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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Esforço, eficiência e produtividade



Você trabalha, trabalha, trabalha, mas sua carreira não evolui.
O que você está fazendo de errado?
Ou de certo?

Talvez o problema seja confundir esforço, eficiência e produtividade.

Existe uma diferença entre esforço e eficiência.
O esforço é a causa; a eficiência é a consequência.

Alguém pode conseguir um ótimo resultado com pouco esforço, enquanto o colega não consegue nada, apesar de ser muito esforçado.

Se dividirmos o resultado obtido pelo esforço empregado, o quociente da divisão é o que se chama de produtividade.

Parece simples, só tem um probleminha: de modo geral, pode-se dizer que as empresas tendem a valorizar mais o esforço aparente do que a produtividade concreta.

Isso significa que alguém entra e sai no horário certo, não fica na empresa nem um minuto depois do expediente, não trabalha em fins de semana e não leva trabalho para casa pode ser tremendamente produtivo.

Mas, mesmo assim, acaba perdendo na comparação com um funcionário menos produtivo, mas que se dedica 24hs por dia para a empresa.

Esse funcionário super esforçado é avaliado como comprometido e altamente motivado.

Para ele, a família não existe.
O importante é a empresa.

Já para o funcionário produtivo, existe uma vida fora da empresa.
E ele consegue ter mais tempo para a família exatamente por ser produtivo.

Então, aonde está o probleminha?
Na percepção das pessoas.
Tem uma regrinha que diz que, se um funcionário for rápido e eficiente, todo mundo irá pensar que o trabalho era fácil e ninguém dará o devido valor.

Não por acaso, o tipo de funcionário que as empresas mais apreciam é o produtivo que parece esforçado.


Livro: Super dicas para impulsionar sua carreira
Max Gheringer

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Amigos vem e vão, os inimigos se acumulam!


O Sucesso consiste em não fazer inimigos



Max Gheringer


Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras.

Regra número 1: colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe.

Exemplo: se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1997 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2007.

Regra número 2: A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.

Regra número 3: Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo, mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego.

Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar como você está e sempre reclama porque sumiu. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos, na verdade colegas e apenas meia dúzia de inimigos.
Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A Lei da Perversidade Profissional diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é possível que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos amigos.

Portanto, profissionalmente falando, e pensando em longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória. E segundo ditado popular (bem popular mesmo):-


“Os amigos vem e vão, os inimigos se acumulam."