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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quando me amei de verdade



Há mais de 15 anos frequento nas férias e em alguns feriados um charmoso café numa cidade do Sul de Minas.
Mara sua proprietária é uma mulher guerreira, é mãe orgulhosa de sua cria, é inteligente, simpática, dedicada ao seu negócio e em servir bem seus clientes, e conquista a todos com seu atendimento e qualidade.
Acompanho a sua criatividade em tornar seu ambiente acolhedor, ela adota decorações temáticas e sempre agrega ao seu cardápio textos, citações que nos fazem pensar.

Já conhecia esse texto, mas me encantou vê-lo publicado em seu cardápio!
E me deixou feliz quando ao comentar da beleza da escolha, de receber de suas meninas(Tânia, Marcela e outras - que sempre nos atendem sorrindo e nos conhece pelo nome), uma cópia do texto, já preparada para presentear os clientes que mencionam a admiração pelo texto ao fazerem seus pedidos!

Parabéns Mara, você merece o sucesso que tem, pois você semeia boas vibrações e cativa seus clientes, os transformando em amigos!

"Quando me amei de verdade,
compreendi que em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome: AUTO-ESTIMA.


Quando me amei de verdade, pude perceber

que minha angústia, meu sofrimento emocional,
não passa de um sinal de que estou
indo contra as minhas verdades.
Hoje sei que isso é: AUTENTICIDADE.


Quando me amei de verdade,

parei de desejar que a minha vida fosse
diferente e comecei a ver que tudo o que
acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de: AMADURECIMENTO.


Quando me amei de verdade,

comecei a perceber como é ofensivo
tentar forçar alguma situação ou
alguém apenas para realizar aquilo
que desejo, mesmo sabendo que não é
o momento ou a pessoa não está preparada,
inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é: RESPEITO.


Quando me amei de verdade,

comecei a me livrar de tudo que
não fosse saudável..pessoas, tarefas,
tudo e qualquer coisa que me pusesse
para baixo. De início minha razão
chamou essa atitude de egoísmo,
Hoje sei que se chama: AMOR-PRÓPRIO.


Quando me amei de verdade,

deixei de temer o meu tempo livre e
desisti de fazer grandes planos,
abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto,
quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é: SIMPLICIDADE.


Quando me amei de verdade,

desisti de querer sempre ter razão e, com isso,
errei muito menos vezes.
Hoje descobri a: HUMILDADE.


Quando me amei de verdade,

desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar
com o futuro. Agora, me mantenho no presente,
que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.
Isso é: PLENITUDE.


Quando me amei de verdade,

percebi que minha mente pode
me atormentar e me decepcionar.
Mas quando a coloco a serviço do meu coração,
ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é: SABER VIVER!


Livro: Quando me amei de verdade
Autores: Kim e Allison Mc Millen
Editora: Sextante
Ano:2003

O sucesso de ´Quando me Amei de Verdade´ nasceu por acaso.
Kim McMillen escreveu num caderninho suas reflexões sobre a vida, e sua filha, Allison, fez uma edição artesanal para presentear alguns parentes e amigos.
O livro foi passando de mão em mão, encantando as pessoas por transmitir, de forma simples, verdades importantes: nunca estamos sozinhos quando sabemos aproveitar nossa própria companhia e, para amar os outros, precisamos primeiro nos amar.
Este livro ensina que a felicidade está dentro de cada um de nós e que encontrá-la é mais fácil do que imaginamos.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

As bolas da vida

O texto que transcrevo abaixo é de extrema importância para mim, para minha forma de ver "as bolas da vida" e como procuro equilibrar minha vida!


Conta-se que durante uma palestra em uma universidade americana, Brian Dyson, ex-CEO da Coca-Cola, falou sobre a relação que há entre trabalho e os compromissos da nossa vida.


“Imaginem que a vida seja um jogo, no qual você tenha que equilibrar cinco bolas no ar, ao mesmo tempo, como um malabarista.

Nomeie cada uma das bolas: trabalho, família, saúde, amigos, espírito - e mantenha todas no ar e em equilíbrio.

Em breve você irá entender que a bola do trabalho é de borracha.

Se você derrubá-la, ela irá quicar no chão e voltará para a sua mão.


Mas as outras quatro bolas - família, saúde, amigos e espírito - são feitas de vidro.


Se uma delas cair, elas irão se danificar, quebrar ou estilhaçar.

E nunca mais serão as mesmas.”, diz ele.