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quinta-feira, 28 de março de 2013

Projetando Pessoas Internacional!





Em 1999 fui selecionada para fazer parte de um time de gestores de brasileiros que fariam o lançamento de uma empresa de Telecom no Brasil, junto a um time de Executivos expatriados de diversas nacionalidades - principalmente americanos, ingleses e franceses, mas haviam paquistaneses, chineses, japoneses, portugueses, indianos, israelenses, dentre outros..

Nessa época fui a primeira gestora brasileira no TI dessa empresa, e minha chefe direta era uma americana, que ficou no Brasil por 6 meses.
Dessa experiência profissional ficou uma admiração enorme entre nós e até hoje sempre nos comunicamos por email, facebook, etc.

Em 2013, Lyla Perrodin (Thanks Lyla!) me indicou para uma coacher americana, responsável pelo site The way women work, que me entrevistou e publicou a matéria abaixo.
Ao todo foram 15 perguntas, mas nem todas foram postadas.
Foi uma volta no tempo, nas diversas fases da minha carreira.
Meditei muito para através das minhas respostas, passar a melhor imagem possível da Mulher Executiva Latino Americana, foco do site, nesse momento.
Rania Anderson e Erin Swanson falam sobre carreira das executivas ao redor do mundo, e suas especificidades. E ultimamente estão se dedicando à América Latina e ao Brasil.
A matéria ficou no ar por 7 dias e de acordo com Rania foi record individual de acessos e de comentários, motivo de muita alegria para mim!

Vou transcrever a entrevista para o português, de forma a ficar registrado aqui no Projetando Pessoas:


"By day, Sandra Portugal is an IT Relationship Senior Manager at Oi /Telemar in Brazil. But by night, she runs a blog for women called Projetando Pessoas (English translation: Projecting People) where she shares her own professional learnings and sparks conversations with women in Brazil about their own career experiences.
We were delighted to connect with Sandra and learn more about her path to success."

De dia Sandra Portugal é Gerente Senior de Relacionamento de TI na Oi no Brasil.
De noite, ela atua num blog para mulheres chamado Projetando Pessoas aonde ela compartilha seus proprios aprendizados profissionais e conversa com mulheres no Brasil sobre suas experiências de carreira.
Ficamos felizes em nos conectar a Sandra e conhecer mais sobre sua trilha de sucesso.

"Tell us more about your career path – how did you get to where you are today?"

Conte-nos sobre sua carreira - como você chegou aonde está hoje?

"SP: I’m an IT Senior Manager with 31 years of professional experience. I’ve been working for Telecom Companies for the last 13 years.
Despite of having a bachelors degree in Mathematics, a master degree in System Engineering and a MBA in Business Management, my success came from managing people!
Being a leader of people and working on team motivation helps me to manage great teams and lead them to success."

SP: Sou uma gerente senior de TI  com 31 anos de experiencia profissional. Trabalho em empresas de telecomunicações nos últimos 13 anos.
Apesar de ter me formado em matemática, ter mestrado em engenharia de Sistemas e MBA em Gestão de Negócios, meu sucesso se deu através da gestão de pessoas!
Ser uma lider de pessoas e trabalhar com motivação me ajudou a gerenciar grandes times e levá-los ao sucesso!

"Why did you choose to launch Projetando Pessoas? What do you hope to accomplish with this site?"

Porque você escolheu criar o Projetando Pessoas? O que você espera alcançar com esse site?

"SP: Projetando Pessoas is a website which shares career experiences. Some are my own professional learning, corporate cases, and team building stories.
We talk about human values, corporate culture, principles, concepts, methods, career choices, people management, dreams and action plans to achieve goals.We also talk about all of the right ways to project manage people.
It is a great pleasure to contribute and help others with life choices and career decisions. In a near future, I hope to work as an independent consultant and a coach, sharing my experience and leading others.."

SP: Projetando pessoas é um site que compartilha experiências de carreira. Algumas dos meus próprios aprendizados profissionais, casos corporativos e histórias de "team buildings".
Falamos de valores humanos, de cultura empresarial, de princípios, conceitos, métodos, escolhas de carreira, geernciamento de pessoas, sonhos e planos de ação para atingimento de objetivos. 
Nós também falamos sobre as melhores práticas de gerenciar pessoas na gestão de projetos.
É um prazer enorme contribuir e ajudar pessoas nas escolhas da vida e nas decisões de carreira.
Num futuro próximo eu espero trabalhar como consultora independente e como coach, compartilhando minha experiência e inspirando outros.

"What do you think has made you so successful?"

O que você acha que a fez tão bem sucedida?

"SP: Personal determination, resilience and the luck to have great people working with me. Members of my team, good bosses, great clients/users, they have all been my partners, helping me build and accomplish success projects."

SP: Determinação pessoal, resiliência e a sorte de ter excelentes pessoas trabalhando comigo.
Integrantes dos meus times, excelentes chefes, grandes clientes, todos foram parceiros, fazendo parte da construção de projetos de sucesso!

"What experience have you learnt from your success and failure?"

Que experiência você tirou do sucesso e do fracasso?

"SP: From success I have learnt to be humble, because life is like a ferris wheel with up and down moments. We always have to treat people equally in despite of the circumstances.
From failure I have learnt to be strong, to be like a Phoenix, rising from the ashes and reborn, to be able to shine again."

SP: Do sucesso eu aprendi a ser humilde, porque a vida é como uma roda-gigante com momentos no alto e outros em baixo. Nós sempre devemos tratar as pessoas da mesma forma em todas as circunstâncias.
Do fracasso aprendi a ser forte, a ser como a Fênix, renascendo das cinzas, sendo capaz de brilhar novamente.

"What things or people have helped you develop professionally along the way?"

Que coisas ou pessoas ajudaram voce a se aprimorar profissionalmente ao longo do caminho?

"SP: Great leaders as well as simple bosses have helped me to develop competence by their examples.
Excellent authors and books gave me ideas and theories to introduce in my routine, helping me to improve my own knowledge about career development."

SP: Grandes líderes bem como simples chefes me ajudaram a desenvolver competências por seus exemplos.
Excelentes autores e livros me forneceram idéias e teorias que foram introduzidas na minha rotina, contribuindo na evolução do meu conhecimento e no desenvolvimento da minha carreira.

"What advice would you give to other women who want to advance in their careers?"

 Que alerta você daria a outras mulheres que querem avançar em suas carreiras?

"SP: Be strong, and independent, so that you can grow by yourself. Be competent, implement ethics and responsibility in the work you do. Learn to balance work and personal life."

SP: Seja forte, e independente, de modo a poder sustentar seu próprio desenvolvimento. Seja competente, faça seu trabalho com ética e responsabilidade. Aprenda a equilibrar vida profissional e vida pessoal.  

"What’s the riskiest thing you’ve ever done professionally?"

Qual a coisa mais arriscada que você já fez profissionalmente?

"SP: The riskiest thing I’ve done professionally was when I stepped down from the highest position in a company, so that I could balance my career and my family. I made the right choice and despite looking unwise in the eyes of competitive women and men. Later, they understood that it was the perfect thing to do at that moment.
New and exceptional opportunities reveal themselves, and I had proved that we must dare."

 SP:A coisa mais arriscada que fiz profissionalmente foi pedir demissão de um alto cargo, para poder equilibrar minha carreira e minha família. Eu fiz a escolha certa, apesar de ter parecido insana aos olhos de profissionais competitivos, homens e mulheres. Mais tarde, todos entenderam que foi a coisa certa a ser feita naquele momento.
Novas e excepcionais oportunidades surgiram e pude provar que devemos ousar.

"What percentage of time do you spend networking, and who do you network with?"

Qual percentual do seu tempo você gasta com networking, e como você faz networking?

"SP: I network frequently. Each interaction, each opportunity, each professional or personal moment may be an important moment share.
We construct our personal image daily by being the best we can, sharing the values we have and putting it into practice. I network throughout every online outlet, like Linkedin, Facebook, Twitter, Blogger, Google+ and Skoob."

SP: Eu faço networking frequentemente. A cada interação, cada oportunidade, cada momento profissional ou pessoal pode ser um momento importante a ser compartilhado.
Nós construimos nossa imagem diariamente sendo o melhor que podemos ser, compartilhando nossos valores e os colocando em prática. Eu faço networking através de diversas mídias.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Bases Sólidas


Rubens Patrick
Fotógrafo: Rubens Patrick


Eu creio que um profissional de sucesso se constrói desde o Jardim da Infância, com o estímulo correto dos pais, com uma boa formação, com a dose certa de valorização e do despertar dos dons de cada filho para os seus talentos natos.

Observação é a palavra.

Incentivo é a dica.

Cuidado para não inibir pequenos gestos que demonstram e poderão determinar rumos futuros das nossas crianças.

E o exemplo dos pais é muito importante para firmar na percepção dos filhos o que significa carreira e trabalho em nossas vidas e que peso damos no equilíbrio da vida.

Uma boa formação não significa escolas caríssimas, nem necessariamente universidades de primeira linha.

Uma boa formação significa fazer de cada limão que a vida lhe oferecer, a melhor limonada.
Mas prepará-la com dedicação.

É aproveitar ao máximo todas as oportunidades para captar experiências da natureza, da leitura, das viagens, das brincadeiras, das atividades culturais do bairro, da cidade, da escola...

Se você é um bom avaliador, pare e pense na sua infância...

Lembre dos seus colegas de classe que passavam de ano porque colavam nas provas ou porque assinavam seus nomes nos trabalhos de equipe sem nunca terem contribuído com as pesquisas ou com participação?

Lembre com o passar dos tempos como foi o desenrolar de suas carreiras, ou de evolução no mundo empresarial, profissional?

São executivos de sucesso que galgaram degrau por degrau por conta de desempenho pessoal?
Competência?
Talento?
Mérito próprio?

Ou cresceram por indicação, ou porque suas famílias ou amigos têm poder, influência ou dinheiro?

Normalmente aquele menino, ou menina, que em tempos de ensino fundamental se comportou se escorando nos amigos, é o que cresceu, sem se sustentar pelas próprias pernas, sobreviveu se apoiando nas amizades, nos chopps, nas festas, na influência do poder dos relacionamentos pessoais, muitas vezes terrivelmente confundida e justificada como "inteligência emocional"(!?).

Nada contra, concordo que há um grande percentual de sucesso através dos relacionamentos interpessoais em todas as carreiras, mas creio que nenhuma grande carreira se sustente sem uma base sólida de competência profissional, construída por:

-Boa formação na sua área de atuação;
-Valores positivos éticos, humanos, religiosos e pessoais;
-Bagagem sócio-cultural (domínio do idioma-língua natal e outros idiomas, cultura geral, fluência, habilidades específicas);
-Marca pessoal forte;
-Histórico profissional - o passado construído é alicerce para realizações do presente e do futuro

Faz sentido para você esse raciocínio?

Você acredita ser possível sustentar uma carreira por relacionamentos pessoais?

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Amigos de verdade



Os cinco estágios da carreira



Existem cinco estágios em uma carreira.

O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. 
Por exemplo, Heitor de Contas à pagar.

No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. 
Heitor do Banco tal.

No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: 
Heitor, diretor do banco tal.

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. 
Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como "o meu amigo Heitor, diretor do banco tal". 
Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, um amigo profissional" .

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional

Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.

Uma amizade dura para sempre. 
 Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.

Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. 
 Amigos profissionais solicitam favores. 

Amigos de verdade estão no coração. 
 Amigos profissionais estão em uma planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais

É isso que, hoje, chamamos networking
um círculo de relacionamentos 
puramente profissional. 

Mas é bom não confundir uma coisa com a outra.

Amigos profissionais são necessários. 
Amigos de verdade, indispensáveis.


Algum dia, e esse dia chega rápido, os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.

Max Gehringer

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Projetar Pessoas por Paula Couto





1-Perfil do Entrevistado –

-nome:  


Paula Couto

-atividade desempenhada: 

Executiva na área Administrativa e Financeira de uma multinacional europeia no setor da indústria; e  voluntária no setor de produção têxtil de uma instituição religiosa.

-descrição de sua experiência/perfil.  

Atuante no mercado de trabalho de 1989, com 15 anos de idade. 
Iniciou sua carreira em uma empresa nacional de porte médio, uma Engenharia de Sistemas, como Assistente da Diretoria de Desenvolvimento.   
Em 1995, migrou para uma multinacional alemã do setor automotivo como Assistente da Diretoria Comercial. 
Em 2001 foi transferida como Assistente da Diretoria Geral para esta multinacional onde atua até hoje como gestora na área Administrativa e Financeira.

-se possível, remeter uma foto; 

Sandra, por questões estritamente profissionais prefiro não revelar minha identidade.

2-Para você o que é Projetar Pessoas?  

É acreditar e investir no talento e capacidade do ser humano, seja qual for a carreira que o indivíduo queira seguir. 
Todos têm um bom talento para explorar e tornar o mundo melhor. 
É importante identificar este talento e aprimorá-lo.

3-Conte uma vivência aonde você foi projetada enquanto pessoa.  

Entrei nesta multinacional em que estou hoje através de uma colega de trabalho. 
Éramos da mesma empresa e trabalhávamos uma ao lado da outra, porém, os segmentos de produto eram completamente diferentes. 
A divisão do segmento dela estava passando por uma fusão e a divisão do meu segmento estava encerrando suas atividades aqui no Brasil. 
Havia a possibilidade d’eu me desligar do Grupo. 
Ela pediu meu currículo, apresentou-o para a chefia dela e mais: recomendou-me com genuíno entusiasmo. 
Após curta entrevista com o principal executivo, fui contratada! 
Sou grata a ela por ter me projetado em algo para o qual eu jamais sonhava. 
Nesta multinacional onde trabalho, tenho sólidas e belas realizações – tanto pessoais quanto profissionais. 
Sempre lembro dela, que acreditou no meu talento. 
Do fundo do meu coração, obrigada Jacque!

4-Cite uma situação em que você pôde contribuir para a projeção de uma pessoa.  

O escritório onde trabalho precisou contratar uma recepcionista temporária com urgência. 
Para ingressar lá, exige-se no mínimo o idioma inglês. 
Porém, como tínhamos urgência, contratamos uma moça temporária sem o idioma. 
Após 3 meses exercendo a função, eu e algumas pessoas notamos que ela tinha potencial. 
Fui uma incentivadora a contratá-la porque identifiquei que ela era de origem humilde: não teve oportunidade financeira de aprender outro idioma e de se aprimorar além de um curso de graduação; e, além disso, tinha de ajudar seu marido nas despesas da casa. 
Contratando-a, acreditando em seu talento e investindo em treinamento, acreditei ser uma boa oportunidade para ela se aprimorar e se desenvolver cada vez mais. 
A empresa investiu em treinamentos diversos, vivências diversas como viagens e passeios, e, principalmente em diversas modalidades cursos de inglês. 
De minha parte, também exerci o papel de coach procurando orientá-la sobre etiqueta profissional, treinando-a constantemente em processos administrativos, etc... 
Três anos se passaram e a moça não aprendeu inglês, não aprimorou seus conhecimentos administrativos, não refinou sua postura profissional e, para agravar ainda mais a situação: chegava atrasada quase todos os dias, faltava, recusava ajudar alguns colegas de trabalho dependendo da posição. 
Foi dispensada, claro. 
De minha parte, foi experiência e aprendizado marcante, pois pude contribuir para a projeção de uma pessoa, que não queria ser projetada. 
Senti-me frustrada com o resultado, mas aprendi que Projetar Pessoas não é individual. 
Há, no mínimo, duas pessoas envolvidas e as duas têm de querer: o Projetor e o Projetado. 
É uma troca! 
É caminhar junto.

5-Passe uma mensagem para o Projetando Pessoas. 

Uma mensagem para os leitores do Projetando Pessoas:  
Descubra o seu talento, invista nele e ame o que você faz! 
A realização profissional – seja qual for a carreira – só é plena quando se ama o que se faz. Porque amando, há o desejo de aprimorar. 
Aprimorando atinge-se a excelência!

6-Sugira o que gostaria de encontrar no blog Projetando.  

Gostaria muito de ler artigos sobre o período sabático e também ler sobre as experiências daqueles que deram um tempo na carreira para "ver" a vida através de outra maneira, através de outras vivências. 






















Navegando pelos blogs de Culinária, um dia encontrei o requintadíssimo blog da Paula Couto, o Blog
Executiva de Panela , www.executivadepanela.com.
Fiquei muito tempo admirando cada detalhe, as decorações de mesa, de ambientes, de pratos, as receitas práticas e delíciosas e literalmente fiquei saboreando cada forma de expressão dos artigos publicados.
Nascia ali naquele instante "uma linda amizade virtual", uma admiração imensa por uma Executiva de Panela, uma linda figura humana por trás de um avatar, que preserva a sua identidade profissional, mas que demonstra claramente um gabarito enorme, um preparo, uma formação, que me impressiona.

Por isso, Paula é a minha convidada de hoje, para compartilhar com vocês tudo o que tenho certeza a paula projeta por aí!
Paula Executiva de Panela Couto agradeço humildemente cada uma das palavras que você me endereçou por email sobre o Projetando Pessoas, guardarei com muito, muito carinho na minha caixinha de melhores recordações!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Projetar Pessoas por Waleska Farias



Nome- Waleska Magalhaes Farias.
Atividade desempenhada- Coach, Consultora de Carreira e Imagem.
Descrição de sua experiência/perfil:

Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem: desenvolve treinamentos, workshops, palestras e cursos de formação de valores e padrões de conduta, com foco nos aspectos comportamentais das relações humanas, através da abordagem de conceitos essenciais, no que tange ao desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, que agreguem valor e contribuam para a criação de um diferencial competitivo no processo de construção de carreira e formação de imagem.

Diretora do Núcleo de Formação Comportamental do Instituto Diamante; Consultora Convidada da FGV/MMURAD; Coordenadora dos Cursos de Formação de Valores e Padrões de Conduta da GMX Brasil; Coach executivo da FOCCS – First-Order Coaching & Consulting Service.

Colunista da Seção de Carreira & Imagem nos jornais e revistas:Revista da ESPN, Revista Versatille, A Gazeta, Estado de Minas, Correio Braziliense, Diário de Pernambuco, Folha de Londrina, O Imparcial, O Popular.

Formação acadêmica e extensão: Pós-graduanda em teoria psicanalítica (UVA). Graduada em comunicação social com especialização em relações públicas e marketing. Formação em Coaching Integrado - Coaching Executivo, Life Coaching e Quantum Evolution pelo ICI Integrated Coaching Institute - Credenciado pelo ICF International Coach Federation, Mater AvatarSímbolo de marca comercial registrada Internacional , Treinamento & Desenvolvimento (ABTD), "Leader Training" (ITK), Programação Neurolinguística (INAP).

Para você o que é Projetar Pessoas?

Projetar pessoas consiste em ajuda-las a descobrir quem, realmente, são e o que querem conquistar, através do autodesenvolvimento contínuo, resgatando o sentido da missão e visão de futuro como diretriz inicial do caminho. Afinal, como pretender projetar pessoas sem que elas tenham consciência do que representam e do que querem realizar?

Conte uma vivência aonde você foi projetada enquanto pessoa:

Lembro-me claramente de uma cena, no inicio da minha carreira, onde fui incumbida de recepcionar o grupo de novos trainees em um grande banco multinacional no qual trabalhava como assistente comercial no segmento de "private banking". De fato, essa tarefa demandava boa dose de dedicação para fazer daquele momento um momento único na vida daquelas pessoas. O acolhimento nas boas vindas ilustra o interesse da instituição em receber seus novos colaboradores e essa, certamente, será a impressão inicial registrada.
Coloquei meu melhor terninho, fiz escova no cabelo, maquiagem e estampei no rosto meu melhor sorriso. Uma hora antes do grande momento estava a postos aguardando os novos colegas com um delicioso café da manha, trufas e cartões com a frase: "é uma grande felicidade recebê-los na nossa casa. Bem vindos ao grupo! Ao final tiramos uma foto onde, todos com seus novos crachás, ilustraram "o orgulho de pertencer" aquela casa tão acolhedora. Fiquei muito feliz por ajudar a compor um momento tão especial na vida daqueles novos profissionais.
O então diretor do segmento reconheceu, sem economia, a importância do meu gesto e da minha contribuição para manutenção da qualidade das relações de trabalho na instituição.
Três meses depois fui promovida!

Passe uma mensagem para o Projetando Pessoas - Existe algo mais satisfatório e de maior grandeza que ajudar a projetar pessoas?

Assim como a intenção sem a ação é morta. O conhecimento sem ser multiplicado é nulo.
De que vale todo conhecimento do mundo sem que possamos contribuir para a projeção das pessoas que cruzam nosso caminho?

Sugira o que gostaria de encontrar no blog Projetando Pessoas 

Ideias e exemplos que ilustrem a excelência do conceito de  “projetar pessoas”



Das grandes alegrias que o Projetando Pessoas tem me proporcionado nesses 1 ano e 8 meses de blog, conhecer pessoas de valor, estabelecer relacionamentos que trazem elos e afinidades, fazer amigos, com certeza têm sido o melhor de tudo!

Receber profissionais do gabarito da Waleska Farias, é uma honra e uma recompensa enorme, tenha certeza disso querida!
E pedindo licença por usar uma expressão sua, estarmos juntas é bom demais!!!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Esforço, eficiência e produtividade



Você trabalha, trabalha, trabalha, mas sua carreira não evolui.
O que você está fazendo de errado?
Ou de certo?

Talvez o problema seja confundir esforço, eficiência e produtividade.

Existe uma diferença entre esforço e eficiência.
O esforço é a causa; a eficiência é a consequência.

Alguém pode conseguir um ótimo resultado com pouco esforço, enquanto o colega não consegue nada, apesar de ser muito esforçado.

Se dividirmos o resultado obtido pelo esforço empregado, o quociente da divisão é o que se chama de produtividade.

Parece simples, só tem um probleminha: de modo geral, pode-se dizer que as empresas tendem a valorizar mais o esforço aparente do que a produtividade concreta.

Isso significa que alguém entra e sai no horário certo, não fica na empresa nem um minuto depois do expediente, não trabalha em fins de semana e não leva trabalho para casa pode ser tremendamente produtivo.

Mas, mesmo assim, acaba perdendo na comparação com um funcionário menos produtivo, mas que se dedica 24hs por dia para a empresa.

Esse funcionário super esforçado é avaliado como comprometido e altamente motivado.

Para ele, a família não existe.
O importante é a empresa.

Já para o funcionário produtivo, existe uma vida fora da empresa.
E ele consegue ter mais tempo para a família exatamente por ser produtivo.

Então, aonde está o probleminha?
Na percepção das pessoas.
Tem uma regrinha que diz que, se um funcionário for rápido e eficiente, todo mundo irá pensar que o trabalho era fácil e ninguém dará o devido valor.

Não por acaso, o tipo de funcionário que as empresas mais apreciam é o produtivo que parece esforçado.


Livro: Super dicas para impulsionar sua carreira
Max Gheringer

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Emprego e Carreira



"Emprego é fonte de renda e carreira é fonte de vida.
E a carreira como fonte de vida é aquela que está no trabalho
na obra, e não no mero emprego."
Qual é a tua obra? Mário Sérgio Cortella



"O verdadeiro líder não forma seguidores, forma outros líderes"
Ralph Nader


"Acredito que sucesso na carreira - na sua carreira ou na minha por exemplo, é não terminar; é sermos capazes de passar adiante nossa capacidade, nossa competência, nossa inventividade - o que de certo modo, foi o que fizeram as corporações de ofício no final do período medieval. Grande parte da riqueza do Renascimento foi proveniente do orgulho de passar para os outros a profissão, o ofício.
Tínhamos isso dentro das estruturas familiares: "Meu pai me passou o ofício"...... Acho que, em relação ao ofício, existe um orgulho que se perde um pouco em algumas carreiras que passam a ser anódinas(sem importância, banal, insignificante, medíocre) ao se tornarem ascéticas(metódicas e rotineiras), ao se tornarem apenas empregos.
Eu, Cortella, tenho um orgulho imenso de passar o meu ofício para outras pessoas, a fim de que minha carreira não acabe.
Eu não quero acabar, e não acabarei se a minha carreira não acabar.
E, entendida a vida como corrida de bastão, quero passá-lo adiante, literalmente.
Espero que demore para isso acontecer. 
Para tanto, não posso esquecer de que esse passar adiante faz com que eu nunca esteja no fim da carreira, mas talvez esteja no fim na carreira, nesta atividade."

Mário Sérgio Cortella e Pedro Mandelli 
- Vida e Carreira - 
Um equilíbrio possível?




Amigos, faltam 16 dias de votação para a final do Prêmio TOP BLOG 2011!
Conto com uma corrente de votação para me manter nos TOP 30, e quem sabe chegar aos TOP 3!!!! 
É só até 22/11, falta pouco, estou me sentindo "político em eleição"!!!! rsrssrrs. 
Se acharem que mereço o voto, que o ProjetandoPessoas tem agregado, feito você meditar, se tenho acertado nas minhas pesquisas e postagens, votem com todos os emails possíveis e pelo twitter, divulguem aos amigos e familiares!!! 
MUITO OBRIGADA pelo apoio, pelo incentivo!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Qual o tempo mínimo que se deve permanecer em um emprego?



Três meses, um ano, dois anos, enfim, qual o tempo mínimo que se deve permanecer em um emprego?

Esta não é uma resposta simples ou única.

Mas é fato que é preciso se ater a algumas regras básicas que, como toda boa regra, tem sua exceção.

Por vezes, profissionais são admitidos em empresas em situação muito diferente daquela apresentada ou prometida, ou ainda, se descobre informações antes omitidas ou negadas.

Em um caso como este a resposta definitivamente seria: o menor tempo possível!

Deixando a situação acima de fora, existem alguns pontos que precisam ser ponderados, pois o atual movimento de expansão vivido pelo mercado brasileiro tem oferecido aos profissionais uma gama de oportunidades, por vezes muito tentadoras.

A principal questão é que quando se fala em carreira, em tese trata-se de planos de longo prazo e, muitas das atitudes que jovens profissionais e executivos têm tomado são decisões, mais do que deveriam, com foco no curto prazo.
Em grande parte das vezes, não há como negar, a decisão é baseada única e exclusivamente na questão financeira.

É conhecido no mercado de trabalho, no entanto, que as três principais razões que levam um profissional a mudar de emprego são:

-perspectivas de carreira,

-relação com o superior imediato e

-qualidade de vida.


Por outro lado, o que se vê atualmente é que muitas vezes o profissional ainda não teve tempo de passar por estas insatisfações, mas dada a grande quantidade de oportunidades oferecidas pelo mercado, as movimentações têm ocorrido em muitos casos em intervalo de tempo inferior a 15 meses.

A questão é que em um determinado momento, ao se realizar análise curricular mais cuidadosa, a grande interrogação que fica é se o profissional tem capacidade ou competência para permanecer por períodos mais longos dentro da organização.

O quanto esta movimentação foi motivada por uma nova oportunidade ou pela percepção de que dado o seu baixo desempenho a permanência na organização seria incerta.

Há uma tendência forte, principalmente de profissionais mais jovens, de ignorar o fato de que uma carreira precisa ser construída em base sólida, uma vez que dura, em média, 30 anos e não 30 meses.

Já é possível observar diversas manifestações explícitas de empresas que optam por profissionais mais experientes com o objetivo de mitigar o risco quanto a permanência do profissional na empresa.

É importante esclarecer que profissionais que apresentam sucessivas mudanças de empresa, não concretamente justificadas, em curto espaço de tempo são relegados em processos de recrutamento e seleção quando colocados ao lado de profissionais que demonstram maior estabilidade.

Não se trata de permanecer 20 anos na mesma empresa – fato, entretanto que não é mal visto desde que se perceba evolução do profissional ao longo dos anos -, mas é primordial permanecer tempo suficiente para completar um ciclo e ser avaliado pelo resultado.


Plantar, cultivar e colher os frutos de seu trabalho.

por: Fernando Mantovani

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Há limite?

De: Você S.A.
Por: Anne Dias
Em: 21/07/2010
Assunto: Qual será o limite para os funcionários trabalharem?

"As empresas parecem procurar por essa resposta desde que inseriram as palavras downsizing (enxugamento de pessoal) e reengenharia no jargão de RH no início dos anos 1990.

Segundo Christina de Paula Leite, professora da FGV-Eaesp, até os anos 1980, 30 cargos separavam um operário do presidente da empresa.

Hoje, entre as duas pontas há seis níveis hierárquicos.
No Brasil, o desequilíbrio de forças entre patrão e empregado é ainda maior por causa do enfraquecimento das leis trabalhistas e da alta taxa de desemprego.

"Estamos passando por uma revolução tão profunda quanto a Revolução Industrial", diz Nelson Mannrich, advogado trabalhista e professor da USP.

Nessa revolução, a produtividade é medida minuto a minuto, incansavelmente.
E ninguém sabe ao certo onde isso vai dar.

Na Inglaterra, uma em cada seis pessoas empregadas trabalha pelo menos 60 horas por semana.

Há dois anos, essa proporção era de uma em oito.

Ou seja, no mundo todo está cada vez mais difícil encerrar o expediente a tempo de jantar com a família.
As pessoas não conseguem planejar o próprio futuro.
O headhunter Luiz Carlos de Queirós Cabrera, sócio da PMC e professor da FGV, em São Paulo, faz uma analogia que resume bem o que está acontecendo com o mercado de trabalho.

Ele costuma dizer que nossas empresas são como um time de futebol que viu as regras mudarem no meio do jogo.

Para vencer, é preciso ter uma equipe mais agressiva, com um olho na bola e o outro no placar.
"As pessoas estão tirando fôlego do fundo da alma para manter a empolgação de antes", afirma Luiz Carlos.

E qual será o resultado?

"Se as empresas não encontrarem uma saída, haverá uma queda abrupta nos balanços financeiros, e isso será estrutural."

Na área operacional das empresas, há anos os computadores se mostraram mais eficientes e rápidos do que muitos operários.

Mas há estudiosos que não costumam associar tecnologia ao desemprego.

"Quando se perde uma vaga numa fábrica, se ganha outra em serviços', diz o consultor Marcio Pochmann, especialista no estudo do trabalho.

Em meio a tanta pressão, quem decide repensar a carreira pode chegar a uma conclusão estarrecedora.

"As pessoas não conseguem planejar o futuro e ficam apavoradas", diz Vicky Bloch, coach e consultora de carreira.

Trocar de emprego nem sempre é uma solução.

A cobrança por resultado é basicamente a mesma em todas as empresas.

O que muda é a maneira como ela é feita — e você pode ter um papel fundamental na transformação da própria realidade.

Os especialistas dão os seguintes conselhos:
4 PASSOS PARA DIMINUIR A PRESSÃO NO TRABALHO E PLANEJAR SEU FUTURO:



1 APRENDA A NEGOCIAR:

Se o chefe é truculento, dê sinais de que você prefere conversar com calma até chegar a uma solução viável.

João Lins, especialista em recursos humanos, sócio da consultoria PricewaterhouseCoopers, acredita que há cada vez mais espaço para negociação nas empresas.

"Vivemos num mundo de interdependência.

As companhias dependem de profissionais motivados, que por sua vez dependem delas para sobreviver e se realizar profissionalmente", diz.
2 SAIBA DIZER "NÃO":

A administradora de empresas Débora Spanholeto, de 29 anos, de Campinas (SP), descobriu um jeito de dizer que está atolada de trabalho.

"Quando vejo que não vou dar conta, pergunto a meu chefe qual é a prioridade", diz.

"Meu limite é a cobrança exagerada.

Quando isso acontece, tento me organizar.
" Ela é bastante disciplinada e identificou seu limite, aquela linha tênue que separa a alegria de um dia carregado de tarefas motivadoras daqueles cheios de pressão excessiva.

Na hora de dizer "não", os especialistas recomendam: evite frases do tipo "Não aguento mais", "Estou com muito trabalho" ou "Não tenho tempo de tocar mais um projeto".

"Todo chefe prefere que os funcionários apresentem o problema e uma ou duas soluções viáveis", diz Regina Madalozzo, professora do Insper São Paulo e especialista em mercado de trabalho.

3 DIVIDA RESPONSABILIDADES:

Se ultimamente você tem sentido dores pelo corpo e as pessoas à sua volta passaram a reclamar do seu mau humor e intolerância, fique atento.

Pode ser um sinal de que a pressão no trabalho esteja invadindo a vida particular.

"Aprenda a delegar, negocie projetos, redistribua a carga de trabalho", ensina Joel Dutra, professor da Fundação Instituto de Administração, de São Paulo.

A princípio pode parecer difícil confiar um projeto ao colega do lado.

Mas lembre-se que você pode continuar no comando sem centralizar todas as etapas.

4 MANTENHA-SE MOTIVADO

A consciência de que funcionários cansados e desmotivados fazem mal para os negócios já chegou a algumas empresas.

Na multinacional Procter & Gamble a reação veio na forma de um plano de carreira capaz de dar perspectiva de longo prazo.
"Sempre perguntávamos aonde o funcionário queria chegar e deixávamos claro como ele poderia crescer", diz Monica Santos Longo, ex-gerente de recursos humanos da empresa.

Infelizmente, companhias assim ainda são exceção.

Porém, o exemplo sinaliza que há uma alternativa que concilia o desejo das pessoas com o lucro.

Esse modelo de negócios requer uma nova relação de trabalho.

Como qualquer transição, não se trata de um momento fácil ou confortável para os envolvidos.

O jeito é ter muita paciência para negociar o que se deseja."


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terça-feira, 25 de outubro de 2011

O apagão que preocupa




Em tempos de aquecimento econômico é cada vez mais comum se ouvir o termo apagão de talentos.



É preciso concordar que a quantidade de pessoas qualificadas para a oferta de oportunidades é desproporcional e isso já preocupa quando se olha para a base da pirâmide absorvendo cada vez mais profissionais sem a capacitação ideal.




O problema ganha proporções inimagináveis quando se constata que o verdadeiro apagão no mercado de trabalho é o de líderes.




Ou seja, pior do que uma base sem a qualificação desejada é pensar em equipes numerosas sem comando e liderança.



Quando se analisa friamente as razões para as transições profissionais, o primeiro fator levantado é o problema direto com o gestor ou o fato de os profissionais não julgarem seus gestores diretos com a competência necessária para o cargo.



O ímpeto de aproveitar o bom momento econômico do mercado brasileiro faz com que as empresas busquem expansão e resultados.



Para isso ocorrer há necessidade de contratações, principalmente nos níveis entrantes proporcionando a inserção de mão de obra cada vez mais jovem ao mercado de trabalho.



Ao mesmo tempo, o dinamismo do mercado faz com que as empresas identifiquem os profissionais com maior potencial e os promova mais cedo, reduzindo a média de idade dos gestores.



Até aí, nenhum problema.



Mas falta o passo seguinte, que vai desde o acompanhamento deste recém chegado ao posto de líder ao treinamento efetivo para que as habilidades e competências desejadas sejam amadurecidas.



A questão não é a de apontar o dedo para os atuais gestores e seus defeitos, mas sim, entender os efeitos desta falta de preparo na relação com os subordinados e empresa.



A prática mostra que a falta do treinamento e preparo ideal tem feito com que os líderes falhem no papel de delegar responsabilidades aos subordinados, promover o desenvolvimento dos profissionais e valorizar os seus resultados.



São ações que por outro lado quando bem realizadas se tornam ferramenta vital para a retenção dos profissionais.



Quando se pensa a dificuldade de contratação por conta do aquecimento econômico, perder um profissional é a última coisa que uma empresa deseja e um bom líder é um passo fundamental neste processo.



Outro ponto importante diz respeito ao conflito de gerações.



O fato de os profissionais serem promovidos cada vez mais cedo e ainda jovens resulta em líderes no comando de pessoas também da mesma geração, principalmente a famosa geração Y.



Os líderes que até o dia de ontem eram os subordinados e acostumados com feedbacks constantes, sede por crescimento profissional, expectativas e ambições elevadas chegam aos cargos de liderança e de certa forma, “esquecem” que os seus atuais comandados pensam da mesma forma.



Neste contexto é importante entender que o papel do líder se transformou e hoje as empresas estão cada vez mais horizontalizadas.



É necessário que o gestor tenha uma atuação mais consultiva e menos diretiva do que antes.



Os jovens, principalmente da geração Y precisam enxergar o valor de suas ações junto à empresa para satisfação profissional e por isso não querem respostas prontas de seus líderes.



O aquecimento econômico deve seguir bem como a necessidade de promoções antecipadas.



Se por um lado as empresas deverão entender que treinamento e respaldo aos líderes é investimento por outro lado os jovens líderes precisam deixar para trás os vícios da época de “subordinado” para entender e desempenhar o seu papel atual.



A harmonia entre as duas iniciativas é a melhor política em prol do desenvolvimento da carreira dos profissionais, atração e retenção de talentos.


por: Fábio Saad


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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Geração sob pressão, você aguenta ou estoura?

Selecionei para compartilhar, do site www.minhacarreira.com, por Diego Homem, excelente texto publicado em 19/04/2010


“Tenho de render mais”,
“Preciso aprender a fazer isso”,
“Tenho de fazer aquilo”.
Geralmente esses pensamentos, e outros tantos não descritos, são completados com outro

“Ou ficarei para trás no mercado…”.

Que a sociedade atual e o mercado de trabalho colocam uma pressão tremenda sobre nossos ombros não é novidade, mas será que boa parte dessa pressão não é auto-infligida?
A amplitude de atividades que podemos desempenhar é impressionante, sejam relacionadas a trabalho, educação ou lazer, a quantidade é difícil de ser listada, porém essa gama de possibilidades está acompanhada de uma característica que me parece inquietante, não importa o que você faça, tem que ser da melhor forma possível, de preferência, perfeito!

Alguns exemplos?

Já não escrevemos um blog apenas pelo prazer de escrever, ele tem de ter um visual cativante e você tem de montar uma rotina para que seus leitores não se esqueçam de você, afinal de contas, reputação online é muito importante.

As fotos com a família no fim de semana devem ser dignas de um book fotográfico.

Estudar uma língua estrangeira por diversão não é uma opção, pois devemos voltar nossos esforços para uma que seja interessante para o “mercado”.

Até num simples jogo de video game sua pontuação é comparada com outros jogadores e lhe mostram qual sua qualificação no ranking…
Esta forma de encarar nossas atividades gera muita ansiedade, o que em doses excessivas provoca cansaço demasiado e até esgotamento.

Sem percebermos, levamos os conceitos de “fazer sempre o melhor”, ser “multitarefa” e “fazer algo de útil” para tudo.

De nossa carreira, que deve estar sempre em ascenção, ao lazer, pois nossas férias e finais de semana devem ser inesquecíveis.

Ao final dos dias nos sentimos esgotados e os fins de semana parecem cansar mais do que os outros dias da semana.
Quando foi a última vez que você fez algo sem se preocupar com o resultado ou qualidade?

Ficou até tarde na cama sem achar que podia estar “fazendo algo de útil”?

Ou jogou futebol pelo prazer de jogar sem se importar com a vitória?

Acredito que está na hora de revermos alguns conceitos, para que tenhamos uma vida mais saudável e produtiva, afinal de contas, de pressão já basta a que temos de encarar para vencermos na vida.

Se você se encaixa nessa situação, como podemos começar a modificá-la?
  • Identificar nossas atividades, hábitos e interesses diários – Ler os blogs A, B, C, ir ao curso de Inglês, jogar vídeo game, ir à faculdade, aprender a tratar fotos no photoshop, aprender sobre Jardinagem, aprender a surfar, etc.
  • Categorizar de acordo com suas finalidades – Trabalho, Educação, Família, Lazer, etc.
  • Tentar reconhecer qual o nosso “ponto de esgotamento” e quão perto dele estamos chegando.
  • Observar a necessidade da atividade: Aprender Inglês é necessário, aprender a tratar fotos no photoshop apenas para transformar as fotos do fim de semana no seu último book fotográfico, nem tanto.
  • Eliminar aquelas atividades que são menos importantes de acordo com suas prioridades.
  • Fazer uma “to do list”, de forma a aliviar a cabeça das pendência que nos cercam.
  • Utilizar uma agenda ou calendário com os eventos que devem ser atendidos.
  • Reservar tempo para diversão despreocupada para cada dia da semana, de preferência um tempo maior durante o fim de semana
  • Aprender a dizer não para atividades que nos sobrecarreguem, seja aquele pedido do chefe quase na hora de ir embora ou um curso extra que vá lhe tirar preciosas horas de sono.
  • Apreciar os pequenos prazeres e surpresas da vida, um happy hour inesperado pode fazer melhor para sua cabeça do que você pensa.
E por fim o mais importante de tudo, encarar as coisas com menos seriedade, não estou dizendo que devemos ser menos responsáveis, mas nos preocuparmos menos com tudo, aceitar as coisas que não podemos mudar e nos concentrar naquilo que sabemos que podemos fazer melhor, ninguém consegue fazer tudo perfeito, e aceitar essa realidade já vai tirar um peso de seus ombros.

Competição é algo que sempre vai existir mas não precisamos competir por tudo.
Somos diferentes uns dos outros, suportamos e encaramos as coisas de formas distintas, mas é muito importante conhecermos nossos limites e as vezes o preço por ultrapassá-los é muito alto.


Como você lida com a pressão diária, aguenta ou estoura?

EXTRA....EXTRA....
UMA VITÓRIA!!!!!
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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Projetar Pessoas por Tito Purwin


1-Perfil do Entrevistado -

-nome Tito Purwin

-atividade desempenhada- Gerente Nacional na Claro

-descrição de sua experiência/perfil

Mais de 14 anos de carreira desenvolvida em empresas como Intelig, Vésper, Oi e Claro, sendo 6 anos como gestor e agente de mudança de cultura de equipes em diferentes localidades, otimizando processos e gerenciando projetos com equipes multifuncionais, atuando em áreas financeiras como Planejamento, Garantia de Receita, Faturamento, Contas a Pagar, Contas a Receber, Crédito e Cobrança e em áreas Comerciais como Produtos, Suporte a vendas, Gestão de Contratos de clientes e fornecedores e Qualidade.

Formação em Engenharia de Produção pela UFRJ com MBA Executivo pelo COPPEAD e certificado Blackbelt em Seis Sigma pela INDG.

2-Para você o que é Projetar Pessoas?

Projetar Pessoas é ser um facilitador do crescimento pessoal através do estímulo ao auto-conhecimento verdadeiro e ao auto-desenvolvimento incansável.

É conscientizar sobre o que a pessoa sabe e o que ainda não sabe e precisa aprender, sobre o que a pessoa pode fazer e o que ela ainda não pode e precisa se aperfeiçoar, e, fundamentalmente, motivá-la a querer aplicar ao máximo seu potencial e querer desenvolver-se constantemente para ser a cada dia uma pessoa mais realizada.

3-Conte uma vivência aonde você foi projetado enquanto pessoa

Como a maioria de nós, sou o projeto de muitos “arquitetos” e, pensando bem, aprendi com cada um deles um traço marcante que eu admirava e admiro, um valor, um habilidade, um jeito de fazer as coisas.

Minha mãe me ensinou o valor da família, meu pai me ensinou a ser precavido, pensar no dia de amanhã, minha esposa me ensinou a gostar de gente, Sandra Portugal me ensinou a valorizar o relacionamento interpessoal, Ronaldo me ensinou a fazer apresentações muito sofisticadas, Ronete me ensinou a querer fazer a diferença, deixar uma marca, transformar o antes em depois, Marcelo me ensinou a ter persistência e foco no incansável resultado.

Enfim, cada um ensinou um pouco do que sou.

4-Cite uma situação em que você pôde contribuir para a projeção de uma pessoa

O maior projeto de contribuição para projeção de uma pessoa foi um caso muito especial.

Contratei uma pessoa para ser minha assistente, mas logo percebi que ela tinha um grande potencial de realização e muita vontade de aprender e teria um futuro promissor.

E para quem gosta de ensinar, caiu como uma luva.

Cada tarefa que eu ensinava, ela aprendia, aplicava e passava a fazer e sugerir melhorias.

Com o tempo, acabou absorvendo muito mais tarefas do que o escopo original da função e sempre buscando superar as expectativas e tratar os assuntos até o fim.

Quando saí da empresa, ela ficou responsável por muitas das minhas atribuições e hoje, pouco mais de quatro anos depois, tem trilhado uma carreira de sucesso e assumiu posição de liderança.

5-Passe uma mensagem para o Projetando Pessoas

Sou fascinado pelo crescimento pessoal e acho a iniciativa fantástica!

Desejo muito sucesso e muitas visitas ao blog!

Quem sabe um dia vira um livro!

6-Sugira o que gostaria de encontrar no blog Projetando Pessoas no próximo ano do blog

Sugiro incluir entrevistas com a dupla para compartilhar a mesma experiência do ponto de vista do mentor “arquiteto” e do mentorado “projetado”.

Tito trabalhou comigo num momento importante de nossas vidas, quando construimos um método de controle e gestão de co-faturamento, entre operadoras de Telecom, que hoje é modelo utilizado em todo o País. Foi um trabalho complexo, de muita modelagem sistêmica e matemática, aonde atuávamos todos num "Dream Team" , numa das melhores empresas de se trabalhar (naquela época) e pudemos nos projetar em aprendizado, em espírito contagiante de time, em realizações marcantes em nossos "CVs". Foi uma experiência muita rica.E hoje ter a entrevista do Tito Purwin no Projetando Pessoas é o máximo! Obrigada!!!