhas!!!
Elas são "bookholics"

7 - Qual o livro que achaste chato mas ainda assim leste até ao fim?
Porquê?
Cem anos de Solidão - Gabriel Garcia Marques, tinha que fazer uma prova a respeito desse livro.

8 - Indica alguns dos teus livros preferidos:
-A minha atual paixão - Série Mortal de J.D. Robbs(Norah Roberts);
-Todos da Martha Medeiros;
-Todos da Stephenie Meyer;
-A carícia essencial - Roberto Shinyashiki, este e outros;
-A Última Grande Lição - O Sentido da Vida - Mitch Albom;
-"O Código Da Vinci" de Dan Brown;
-Todos de Paulo Coelho;
-Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes -Stephen Covey(corporativo);
-O ritmo da vida -Matthew Kelly (corporativo);
-Mulheres de Sucesso - Stefi Maerker;
-O Homem que calculava - Malba Tahan - que me fez escolher a matemática como formação!
Adoro ler e pronto!

Indica 10 blogs para o desafio literário:
1 -Chris do http://inventandocomamamae.blogspot.com//
2 -Mendes do http://pontoderecarga.blogspot.com//
3 -Glorinha do http://cafecomglorinha.blogspot.com//
4-Verinha do http://verinha-pensamentosesentimentos.blogspot.com/
5-Meire do http://crystalvisionsmeire.blogspot.com/
6
-An@ do http://anaguedes-desabafos.blogspot.com/

7-
Malu do http://tudoepossivel-infinitoparticular.blogspot.com//
8-
Helena do http://diaadiacorridinho.blogspot.com//
9-
Luciana do http://terapiapraque.blogspot.com//
10-
Zélia do http://zeliacunhapintandopoesia.blogspot.com/


Em excelente desafio para todas!!!!

sábado, 28 de maio de 2011

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Como manter amizades aquecidas


Segue entrevista da Psicóloga Carine Eleutério à revista Ponto Light sobre amizade

"Em meio a trabalho, família, cuidados com a casa e compromissos pessoais, os amigos acabam ficando de lado e reclamam da sua ausência.

"Justamente por saber que eles não vão nos abandonar, deixamos de mostrar o quanto aquela presença é importante", afirma a psicóloga Carine Eleutério.

Essa verdade, no entanto, não impede que pessoas queridas fiquem magoadas com a sua distância e, mais tarde, se queixem.

Para evitar problemas como este, a especialista oferece sete dicas capazes de manter as amizades aquecidas mesmo nos momentos de maior correria.

1-Use as redes sociais:


As redes como Orkut e Facebook, além do prático e-mail, ajudam a manter contato com os novos e velhos amigos.

Vale escrever para expressar saudade, para contar como têm sido seus dias ou para sugerir um encontro dali a um tempo.

"A preocupação em dar notícias, por si, já é importante.

Mesmo que vocês não combinem nenhum programa, já valeu a aproximação", afirma a especialista.

2- Reúna os amigos novos aos velhos:

A rotina, muitas vezes, afasta pessoas queridas.

O novo emprego, o endereço distante ou um curso noturno são alguns dos obstáculos para pre- servar relações.

"Renovar as amizades é importante e enriquece nossas experiências, mas não devemos deixar de lado os laços de quem esteve presente em outros momentos da nossa trajetória", afirma a psicóloga.

Uma solução simples é juntar os amigos velhos com os novos, num mesmo encontro.

"Isso mostra a eles que tê-los por perto é importante e incentiva outras pessoas a pensarem em alternativas capazes de conciliar as agendas", conta Carine.

3- Eleja um dia dedicado aos amigos:

Seja todo sábado ou um dia no mês, o compromisso na agenda facilita o planejamento.

O "qualquer dia desses" cede espaço a uma data marcada, nem que seja para tomar um café da manhã na padaria ou fazer um lanche.

Mais do que o lugar, a conversa é o que vale.

4- Dê presentes fora de hora:


Presente agrada em dias especiais, imagine então de surpresa?

Aquela lembrancinha que você viu numa loja e fez lembrar um amigo é o que surpreende nesses momentos.

"Dessa forma você mostra que presta atenção nas pessoas e que elas são importantes no seu cotidiano, é uma forma de demonstrar carinho", explica Carine.

5- Vá a apresentações ou eventos organizados por seus amigos:



Se você tem aquele amigo artista, que atua em peças de teatro ou prepara exposições, que tal prestigiá-lo?

Há quem tenha grande prazer em organizar eventos e, para essas pessoas, a sua presença é uma das melhores maneiras de demonstrar afeto.

"Isso prova que, independente dos seus interesses pessoais, há um tempo especialmente dedicado à amizade".

6- Mande um SMS:


Usar o celular durante o expediente é proibido em muitas empresas, o que atrapalha o contato.

Nesses casos, as mensagens ganharam efeito dominó.

Sem dúvida seus amigos vão entender e ficarão felizes em comemorar com você por mensagem no celular como uma alternativa ao telefonema ou às redes sociais.

Se a intenção é só dizer que está com saudades e mandar lembranças, um texto curtinho por telefone é alternativa prática e bem barata.

7- Faça visitas:

Quando eleger um dia fixo para os amigos não é viável ou usar somente as redes sociais está ficando chato, uma opção é retornar aos modelos tradicionais.

E uma passadinha na casa dos seus amigos, sem pretensão nenhuma a não ser dar um abraço, agrada e reafirma a importância daquela relação.

Outra saída é convidar pequenos grupos para a sua casa - o número reduzido de pessoas é necessário para que vocês, realmente, consigam conversar.

São convites simples, que mostram o quanto aquelas pessoas fazem parte do seu dia a dia, e não somente de datas especiais com marca no calendário", afirma a especialista.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Você sabe para onde vai?

Se um líder não sabe para aonde está indo,
não o siga.




Se você não sabe para aonde está indo,

não leve ninguém contigo


Eduardo Cupaiolo.
PeopleSide - Human & Organizational Development.
tipstothink@peopleside.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Elogio



Estudos recentes mostram que,

assim como dizer “Bom dia”,

os elogios podem fazer a diferença entre um ambiente de trabalho criativo e outro não.

Não tem quem não goste: de um elogio.

Hoje já se sabe que o efeito é transformador e muda o comportamento.

Algumas empresas já perceberam isso.

Uma pesquisa inglesa comprovou: nas empresas onde o elogio é incentivado, o ambiente de trabalho melhora e até a produção aumenta.

No Brasil, a idéia começa a ser discutida.

Uma frase curta tem poderes mágicos: “Bom dia”.

Os especialistas em recursos humanos dizem que o cumprimento não é só formalidade, mas o primeiro passo para um bom trabalho de equipe.

“Se é confortável, até sua produtividade fica mais evidente.

Você se sente confortável para ter idéias e levá-las às pessoas, porque você percebe que o ambiente é amistoso”, explica a consultora de recursos humanos Regina Gonçalves.

Estudos recentes mostram que, assim como o “Bom dia”, os elogios podem fazer a diferença entre um ambiente de trabalho criativo e outro não.

Uma pesquisa feita na Inglaterra mostrou que elogiar o esforço costuma dar melhores resultados do que enaltecer outras qualidades como a inteligência, a beleza ou a formação de uma pessoa.

Mas, para dar certo de verdade, o elogio precisa ser sincero e de preferência não vir da avaliação de uma pessoa só, no caso o chefe.

Bom é quando ele expressa a opinião do grupo.

“O elogio bem feito diz para a equipe o que o chefe ou aquela organização quer das pessoas.

Uma pessoa sem receber crítica ou sem receber elogio é uma pessoa sem rumo dentro da organização.

Ela não sabe se está fazendo o trabalho dela bem feito, não sabe se é aquilo que a empresa espera dela”, reforça Dimas Facioli, especialista em RH.

Estudantes de Franca, no interior de São Paulo, pintaram a cara e saíram às ruas para pedir que as pessoas elogiem mais.

Aonde chegam os alunos começam uma corrente de elogios.

O resultado é surpreendente.

A vendedora Ida Oliveira adorou: “Deixa a gente mais alegre”.

O motivo fica claro na hora, e a chefe admite: “No meu dia a dia eu costumo criticar mais, infelizmente”.

Uma dica para os chefes: critique em particular, elogie em público, mas sempre com critério.

Quando junto, o elogio é, antes de tudo, uma ferramenta a serviço de um bom líder.

“A pessoa se defende toda vez que é criticada.

Mas toda vez que é elogiada, ela vai zelar cada vez por aquilo para se mostrar melhor”, diz a psicóloga Andrea Richinho Cruz.

“O funcionário toma uma iniciativa na qual ele sabe que ele agiu, mas ele nem esperava tanto aquele elogio.

Aquela é a hora certa, principalmente quando ele está um pouco desmotivado, quando ele está meio triste.

Aí você o traz para você e elogia.

É igual a um casamento.

Você está longe da esposa há muito tempo, você vê que ela está triste e traz um elogio para ela ficar feliz e alegre.

Na empresa dá certo, sem sombra de dúvida”, compara o gerente de loja Rogério Peixoto.

Para os especialistas, o elogio nunca foi hábito na cultura empresarial brasileira.

Por isso, o reconhecimento pelo trabalho bem feito é tão difícil.

Reportagem da manhã do última dia 20/05/11 do Jornal Bom Dia Brasil da Rede Globo de TV.

Tenha um ótimo dia!

terça-feira, 24 de maio de 2011

9 meses!


Projetando Pessoas faz 9 meses de existência no Mês de Maio, Mês de Maria, Mês de N S de Fátima, Mês das Mães!

Como os passos de uma gestação, como as etapas de desenvolvimento de um feto, o blog foi evoluindo, foi começando a ser percebido, foi se desenvolvendo e amadurecendo!

Que após nove meses de existência, o Projetando Pessoas já esteja se concretizando como blog com a mesma intensidade que o nascimento de um filho é para uma mãe!


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Que o Projetando Pessoas receba as melhores bénçãos como uma criança que é abençoada ao nascer!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Mulheres lidam melhor com stress no trabalho!


Resgatei num site que visito com certa frequência uma matéria bem atual e verdadeira de Juliana Falcão, segue o texto:

"Dar atenção aos filhos, ser boa esposa, arrasar no mercado de trabalho...

Essa versatilidade está mexendo e muito com os aspectos físicos e psicológicos das mulheres.

Segundo pesquisa realizada pela ISMA-BR (International Stress Management Association), entidade que estuda o estresse e suas formas de prevenção, as mulheres estão sobrecarregadas de trabalho, sendo uma das principais causas do estresse que atinge 94% delas.

"Acredito que a mulher precisa estabelecer limites.

Só assim ela poderá encontrar tempo para ela e realizar atividades que lhe dão prazer.

Aprender a dizer ‘não’ é outra habilidade que a mulher precisa desenvolver.

Ela sempre quer fazer tudo para todo mundo", comenta Ana Maria Rossi, presidente da associação.

Para Ana Maria, mulheres que trabalham no setor financeiro, de telemarketing ou que não estão em suas áreas de atuação estão mais sujeitas ao estresse.

"A raiz desse mal é a sobrecarga de trabalho.

A mulher pensa que precisa fazer tudo o que aparece pela frente para provar sua competência, na ânsia de mostrar que pode tanto quanto os homens", comenta.

"Além disso, cumprem diariamente uma dupla jornada, que inclui os afazeres domésticos."

Por outro lado, a pesquisa também revelou que o público masculino não quer comprovar sua eficiência e considera outros aspectos como estressantes, entre eles, as chances de se manter na empresa e de receber promoções.

"Estes fatores causam preocupação em 91% dos homens", diz a presidente.

Outro fato importante é que a mulher tem habilidade de se envolver em várias atividades diferentes e apresenta mais riscos de problemas de saúde quando não recebe o tão esperado reconhecimento.

"Curiosamente, elas têm mais responsabilidade do que os homens e apresentam dificuldades na hora de delegar tarefas.

Ao mesmo tempo, os estudos comprovaram que o homem morre sete anos antes do que a mulher e passa mais tempo internado por problemas crônicos", comenta Ana Maria.


Mesmo com todas estas diferenças, a pesquisa da ISMA-BR comprovou ainda que, apesar de a mulher sofrer mais de estresse, ela lida melhor com a situação por quatro motivos:

1) Elas têm mais facilidade para verbalizar suas emoções, enquanto o homem tende a engarrafá-las.

2) Elas têm maior consciência das suas condições físicas e emocionais, buscando ajuda logo nos primeiros sinais do sintoma.

Já o homem vai ao médico 35 vezes menos do que a mulher e quando procura o especialista, o caso já virou doença.

3) Por conta da gravidez, a mulher tende a praticar mais atividades de relaxamento.

É algo instintivo.

4) E, por último, a mulher tem mais fé e não tem vergonha de assumi-la.

Com isso, se sente mais amparada e apresenta melhor qualidade de vida.

O homem, por sua vez, acha que não precisa disso, que ele se basta.


Por Juliana Falcão (MBPress)

http://vilamulher.terra.com.br/mulheres-lidam-melhor-com-o-estresse-5-1-37-601.html

domingo, 22 de maio de 2011

Jogo da vida




"Os campeões se transformam.



São mutantes.



Sabem que, para continuar no pódio,

precisam estar em constante mutação.



Quando as coisas não estão acontecendo

como o planejado,



eles sabem virar o jogo da vida."


Roberto Shinyashiki

sábado, 21 de maio de 2011

Stress no Trabalho

O problema de stress no trabalho atinge o mundo inteiro em diferentes níveis, alarmando cada vez mais os profissionais de saúde.

Uma pesquisa publicada na Grã-Bretanha mostra que o stress leva os empregados de empresas a faltarem cada vez mais ao trabalho, ou seja, quanto maior o nível de stress, maior a tendência de faltas no trabalho.

O stress costuma ser mais intenso entre pessoas na faixa etária de 35 a 44 anos. O problema aumenta ainda mais entre pessoas que permanecem no mesmo emprego por muito tempo, dado que atividades continuadas e sem mudanças ou desafios costumam aumentar o nível de stress.

Os mais estressados na Grã-Bretanha estão na enfermagem e no magistério. A pesquisa recomenda que os gerentes das empresas “elogiem e recompensem” seus funcionários ao invés de puni-los, para que o estresse no ambiente de trabalho diminua.

Outra pesquisa, realizada pela Fundação Britânica para o Coração – British Heart Foundation – mostra que o risco de doenças cardíacas é maior do que se esperava para as mulheres que levam vida sedentária. O estresse no trabalho, a depressão e a falta de alimentação adequada são os principais fatores que levam a ataques cardíacos.

De acordo com a Fundação, o estresse no trabalho – que afeta pelo menos um terço dos homens e mulheres – e a depressão podem prejudicar o coração, mas muita gente acaba piorando as coisas ao tentar buscar alívio. “Fumar, consumir bebidas alcoólicas, alimentos gordurosos, e passatempos como assistir à TV, infelizmente são fatores de risco que podem aumentar maciçamente o risco de problemas cardíacos”, disse o Professor Andrew Stepped, indicado pela Fundação Britânica do Coração para participar do estudo.

“Ficar se apressando para ir ao trabalho no dia a dia não é suficiente. Não é que as pessoas têm que começar a jogar squash imediatamente. Ir a pé de casa até a estação de trem e voltar de novo pra casa a pé podem dar às pessoas a meia hora de exercício físico diário de que elas precisam”, disse uma porta-voz da Fundação.

Uma rotina de trabalho estressante pode ser a causa da dor nas costas de muitas pessoas. Um estudo da Universidade do Estado de Ohio mostra que as pessoas estressadas acabam usando os músculos errados na hora de pegar objetos.

Como é possível observar, são muitas as razões para ter cuidados especiais com a saúde, buscando amenizar os efeitos do stress no ambiente de trabalho, stress este que algumas vezes se mostra inevitável. Ele é um dos motivos que levam as empresas a contratar psicólogos para tornar o ambiente de trabalho menos hostil, e, portanto, menos estressante.

Carine Eleutério – Psicóloga CRP 06074/11

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Eu não mato o trabalho, o trabalho é que me mata!




Selecionei um texto de Cristiane Segatto que faz pensar sobre o peso de cada trabalho em nossas vidas e o que se faz para se manter o emprego e a remuneração!


É o tipo de matéria que sempre faremos associações com algum caso de alguém que conhecemos!

"Adoro camisetas dessas que trazem frases sintéticas que são verdadeiros manifestos.

Elas vão direto ao ponto, gritam mensagens e sentimentos que grudam nos nossos neurônios feito chiclete.

O equivalente moderno desse meio de comunicação rebelde é o Twitter.

No espaço de poucos caracteres alguém esperneia, berra, reflete com inteligência e bom humor.

O mundo lê e se identifica.

Assim como os bons tweets, algumas camisetas são simplesmente geniais.

Há alguns meses entrei com a minha filha numa loja moderninha instalada no espaço estreito que já foi uma garagem.

Uma camiseta trazia a estampa de uma lousa com giz e apagador.

No quadro negro, a frase:

“Não mato aula. A aula é que me mata”.


A frase é das boas: politicamente incorreta e instigante.

Por mais que eu considere a educação um patrimônio gigantesco e um valor fundamental é preciso reconhecer que o processo de aprendizagem é doloroso.

Na maioria das vezes, ser aluno dói.

É ser obrigado a cumprir uma rotina que não escolhemos, a aprender conteúdos que parecem inúteis e são esquecidos tão logo o bimestre acaba e a encarar chateações de todo tipo.

O desabafo da camiseta faz ainda mais sentido para as crianças da geração da minha filha do que faria para mim quando eu tinha os 10 anos dela.

Algumas escolas e professores até que se esforçam, mas, na maior parte dos casos, as aulas são maçantes para a geração que já nasceu digital.

O mundo mudou, mas o script da vida escolar continua praticamente o mesmo: lousa, apagador, alunos sentados, professor em pé, ouvir, escrever, fazer lição de casa.

Para muitos alunos, escola é o próprio tédio.

Esses garotos não matam aula.

Estão lá.

De corpo presente, mas dispersos.

É a aula que os mata.

Fiquei pensando em que medida esse sentimento (de estar presente, mas incomodado ou infeliz) nos persegue desde a escola até a vida adulta, quando entramos no mercado de trabalho.

Se o trabalho é fonte de tristeza, que danos emocionais pode causar?

Lembrei de alguém que poderia me dar boas pistas.

No final do ano passado, assisti em Fortaleza a uma palestra do psiquiatra Duílio Antero de Camargo, durante o Congresso da Associação Brasileira de Psiquiatria. Depois de conversar com ele nesta semana, fiquei convencida de que grande parte dos trabalhadores (talvez a maioria) tem vontade de gritar: “Não mato o trabalho. O trabalho é que me mata”. Se esse é o seu caso, mãos ao Twitter.

Um dos campos de pesquisa de Duílio é o presenteísmo.

Esse é um termo que significa “estar presente no trabalho, mas com um sintoma leve de alguma doença ou distúrbio”.

A pessoa não falta, mas trabalha doente.

Não é só o trabalhador que perde com isso.

A empresa também perde.

“Pesquisas realizadas nos Estados Unidos demonstram que as perdas de produtividade por depressão e dores sofridas por trabalhadores que não faltam ao trabalho superam as perdas de produtividade derivadas do absentesísmo”, diz Camargo.

Ele é um dos especialistas do setor de psiquiatria do trabalho do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

O presenteísmo é um problema conhecido pelos profissionais de recursos humanos e pelos médicos do trabalho.

A maioria deles, porém, se preocupa mais com os fatores ambientais que provocam mal-estar e doenças: ergonomia, calor, segurança do trabalho etc.

Duílio decidiu investigar um campo pouco explorado.

Ele pesquisa os problemas emocionais e os transtornos psiquiátricos originados no trabalho.

Está lançando o livro Psiquiatria ocupacional, pela Editora Atheneu.

Os transtornos mentais (entre eles, os depressivos) já são a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil.

Ficam atrás apenas dos acidentes e das lesões conhecidas como LER/Dort, o conjunto de doenças provocadas pelo esforço repetitivo.

Na região sudeste, os transtornos mentais ocupam o segundo lugar.

“A maioria das empresas trabalha com metas e impõe cobranças radicais.

A pressão exagerada por produtividade e o excesso de tensão provocam problemas emocionais que podem desencadear transtornos mentais graves”, diz Camargo.

A coisa é mais ou menos assim: o funcionário trabalha num ritmo insano, enfrenta pressões e acostuma-se a ouvir reclamações constantes da chefia em reuniões constrangedoras.

Passa anos nesse ritmo como se esse fosse o ambiente natural de sua profissão.

Não reclama, por medo de perder o emprego ou porque não quer ser considerado um fraco.

Até que um dia os problemas emocionais começam a aparecer.

Pode ficar ansioso, meio deprimido ou sentir medo.

Se isso durar um dia ou outro e não atrapalhar a vida do sujeito, significa que ele ainda não está sofrendo de uma doença psiquiátrica.

Mas se a ansiedade, a depressão e o medo perdurarem e começarem a provocar problemas físicos (taquicardia, hipertensão, dores de cabeça, insônia, por exemplo) pode ser o sinal de que um transtorno mental está instalado.

Esse é um terreno fértil para uma série de males, entre eles transtorno do pânico, depressão, transtornos do sono, síndrome de burnout (esgotamento total) etc.

Você reconhece essa descrição?

Aí no seu trabalho tem alguém que passou por isso?

Infelizmente essa é uma situação corriqueira.
...
Duílio e outros profissionais procuraram estabelecer aquilo que se chama nexo causal. Ou seja: de que forma a situação vivida no trabalho pode ter provocado o dano observado.

A depressão do sujeito foi disparada pelo chefe ou pelo casamento ruim?

Pelo assédio moral na empresa ou por sua condição sócio-econômica?

No livro, Duílio apresenta um questionário que ajuda o médico do trabalho, os psiquiatras e os peritos a fazer essa distinção.
...
Será que é tão difícil construir um ambiente profissional saudável?

É natural que o relacionamento entre chefes e subordinados seja conflituoso.

Ele envolve relações de poder e uma convivência forçada entre pessoas que não se escolheram.

Se homens e mulheres que se casam apaixonados e de livre e espontânea vontade às vezes brigam como cães e gatos, o que esperar da relação entre chefes e funcionários?

Acho que uma regra básica do bom senso deveria prevalecer: não faço aos outros aquilo que não gostaria que fizessem a mim.

Essa norma simples já seria capaz de evitar muito do desrespeito e dos danos emocionais que ouvimos por aí.
...
Há saída? Segundo Duílio, as empresas precisam ser sensibilizadas e criar programas preventivos.

Isso significa avaliar a saúde mental dos funcionários por meio de questionários e testes e ensinar as pessoas que ocupam cargos de chefia a lidar com emoções.

“Não adianta tentar mexer na base.

Quem tem o poder é que precisa aprender a lidar com gente e a zelar pela saúde mental de todos”, diz Duílio.

Os danos emocionais são especialmente perversos quando acometem os profissionais que ganham os menores salários.

Aqueles que estão indefesos, sem a menor condição de pagar uma psicoterapia ou um tratamento psiquiátrico.

Os profissionais mais qualificados têm a chance de colocar na balança as perdas e os ganhos que cada empresa oferece.

Vale a pena batalhar, se destacar, competir, suportar todas as pressões, conquistar um salário invejável -- e depois torrá-lo na terapia ou no psiquiatra?

Conheço vários profissionais, de diferentes áreas, que estão nesta situação.

E outros que ainda não procuraram ajuda, mas deveriam.


CRISTIANE SEGATTO
Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde 1998.
Escreve sobre medicina há 15 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Dinheiro motiva?


Roberto Santos, ex-Diretor de RH da Intelig, também escreveu no Vya Estelar uma matéria que fala do tema da semana que é Dinheiro x Felicidade, segue o link e depois a matéria:
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/gestaopessoal_felicidade.htm

“Desejo, necessidade, vontade...
A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte.
A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte...
A gente não quer só dinheiro, a gente quer dinheiro e felicidade...”

Esse sucesso do começo da carreira dos Titãs retrata o tema que há muitos séculos povoa às mentes de pensadores, artistas, políticos e pessoas comuns como você e eu – a busca da felicidade.

Livros e mais livros de autoajuda entopem as prateleiras de livrarias e bibliotecas reais e virtuais; palestras motivacionais se multiplicam em palcos empresariais para acenar com a possível realização de nossos sonhos e esperanças.

Enriquecem autores e palestrantes, fagulhas de motivação acendem os espíritos e mentes dos leitores e espectadores para logo se apagarem diante da dura realidade da rotina que engole os planos de mudanças de vida.

Utopia ou realidade, a busca da felicidade é como um combustível que nos move diariamente a fazer o que fazemos na tentativa ou esperança de alcançá-la.

Recentemente, duas notícias circularam sobre este tema e me chamaram a atenção.

O projeto emenda constitucional de Cristovam Buarque, em uníssono com o Movimento Mais Feliz, visa rever a redação do artigo sexto da Constituição Brasileira, para incluir a felicidade:

“São direitos sociais, essenciais à busca da felicidade, a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados.”

Numa primeira leitura destes direitos sociais todos, almejados por nossa Carta Magna, passa a impressão de que sendo atendidos integralmente, teríamos finalmente atingido a tão sonhada felicidade.

Será verdade?

Não seriam condições necessárias, mas não suficientes?

Afinal, será que o mesmo tipo de alimentação, de trabalho, de moradia que satisfaz a seu vizinho, também o fará feliz?

Provavelmente, não.

Essa tal felicidade parece ser por demais subjetiva e, por consequência, complexa para se obter respostas simples.

Outra notícia que voltou à mídia recentemente é sobre o “Índice de Felicidade” que o Governo Britânico está querendo criar seu indicador, como Canadá, França e o Butão já criaram o seu.

Esse pequeno país Asiático e budista foi o primeiro a falar, em 1972, no conceito e índice de “Felicidade Nacional Bruta” (FNB).

O rei Jigme Singye Wangchuck que abriu o Butão à modernidade, desenvolveu esse indicador que mede a qualidade de vida ou progresso social em termos mais holísticos e psicológicos do que o “Produto Interno Bruto” que ainda é o índice predominante para avaliar as riquezas dos países.

Entretanto, como muitos indicadores psicológicos e sociais, a “FNB” é mais fácil se descrever do que defini-la com precisão matemática como o “PIB” que já existe há muito mais tempo.

Os pilares da FNB são bastante genéricos, e como tal, facilmente transportáveis para diferentes culturas.

São quatro esses pilares: a promoção do desenvolvimento sustentável, a preservação e promoção de valores culturais, a conservação do meio ambiente natural e o estabelecimento de boa governança.

O que o Governo Britânico está querendo perguntar à sua população é “O que faz você feliz -- Dinheiro, emprego, saúde, bons relacionamentos, sensação de segurança, atividades culturais?...

Com base nas respostas do que é importante para as pessoas, vão criar um índice que será acompanhado e divulgado junto ao PIB.

Assim, será possível saber se o britânico está mais rico ou mais pobre, e também se está mais ou menos feliz, e até que ponto uma coisa influencia a outra.

As duas notícias mencionadas são apenas ecos com tons um pouco diferentes de vozes anteriores perguntando o que nos motiva, o que queremos, o que valorizamos, para a busca da tão sonhada felicidade.

Os seres humanos, segundo a Teoria Socioanalítica, de Robert Hogan, vivem em grupos que têm hierarquias (como escolas, igreja, exército, empresas, etc.) e buscam, ao longo do desenvolvimento da espécie, satisfazer três grandes necessidades:

-de serem aceitos para pertencer aos grupos que lhes são importantes, isto é, “dar-se bem” com os outros,

-de se destacarem naquelas hierarquias, ou seja, “se dar bem” na carreira por exemplo, e, num nível mais elevado de necessidade,

-encontrar um significado para a vida, geralmente, pela via espiritual da religião e outras formas de resposta.

Essa última necessidade é aquela que nos diferencia daqueles primos que ainda andam sobre quatro patas, os primatas.

Ao longo de 80 anos de estudos, vários autores propuseram suas taxonomias ou classificações de motivações e valores.

A Pirâmide de Maslow está entre as mais famosas

– na base, as necessidades fisiológicas,

-seguidas das de segurança,

-depois as sociais,

-de autoestima e por último as

-de autorrealização.

Em linhas gerais, uma necessidade só é motivadora quando não está atendida e por isso, move o indivíduo a buscar seu atendimento.

Dessa maneira, seria muito difícil, falar em motivar alguém com uma oportunidade de fazer um curso de pós-graduação na Europa, se a pessoa está morrendo de frio e fome.

Dinheiro motiva?


A pergunta polêmica que fiz a um grupo de executivos certa vez: “Dinheiro motiva?” pode suscitar uma resposta impulsiva do tipo “claro...”

Porém, quem já não viveu a situação de estar trabalhando num ambiente terrível, em que precisa-se de velcro nas solas dos sapatos para não cairmos quando o tapete nos é puxado e que reportamos a um chefe-mala-sem-alça e tóxico?

Qual seria o efeito motivador de um polpudo aumento de salário, ou por quanto tempo ele teria efeito?

Provavelmente, depois de uns dois meses que os reais adicionais encontrassem seu destino com novas contas, sobreviriam as dores do ambiente e chefe perversos.

Ou seja, a remuneração injusta e incompatível com nossas competências e contribuições pode ser desmotivadora, mas apenas ganhar mais e mais não motiva ninguém.

O Dr. Hogan criou seu Inventário de Motivos, Valores e Preferências, organizados em Interesses por Status (Reconhecimento, Poder e Hedonismo), Interesses Sociais (Afiliação, Altruísmo e Tradição), Interesses Financeiros (Segurança e Comercial) e Estilos de Tomada de Decisão (Estética e Científico).

Esse instrumento serve para a pessoa avaliada, ou a empresa onde ele trabalha ou pretende trabalhar, poder mensurar e compreender em que tipo de ambiente e/ou de carreira, ela vai se sentir mais feliz e, por consequência, ter um melhor desempenho.

Por exemplo, pessoas que adoram trabalhar em vendas, e que costumam ser bem-sucedidas nessa carreira, costumam ter alta necessidade de Reconhecimento (fama e visibilidade), de Poder (ser bem-sucedido em competições), de Afiliação (estar em constante contato com pessoas) e Comercial (fazer e ganhar dinheiro) e baixa necessidade de Segurança (disposição a correr riscos).

Assim, a pergunta sobre o que traz felicidade (ou “manda buscar” como brincam alguns...) é, em grande parte, um fator do quanto minhas motivações e meus valores são atendidos pelo que eu faço, o que tenho acesso, com quem eu ando, etc.

Por esse motivo, não pode haver uma resposta única ao que faz felizes os britânicos, canadenses, butaneses ou brasileiros, para que se possa providenciar numa constituição.

Sabemos sim que os direitos sociais básicos para uma vida digna devem ser pleiteados veementemente junto aos governos, em troca dos impostos que pagamos.

Contudo, o alcance da felicidade mais profunda e autêntica depende do quanto conseguimos nos conectar conosco mesmos, para conhecermos nossos valores e motivações que apontam para aquilo que se traduz no significado que buscamos para nossa existência nesse mundo."


Obrigada Roberto Santos por compartilhar conosco essa matéria!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dinheiro não traz felicidade, mas aplaca os nervos!




Aproveitando o tema
Felicidade x Dinheiro da postagem de ontem, (e pedindo segredo de Estado para as minhas mais íntimas confissões abaixo....rsrsrs), e porque ando numa maré de pensar muito a respeito das seguintes opções:...

Como:
-Viver mais simples...
-Viver com menos...

-Cortar gastos...

-Reduzir gastos com cartão de crédito...

-Ter prazer, lazer, diversão sem ter despesas...




Ou Como:

-Sobreviver as fusões, aquisições, mudanças organizacionais...

-Obter aumento de salário....

-Ser promovida ao cargo justo à experiência e competência..

-Ser valorizada...




Como:

-Aumentar seus rendimentos se as duas alternativas anteriores não se concretizarem...

-Ter um plano B...

-Manter um networking sólido...

-Ter saúde, discernimento e força, sempre, para vencer cada obstáculo com fôlego, criatividade, bom humor e flexibilidade!



Coloquei na minha mesa de trabalho alguns imãs, fotos e recortes de jornais relacionados ao tema para me fazerem meditar sempre!!!

- Coloquei fotos das minhas filhas para lembrar a todo momento do PORQUE e PARA QUE preciso seguir meu caminho de conquistas e de evolução;


-Fiz um altar com:


-miniaturas de imagens dos meus santinhos de devoção(NS Fátima, São Padre Pio,São Jorge, São Judas Thadeu, São Francisco de Assis),

-com relíquias de Roma e de Padre Pio de Pietrelcina,

- mini-terço

-e ganhei dos meus colegas de trabalho mais de 20 orações com imagens de Santas e de Santos (N S Desatadora dos Nós, N S das Cabeças, Santo Expedito, Santa Therezinha, Santa Rita, N S das Graças, Sto Antônio,etc).


Com Fé tudo é possível, e quem trabalha em suporte à Produção de Sistemas Muito Críticos ao Negócio da Empresa, 24 x 7 (24hs por dia, 7 dias na semana), vive momentos de muita pressão e de muita urgência, que só com muita Fé e conhecimento de processo, para rápida tomada de decisão, para trasnformar o impossível em possível! E de VERDADE, Milagres Acontecem!


-Coloquei fotos de profissionais que são meu benchmark, profissionais e pessoas brilhantes que atingiram seus objetivos;


-Coloquei na minha gaveta da baia exemplares das Revistas Exame e Você SA, com cases de sucesso profissional, para ler em momentos em que tudo fica difícil e ter certeza de que tudo é possível!


















-Coloquei meus sonhos de 2011 e meu projeto de Emagrecer também na 2a. gaveta, para situações de SOS! Pois não posso e não devo me desviar dos meus objetivos de vida!



















-Preguei na baia a seguinte frase:


Dinheiro não traz felicidade,

mas aplaca os nervos!

Mas vamos combinar que tudo isso que disse acima é segredo entre amigos, ok?

terça-feira, 17 de maio de 2011

Felicidade tem preço

Dentro da eterna análise sobre a relação entre dinheiro e felicidade, segue um texto da Cristiane Segatto a respeito dos seus pontos de vista.

"Quanto custa a felicidade contida numa fatia fina de bolo de fubá?


E se ela for acompanhada de um café expresso dos mais bem tirados?



Em São Paulo, num lugarzinho charmoso, a felicidade custa R$ 7.
Foi exatamente o que paguei por ela um pouco antes de começar a escrever esse texto.
Fui muito feliz vendo o garfo afundar lentamente na massa cremosa, cercada de canela em pó.
Quando, na minha boca, o café amargo se juntou ao creme adocicado, fechei os olhos para perder de vista todo o resto.


Fazer uma pausa no meio da tarde para tomar um café num jardim precioso é um privilégio.

foto extraída da internet

Um privilégio acessível, digamos assim.

Cada um de nós pode abrir espaços na rotina para encaixar pequenos prazeres.

Basta querer.

Não acredito na felicidade plena, total, irrestrita.
Acredito nos pequenos nacos de felicidade que andam espalhados por aí.
A grande arte é saber agarrá-los.

Acho que a vida fica mais leve quando a gente é capaz de criar umas brechas por onde a felicidade pode se esgueirar e nos surpreender.

Para ser feliz é preciso dar chance à sorte.

Foi o que eu fiz quando passei na frente daquele café.
De fora, ele parecia uma floricultura.
A placa discreta não dava muitas pistas sobre o que eu encontraria ali.
Resolvi arriscar.
E me dei muito bem.
No fundo do quintal comprido e florido, encontrei uma casa de tijolinhos com uma varanda acolhedora.

Se estivesse com meu laptop, teria escrito essa coluna lá mesmo.
Ao ar livre, debaixo de uma árvore forrada de flores brancas e ouvindo o barulhinho da água correndo num canto do jardim.
Amo o jornalismo, mas não sou muito fã de redações.
Gosto de estar do lado de fora delas - trabalhando na rua ou escrevendo minhas matérias num canto sossegado, longe do agito improdutivo.

A fórmula da felicidade não existe, mas cada um de nós sabe o que nos aproxima dela.
Essa é uma habilidade tão particular que parece não ter muita relação com ambiente cultural e condição sócio-econômica.
Sempre acreditei que a felicidade não tem preço, mas nesta semana li um estudo que me fez repensar algumas das minhas crenças.

Ontem (01/07) foi divulgado um artigo científico baseado nos resultados do maior estudo já realizado no mundo sobre a relação entre renda e bem-estar.

A pesquisa conduzida pelo Instituto Gallup foi realizada com 136 mil moradores de cidades e vilarejos remotos de 132 países.
Os voluntários foram entrevistados por telefone nas áreas urbanas e pessoalmente nas regiões distantes e menos desenvolvidas.
Os pesquisadores concluíram que o dinheiro pode, sim, comprar a felicidade.
Pelo menos um determinado tipo de felicidade.
Aquela que está relacionada à satisfação em relação às condições de vida.

"Tudo depende da forma como definimos felicidade", diz Ed Diener, professor de psicologia da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, e coordenador do estudo.

"Se levarmos em consideração a satisfação do sujeito em relação à vida (como ele avalia sua vida de uma forma geral), há uma forte relação entre renda e felicidade", diz Diener.
Quanto mais elevada é a condição econômica do país e das famílias, mais elevados são os índices declarados de satisfação em relação à vida.
Faz sentido.
Se o sujeito tem emprego, moradia decente, saúde, descanso e lazer, maior é a probabilidade de que ele se sinta satisfeito.

O dinheiro parece ter pouca relação com um outro tipo de felicidade.
Aquela relacionada aos sentimentos positivos, como sentir-se respeitado, ter suporte social, autonomia e um trabalho desafiador.

"O dinheiro faz as pessoas felizes.
O efeito da renda sobre a satisfação em relação à vida é muito forte e universal", diz Diener. "Mas o dinheiro faz as pessoas se sentirem mais satisfeitas do que as faz se sentirem bem.
Os sentimentos positivos são menos influenciados pelo dinheiro e mais afetados pelas coisas que as pessoas fazem no dia a dia."

Uma análise de grande parte dos dados da pesquisa será publicada na edição deste mês do Journal of Personality and Social Psychology.
Os Estados Unidos, país com a maior renda per capita entre as nações analisadas, aparece em 16o. no ranking de satisfação em relação à vida e em 26o. na lista dos países cujos habitantes têm mais sentimentos positivos.

O Brasil participou da pesquisa, mas não foi incluído entre os dezoito países analisados no artigo científico de Diener.

Mas é possível encontrar no site do Instituto Gallup várias informações sobre os brasileiros (e compará-las com os cidadãos de outros países).

Os dados contrariam o estereótipo de que o povo brasileiro é mais feliz que a média internacional.
Durante a pesquisa, 20% dos brasileiros disseram ter sentido tristeza no dia anterior.
É o mesmo índice encontrado na Inglaterra, quase o mesmo verificado nos Estados Unidos (21%) e no Canadá (21%).
É um índice melhor do que o apurado em Portugal (30%) e na Bolívia (33%).

O Brasil saiu-se melhor quando a pergunta era: "Você sentiu amor ontem?".
Entre os brasileiros, 82% responderam sim. Um pouco mais do que nos Estados Unidos (80%), na Dinamarca (80%) e em Portugal (79%).

Esses dados sugerem que felicidade tem menos a ver com PIB e mais com postura pessoal em relação à existência.
O sujeito pode ser milionário e escolher levar uma vida sem graça.
Pode ser pobre e escolher a riqueza dos pequenos momentos felizes.
"O dinheiro nos faz sentir bem, mas a ação dele é limitada", diz a psicóloga Barbara Fredrickson, da Universidade da Carolina do Norte, em Chapel Hill.
"Sentimentos positivos, como a capacidade de se divertir, podem fazer muito mais por nós".

Quanto mais emoções positivas uma pessoa sente a cada dia, diz Barbara, mais acentuada é sua capacidade de se recuperar de situações difíceis ou estressantes.

"Pequenos momentos de prazer fazem florescer as emoções positivas.
Elas nos tornam mais abertos", diz ela.

"E essa abertura para o mundo nos ajuda a construir recursos que favorecem a recuperação diante da adversidade, nos mantém longe da depressão e nos permite continuar a crescer."

É por isso que Barbara diz que é tão importante cultivar "micromomentos de prazer".

Celebrar a vida mais vezes, com direito a bolo de fubá naquele cafezinho charmoso, está nos meus planos.

Para quem quiser conhecê-lo, ele se chama Flores na Varanda e fica na Rua Camilo, 455, na Vila Romana.

Não interprete essa recomendação como propaganda.
Os donos do lugar não me conhecem e nem imaginam que estive lá.
A dica é de coração.
Acho que os meus leitores (pelo menos os que moram em São Paulo) merecem viver uns minutinhos de felicidade naquele lugar.
Quem mora em outros estados e no Exterior pode me contar o que anda fazendo para ser feliz. Quem sabe, uma hora dessas, não apareço por aí?
Minhas férias estão chegando...
E eu sigo firme e forte no meu propósito de ser um pouquinho feliz a cada dia."


Alguém está a fim de curtir um cafézinho com bolo???


CRISTIANE SEGATTO
 Reprodução
foto extraída da internet

Repórter especial, faz parte da equipe de ÉPOCA desde 1998. Escreve sobre medicina há 14 anos e ganhou mais de 10 prêmios nacionais de jornalismo.