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terça-feira, 25 de outubro de 2011

O apagão que preocupa




Em tempos de aquecimento econômico é cada vez mais comum se ouvir o termo apagão de talentos.



É preciso concordar que a quantidade de pessoas qualificadas para a oferta de oportunidades é desproporcional e isso já preocupa quando se olha para a base da pirâmide absorvendo cada vez mais profissionais sem a capacitação ideal.




O problema ganha proporções inimagináveis quando se constata que o verdadeiro apagão no mercado de trabalho é o de líderes.




Ou seja, pior do que uma base sem a qualificação desejada é pensar em equipes numerosas sem comando e liderança.



Quando se analisa friamente as razões para as transições profissionais, o primeiro fator levantado é o problema direto com o gestor ou o fato de os profissionais não julgarem seus gestores diretos com a competência necessária para o cargo.



O ímpeto de aproveitar o bom momento econômico do mercado brasileiro faz com que as empresas busquem expansão e resultados.



Para isso ocorrer há necessidade de contratações, principalmente nos níveis entrantes proporcionando a inserção de mão de obra cada vez mais jovem ao mercado de trabalho.



Ao mesmo tempo, o dinamismo do mercado faz com que as empresas identifiquem os profissionais com maior potencial e os promova mais cedo, reduzindo a média de idade dos gestores.



Até aí, nenhum problema.



Mas falta o passo seguinte, que vai desde o acompanhamento deste recém chegado ao posto de líder ao treinamento efetivo para que as habilidades e competências desejadas sejam amadurecidas.



A questão não é a de apontar o dedo para os atuais gestores e seus defeitos, mas sim, entender os efeitos desta falta de preparo na relação com os subordinados e empresa.



A prática mostra que a falta do treinamento e preparo ideal tem feito com que os líderes falhem no papel de delegar responsabilidades aos subordinados, promover o desenvolvimento dos profissionais e valorizar os seus resultados.



São ações que por outro lado quando bem realizadas se tornam ferramenta vital para a retenção dos profissionais.



Quando se pensa a dificuldade de contratação por conta do aquecimento econômico, perder um profissional é a última coisa que uma empresa deseja e um bom líder é um passo fundamental neste processo.



Outro ponto importante diz respeito ao conflito de gerações.



O fato de os profissionais serem promovidos cada vez mais cedo e ainda jovens resulta em líderes no comando de pessoas também da mesma geração, principalmente a famosa geração Y.



Os líderes que até o dia de ontem eram os subordinados e acostumados com feedbacks constantes, sede por crescimento profissional, expectativas e ambições elevadas chegam aos cargos de liderança e de certa forma, “esquecem” que os seus atuais comandados pensam da mesma forma.



Neste contexto é importante entender que o papel do líder se transformou e hoje as empresas estão cada vez mais horizontalizadas.



É necessário que o gestor tenha uma atuação mais consultiva e menos diretiva do que antes.



Os jovens, principalmente da geração Y precisam enxergar o valor de suas ações junto à empresa para satisfação profissional e por isso não querem respostas prontas de seus líderes.



O aquecimento econômico deve seguir bem como a necessidade de promoções antecipadas.



Se por um lado as empresas deverão entender que treinamento e respaldo aos líderes é investimento por outro lado os jovens líderes precisam deixar para trás os vícios da época de “subordinado” para entender e desempenhar o seu papel atual.



A harmonia entre as duas iniciativas é a melhor política em prol do desenvolvimento da carreira dos profissionais, atração e retenção de talentos.


por: Fábio Saad


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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Geração sob pressão, você aguenta ou estoura?

Selecionei para compartilhar, do site www.minhacarreira.com, por Diego Homem, excelente texto publicado em 19/04/2010


“Tenho de render mais”,
“Preciso aprender a fazer isso”,
“Tenho de fazer aquilo”.
Geralmente esses pensamentos, e outros tantos não descritos, são completados com outro

“Ou ficarei para trás no mercado…”.

Que a sociedade atual e o mercado de trabalho colocam uma pressão tremenda sobre nossos ombros não é novidade, mas será que boa parte dessa pressão não é auto-infligida?
A amplitude de atividades que podemos desempenhar é impressionante, sejam relacionadas a trabalho, educação ou lazer, a quantidade é difícil de ser listada, porém essa gama de possibilidades está acompanhada de uma característica que me parece inquietante, não importa o que você faça, tem que ser da melhor forma possível, de preferência, perfeito!

Alguns exemplos?

Já não escrevemos um blog apenas pelo prazer de escrever, ele tem de ter um visual cativante e você tem de montar uma rotina para que seus leitores não se esqueçam de você, afinal de contas, reputação online é muito importante.

As fotos com a família no fim de semana devem ser dignas de um book fotográfico.

Estudar uma língua estrangeira por diversão não é uma opção, pois devemos voltar nossos esforços para uma que seja interessante para o “mercado”.

Até num simples jogo de video game sua pontuação é comparada com outros jogadores e lhe mostram qual sua qualificação no ranking…
Esta forma de encarar nossas atividades gera muita ansiedade, o que em doses excessivas provoca cansaço demasiado e até esgotamento.

Sem percebermos, levamos os conceitos de “fazer sempre o melhor”, ser “multitarefa” e “fazer algo de útil” para tudo.

De nossa carreira, que deve estar sempre em ascenção, ao lazer, pois nossas férias e finais de semana devem ser inesquecíveis.

Ao final dos dias nos sentimos esgotados e os fins de semana parecem cansar mais do que os outros dias da semana.
Quando foi a última vez que você fez algo sem se preocupar com o resultado ou qualidade?

Ficou até tarde na cama sem achar que podia estar “fazendo algo de útil”?

Ou jogou futebol pelo prazer de jogar sem se importar com a vitória?

Acredito que está na hora de revermos alguns conceitos, para que tenhamos uma vida mais saudável e produtiva, afinal de contas, de pressão já basta a que temos de encarar para vencermos na vida.

Se você se encaixa nessa situação, como podemos começar a modificá-la?
  • Identificar nossas atividades, hábitos e interesses diários – Ler os blogs A, B, C, ir ao curso de Inglês, jogar vídeo game, ir à faculdade, aprender a tratar fotos no photoshop, aprender sobre Jardinagem, aprender a surfar, etc.
  • Categorizar de acordo com suas finalidades – Trabalho, Educação, Família, Lazer, etc.
  • Tentar reconhecer qual o nosso “ponto de esgotamento” e quão perto dele estamos chegando.
  • Observar a necessidade da atividade: Aprender Inglês é necessário, aprender a tratar fotos no photoshop apenas para transformar as fotos do fim de semana no seu último book fotográfico, nem tanto.
  • Eliminar aquelas atividades que são menos importantes de acordo com suas prioridades.
  • Fazer uma “to do list”, de forma a aliviar a cabeça das pendência que nos cercam.
  • Utilizar uma agenda ou calendário com os eventos que devem ser atendidos.
  • Reservar tempo para diversão despreocupada para cada dia da semana, de preferência um tempo maior durante o fim de semana
  • Aprender a dizer não para atividades que nos sobrecarreguem, seja aquele pedido do chefe quase na hora de ir embora ou um curso extra que vá lhe tirar preciosas horas de sono.
  • Apreciar os pequenos prazeres e surpresas da vida, um happy hour inesperado pode fazer melhor para sua cabeça do que você pensa.
E por fim o mais importante de tudo, encarar as coisas com menos seriedade, não estou dizendo que devemos ser menos responsáveis, mas nos preocuparmos menos com tudo, aceitar as coisas que não podemos mudar e nos concentrar naquilo que sabemos que podemos fazer melhor, ninguém consegue fazer tudo perfeito, e aceitar essa realidade já vai tirar um peso de seus ombros.

Competição é algo que sempre vai existir mas não precisamos competir por tudo.
Somos diferentes uns dos outros, suportamos e encaramos as coisas de formas distintas, mas é muito importante conhecermos nossos limites e as vezes o preço por ultrapassá-los é muito alto.


Como você lida com a pressão diária, aguenta ou estoura?

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UMA VITÓRIA!!!!!
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