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terça-feira, 24 de julho de 2012

Enriquecer é uma arte


Pois é...


"Como em qualquer vertente artística, colherá melhores frutis o artista que se dedicar mais, que for perseverante, inspirado, disciplinado e que não se acomodar com resultados obtidos no passado. 

Quem aparentementenão nasce com determinado dom artístico pode desenvolvê-lo educando-se com afinco.

Se isso não der origem a uma obra brilhante, ao menos resultará em um trabalho competente."
...

"Porém, assim como nas artes, a união de duas pessoas inspiradas em seus projetos pessoais nem sempre resulta em um fantástico dueto."

"Teoricamente, lidar com dinheiro deveria ser uma tarefa mais simples de se fazer em família do que individualmente.....O que funciona para um indivíduo não necessariamente funcionará para outro ou para a vida a dois, pois existe toda a complexidade de sentimentos, hábitos e histórico familiar envolvidos. isso traduz em duas pessoas com vontades diferentes, expectativas de consumo diferentes, níveis de ansiedade diferentes, conhecimentos  diferentes e habilidades diferentes, principalmente quando se trata de habilidades matemáticas ou econômicas."
...
"Unir forças não é garantia de um conjunto mais forte, principalmente quando o assunto é riqueza.
Quantos casamentos terminam em divórcio por causa de dinheiro?
O mesmo acontece com parceiros de negócios, irmãos, comerciantes e clientes.

O dinheiro é o meio que viabiliza nossas ambições, 
por isso mexe com nossas emoções."



Os casais que são felizes em seu relacionamento e que têm sucesso nas finanças adotam algumas práticas, nem sempre conscientes, que os ajudam a conduzir melhor suas escolhas.
Algumas delas foram aprendidas com exemplos dos pais, outras com o convívio social, e outras tantas podem ter surgido simplesmente da química entre o casal .

Não importa a origem: existem práticas que podem fazer seu relacionamento e sua vida financeira mudaram para melhor. " 
 ...

"Um método para construção de riquezas deve seguir o seguinte raciocínio:

1-gastar dinheiro que ganha com qualidade, a ponto de obter satisfação no consumo cotidiano.
2-ter a certeza de gastar menos de que aquilo que ganha, pensando em ter dinheiro também na fase menos produtiva a que possivelmente chegará no futuro.
3-o dinheiro que sobra deve ser investido;
4-continuamente estudar o desepenho do seu investimento."

E o livro se desenvolve nos levando , qualquer seja a etapa em que estejamos no nosso equilíbrio(ou desequilíbrio) financeiro, a pensar:

"10 passos para equilibrar sua situação financeira e passar a multiplicar riquezas:

1-negociar as dívidas
2-eliminar dívidas não planejadas
3-fortalecer o crédito
4-formar uma reserva de emergências
5-melhorar a qualidade de consumo
6-planejar a renda na aposentadoria
7-poupar regularmente para objetivos de curto e médio prazos
8-estudar continuamente alternativas de investimentos
9-envolver-se com o mercado de investimentos
10-administrar o equilíbrio"

Bem, eu já fiz meu plano de recuperação, será que ainda dá tempo de reverter o cenário e planejar a renda para a aposentadoria?
E saibam, o Projetando Pessoas faz parte desse plano de rentabilização do presente/futuro!!
Será que dará certo??
vamos que vamos, que estou confiante!!!

Julho - atingi 100.000 visitas e 1000 seguidores!!! mais uma meta conquistada!!!!




domingo, 20 de novembro de 2011

Ayn Rand



Quando você perceber que:
. para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;
. quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;
. quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que ... pelo trabalho,
. e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
. quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício;
então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.

Ayn Rand (filósofa russo-americana)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Olhe as pessoas nos olhos

foto do google


· Dê mais às pessoas, MAIS do que elas esperam, e faça com alegria.

· Decore seu poema favorito.

· Não acredite em tudo que você ouve, gaste tudo o que você tem e durma tanto quanto você queira.

· Quando disser "Eu te amo" olhe as pessoas nos olhos.

· Fique noivo pelo menos seis meses antes de se casar.

· Acredite em amor à primeira vista.

· Nunca ria dos sonhos de outras pessoas.

· Ame profundamente e com paixão.

· Você pode se machucar, mas é a única forma de viver a vida completamente.

· Em desentendimento, brigue de forma justa, não use palavrões.

· Não julgue as pessoas pelo seus parentes.

· Fale devagar mas pense com rapidez.

· Quando alguém perguntar algo que você não quer responder, sorria e pergunte: "Porque você quer saber?".

· Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem riscos.

· Ligue para sua mãe.

· Diga "saúde" quando alguém espirrar.

· Quando você se deu conta que cometeu um erro, tome as atitudes necessárias.

· Quando você perder, não perca a lição.

· Lembre-se dos três Rs: Respeito por si próprio, respeito ao próximo e responsabilidade pelas ações.

· Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.

· Sorria ao atender o telefone, a pessoa que estiver chamando ouvirá isso em sua voz.

· Case com alguém que você goste de conversar. Ao envelhecerem suas aptidões de conversação serão tão importantes quanto qualquer outra.

· Passe mais tempo sozinho.

· Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores.

· Lembre-se de que o silêncio, às vezes, é a melhor resposta.

· Leia mais livros e assista menos TV.

· Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e olhar para trás, você poderá aproveitá-la mais uma vez.

· Confie em Deus, mas tranque o carro.

· Uma atmosfera de amor em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para criar um lar tranquilo e com harmonia.

· Em desentendimento com entes queridos, enfoque a situação atual.

· Não fale do passado.

· Leia o que está nas entrelinhas.

· Reparta o seu conhecimento. É uma forma de alcançar a imortalidade.

· Seja gentil com o planeta.

· Reze. Há um poder incomensurável nisso.

· Nunca interrompa enquanto estiver sendo elogiado.

· Cuide da sua própria vida.

· Não confie em alguém que não fecha os olhos enquanto beija.

· Uma vez por ano, vá a algum lugar onde nunca esteve antes.

· Se você ganhar muito dinheiro, coloque-o a serviço de ajudar os outros, enquanto você for vivo. Esta é a maior satisfação de riqueza.

· Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade de um pelo outro.

· Julgue seu sucesso pelas coisas que você teve que renunciar para conseguir.

· Lembre-se de que seu caráter é seu destino.

· Usufrua o amor e a culinária com abandono total.

Dalai Lama

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Dinheiro motiva?


Roberto Santos, ex-Diretor de RH da Intelig, também escreveu no Vya Estelar uma matéria que fala do tema da semana que é Dinheiro x Felicidade, segue o link e depois a matéria:
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/gestaopessoal_felicidade.htm

“Desejo, necessidade, vontade...
A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte.
A gente não quer só comida, a gente quer saída para qualquer parte...
A gente não quer só dinheiro, a gente quer dinheiro e felicidade...”

Esse sucesso do começo da carreira dos Titãs retrata o tema que há muitos séculos povoa às mentes de pensadores, artistas, políticos e pessoas comuns como você e eu – a busca da felicidade.

Livros e mais livros de autoajuda entopem as prateleiras de livrarias e bibliotecas reais e virtuais; palestras motivacionais se multiplicam em palcos empresariais para acenar com a possível realização de nossos sonhos e esperanças.

Enriquecem autores e palestrantes, fagulhas de motivação acendem os espíritos e mentes dos leitores e espectadores para logo se apagarem diante da dura realidade da rotina que engole os planos de mudanças de vida.

Utopia ou realidade, a busca da felicidade é como um combustível que nos move diariamente a fazer o que fazemos na tentativa ou esperança de alcançá-la.

Recentemente, duas notícias circularam sobre este tema e me chamaram a atenção.

O projeto emenda constitucional de Cristovam Buarque, em uníssono com o Movimento Mais Feliz, visa rever a redação do artigo sexto da Constituição Brasileira, para incluir a felicidade:

“São direitos sociais, essenciais à busca da felicidade, a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados.”

Numa primeira leitura destes direitos sociais todos, almejados por nossa Carta Magna, passa a impressão de que sendo atendidos integralmente, teríamos finalmente atingido a tão sonhada felicidade.

Será verdade?

Não seriam condições necessárias, mas não suficientes?

Afinal, será que o mesmo tipo de alimentação, de trabalho, de moradia que satisfaz a seu vizinho, também o fará feliz?

Provavelmente, não.

Essa tal felicidade parece ser por demais subjetiva e, por consequência, complexa para se obter respostas simples.

Outra notícia que voltou à mídia recentemente é sobre o “Índice de Felicidade” que o Governo Britânico está querendo criar seu indicador, como Canadá, França e o Butão já criaram o seu.

Esse pequeno país Asiático e budista foi o primeiro a falar, em 1972, no conceito e índice de “Felicidade Nacional Bruta” (FNB).

O rei Jigme Singye Wangchuck que abriu o Butão à modernidade, desenvolveu esse indicador que mede a qualidade de vida ou progresso social em termos mais holísticos e psicológicos do que o “Produto Interno Bruto” que ainda é o índice predominante para avaliar as riquezas dos países.

Entretanto, como muitos indicadores psicológicos e sociais, a “FNB” é mais fácil se descrever do que defini-la com precisão matemática como o “PIB” que já existe há muito mais tempo.

Os pilares da FNB são bastante genéricos, e como tal, facilmente transportáveis para diferentes culturas.

São quatro esses pilares: a promoção do desenvolvimento sustentável, a preservação e promoção de valores culturais, a conservação do meio ambiente natural e o estabelecimento de boa governança.

O que o Governo Britânico está querendo perguntar à sua população é “O que faz você feliz -- Dinheiro, emprego, saúde, bons relacionamentos, sensação de segurança, atividades culturais?...

Com base nas respostas do que é importante para as pessoas, vão criar um índice que será acompanhado e divulgado junto ao PIB.

Assim, será possível saber se o britânico está mais rico ou mais pobre, e também se está mais ou menos feliz, e até que ponto uma coisa influencia a outra.

As duas notícias mencionadas são apenas ecos com tons um pouco diferentes de vozes anteriores perguntando o que nos motiva, o que queremos, o que valorizamos, para a busca da tão sonhada felicidade.

Os seres humanos, segundo a Teoria Socioanalítica, de Robert Hogan, vivem em grupos que têm hierarquias (como escolas, igreja, exército, empresas, etc.) e buscam, ao longo do desenvolvimento da espécie, satisfazer três grandes necessidades:

-de serem aceitos para pertencer aos grupos que lhes são importantes, isto é, “dar-se bem” com os outros,

-de se destacarem naquelas hierarquias, ou seja, “se dar bem” na carreira por exemplo, e, num nível mais elevado de necessidade,

-encontrar um significado para a vida, geralmente, pela via espiritual da religião e outras formas de resposta.

Essa última necessidade é aquela que nos diferencia daqueles primos que ainda andam sobre quatro patas, os primatas.

Ao longo de 80 anos de estudos, vários autores propuseram suas taxonomias ou classificações de motivações e valores.

A Pirâmide de Maslow está entre as mais famosas

– na base, as necessidades fisiológicas,

-seguidas das de segurança,

-depois as sociais,

-de autoestima e por último as

-de autorrealização.

Em linhas gerais, uma necessidade só é motivadora quando não está atendida e por isso, move o indivíduo a buscar seu atendimento.

Dessa maneira, seria muito difícil, falar em motivar alguém com uma oportunidade de fazer um curso de pós-graduação na Europa, se a pessoa está morrendo de frio e fome.

Dinheiro motiva?


A pergunta polêmica que fiz a um grupo de executivos certa vez: “Dinheiro motiva?” pode suscitar uma resposta impulsiva do tipo “claro...”

Porém, quem já não viveu a situação de estar trabalhando num ambiente terrível, em que precisa-se de velcro nas solas dos sapatos para não cairmos quando o tapete nos é puxado e que reportamos a um chefe-mala-sem-alça e tóxico?

Qual seria o efeito motivador de um polpudo aumento de salário, ou por quanto tempo ele teria efeito?

Provavelmente, depois de uns dois meses que os reais adicionais encontrassem seu destino com novas contas, sobreviriam as dores do ambiente e chefe perversos.

Ou seja, a remuneração injusta e incompatível com nossas competências e contribuições pode ser desmotivadora, mas apenas ganhar mais e mais não motiva ninguém.

O Dr. Hogan criou seu Inventário de Motivos, Valores e Preferências, organizados em Interesses por Status (Reconhecimento, Poder e Hedonismo), Interesses Sociais (Afiliação, Altruísmo e Tradição), Interesses Financeiros (Segurança e Comercial) e Estilos de Tomada de Decisão (Estética e Científico).

Esse instrumento serve para a pessoa avaliada, ou a empresa onde ele trabalha ou pretende trabalhar, poder mensurar e compreender em que tipo de ambiente e/ou de carreira, ela vai se sentir mais feliz e, por consequência, ter um melhor desempenho.

Por exemplo, pessoas que adoram trabalhar em vendas, e que costumam ser bem-sucedidas nessa carreira, costumam ter alta necessidade de Reconhecimento (fama e visibilidade), de Poder (ser bem-sucedido em competições), de Afiliação (estar em constante contato com pessoas) e Comercial (fazer e ganhar dinheiro) e baixa necessidade de Segurança (disposição a correr riscos).

Assim, a pergunta sobre o que traz felicidade (ou “manda buscar” como brincam alguns...) é, em grande parte, um fator do quanto minhas motivações e meus valores são atendidos pelo que eu faço, o que tenho acesso, com quem eu ando, etc.

Por esse motivo, não pode haver uma resposta única ao que faz felizes os britânicos, canadenses, butaneses ou brasileiros, para que se possa providenciar numa constituição.

Sabemos sim que os direitos sociais básicos para uma vida digna devem ser pleiteados veementemente junto aos governos, em troca dos impostos que pagamos.

Contudo, o alcance da felicidade mais profunda e autêntica depende do quanto conseguimos nos conectar conosco mesmos, para conhecermos nossos valores e motivações que apontam para aquilo que se traduz no significado que buscamos para nossa existência nesse mundo."


Obrigada Roberto Santos por compartilhar conosco essa matéria!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dinheiro não traz felicidade, mas aplaca os nervos!




Aproveitando o tema
Felicidade x Dinheiro da postagem de ontem, (e pedindo segredo de Estado para as minhas mais íntimas confissões abaixo....rsrsrs), e porque ando numa maré de pensar muito a respeito das seguintes opções:...

Como:
-Viver mais simples...
-Viver com menos...

-Cortar gastos...

-Reduzir gastos com cartão de crédito...

-Ter prazer, lazer, diversão sem ter despesas...




Ou Como:

-Sobreviver as fusões, aquisições, mudanças organizacionais...

-Obter aumento de salário....

-Ser promovida ao cargo justo à experiência e competência..

-Ser valorizada...




Como:

-Aumentar seus rendimentos se as duas alternativas anteriores não se concretizarem...

-Ter um plano B...

-Manter um networking sólido...

-Ter saúde, discernimento e força, sempre, para vencer cada obstáculo com fôlego, criatividade, bom humor e flexibilidade!



Coloquei na minha mesa de trabalho alguns imãs, fotos e recortes de jornais relacionados ao tema para me fazerem meditar sempre!!!

- Coloquei fotos das minhas filhas para lembrar a todo momento do PORQUE e PARA QUE preciso seguir meu caminho de conquistas e de evolução;


-Fiz um altar com:


-miniaturas de imagens dos meus santinhos de devoção(NS Fátima, São Padre Pio,São Jorge, São Judas Thadeu, São Francisco de Assis),

-com relíquias de Roma e de Padre Pio de Pietrelcina,

- mini-terço

-e ganhei dos meus colegas de trabalho mais de 20 orações com imagens de Santas e de Santos (N S Desatadora dos Nós, N S das Cabeças, Santo Expedito, Santa Therezinha, Santa Rita, N S das Graças, Sto Antônio,etc).


Com Fé tudo é possível, e quem trabalha em suporte à Produção de Sistemas Muito Críticos ao Negócio da Empresa, 24 x 7 (24hs por dia, 7 dias na semana), vive momentos de muita pressão e de muita urgência, que só com muita Fé e conhecimento de processo, para rápida tomada de decisão, para trasnformar o impossível em possível! E de VERDADE, Milagres Acontecem!


-Coloquei fotos de profissionais que são meu benchmark, profissionais e pessoas brilhantes que atingiram seus objetivos;


-Coloquei na minha gaveta da baia exemplares das Revistas Exame e Você SA, com cases de sucesso profissional, para ler em momentos em que tudo fica difícil e ter certeza de que tudo é possível!


















-Coloquei meus sonhos de 2011 e meu projeto de Emagrecer também na 2a. gaveta, para situações de SOS! Pois não posso e não devo me desviar dos meus objetivos de vida!



















-Preguei na baia a seguinte frase:


Dinheiro não traz felicidade,

mas aplaca os nervos!

Mas vamos combinar que tudo isso que disse acima é segredo entre amigos, ok?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Eduque seu filho para ser feliz!!!




Recebi recentemente da amiga Mônica Cara um texto, que não é novo mas é bastante bom, de uma Campanha publicitária do Citibank, que foi veiculada em outdoors, há algum tempo atrás, marco em publicidade relacionando qualidade de vida, valores e relacionamento humano, com o mercado financeiro, com o mundo corporativo.
A campanha da agência Fallon Brasil ganhou o Prêmio Padrão da Central do Outdoor em 2006.


"Crie filhos em vez de herdeiros."
"Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete."
"Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela."
"Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama."
"Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
"Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
"Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
"Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas..."
"...e quem sabe assim você seja promovido a melhor ( amigo / pai / mãe / filho / filha / namorada / namorado / marido / esposa / irmão / irmã.. etc.) do mundo!"
"Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas e não o seu preço."



Parabéns ao Citibank, à Agência de Publicidade que criou essa campanha e ao profissional(ou mais de um) que a concebeu!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

The Joy of Working



Denis Waitley é um consultor internacional, autor de livros sobre liderança e sucesso.
Ele atuou como consultor para astronautas da NASA, chefes de estado, atletas olímpicos e inúmeros executivos de grandes empresas multinacionais.
Autor de inúmeros títulos, selecionei um trecho do livro - The Joy of Working (A alegria de trabalhar - um método de 30 dias para atingir sucesso, riqueza e felicidade no trabalho) , que aliás é um título que expressa exatamente aquilo que eu, já tive um dia e, ainda sonho em ter de novo, e sempre, na vida profissional!!!!!

E creio que 99,99% dos trabalhadores também possuem esse sonho...


"Tempo é uma oportunidade igual para todos.

Todos os seres humanos têm exatamente a mesma quantidade de horas e minutos todos os dias.

Os ricos não conseguem comprar mais horas.

Cientistas não conseguem inventar novos minutos e

você não pode guardar tempo para utilizá-lo um outro dia.

Mesmo assim, o tempo é extremamente justo e generoso.

Não importa quanto tempo se perdeu no passado,

ainda temos um amanhã inteiro.

O sucesso depende de usarmos o tempo com sabedoria, planejando e estabelecendo prioridades.

O fato é que o tempo vale mais que o dinheiro.

E, ao se matar o tempo, estamos matando nossas chances de sucesso".

domingo, 10 de outubro de 2010

Mais Tempo, Mais Dinheiro


Gustavo Cerbasi é especialista em finanças e Christian Barbosa se especializou em administração do tempo.
Tem trabalhos solos, mas se tornaram parceiros nesse livro muito interessante.
Quem me conhece sabe que planejamento e organização combinam muito comigo.
Gestão do Tempo é um dos temas que sempre estudei, tendo inclusive ministrado algumas palestras.
O livro se propõe a nos fazer parar para pensar em como cuidamos de fatos cotidianos que, com observação, com discernimento, nos ajuda a traçar estratégias para tornar nossa vida mais equilibrada.
Eles começam nos questionando se Tempo é Dinheiro.
"E tempo, não é a mesma coisa que dinheiro.
Tempo e dinheiro são riquezas distintas que, somadas e bem utilizadas, conferem novo sentido ao conceito de prosperidade.
A sinergia entre dinheiro e tempo é tão grande que podemos nos arriscar em dizer que você não conseguirá ter um sem ter o outro de forma equilibrada."
Marquei um trecho impactante para mim:
Tempo é vida e o sucesso não será medido apenas pelas suas conquistas materiais, mas sim pela qualidade de vida que você tiver!
O que nos leva a prosperar?
Eles evoluem na dissertação de um método para você conseguir planejar seu tempo e ter sustentabilidade financeira, proporcionando uma vida mais equilibrada e focada nas coisas que são realmente importantes e que passa por 4 etapas:
1-Descobrir o que é importante
2-Parar com o que não lhe traz retorno
3-Planejar o equilíbrio
4-Melhorar sua qualidade de consumo
Cada um desses tópicos mexe conosco a medida que as páginas do livro são viradas, e garanto que é bom ter um caderno e uma caneta à mão para anotar todos os seus objetivos de vida, seus desperdiçadores de tempo, seus hábitos errados de consumo, enfim você vai construindo um novo plano de vida e passa a pensar ponderando em cada decisão, em cada escolha, se aquilo vai te levar ao encontro da realização dos seus sonhos!
Escolha ser feliz, fazendo o que gosta e gastando com o que lhe faz bem.
Seja sempre honesto e bondoso consigo mesmo!
Mais Tempo Mais Dinheiro
Gustavo Cerbasi
Christian Barbosa

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Viver ou juntar dinheiro?

Muitos conhecem Max Gehringer de passagens pelo Fantástico.
Outros dos programas de rádio ou de suas colunas em revistas como Você SA, Exame, Época, dentre outras.
Eu tive a oportunidade de conhecê-lo numa palestra na empresa aonde trabalho e ele tem um talento nato para se comunicar se expressando de forma clara, com exemplos bem concretos e expressões francas e bem humoradas!
Ele recebeu destaque pela Gazeta Mercantil em 1999, como um dos 30 Executivos Mais Cobiçados e, em 2005 e 2006 foi um dos 5 finalistas do Top of Mind na categoria palestrante.
Atuou como Diretor em empresas como Pepsi e Pullman e decidiu abandonar o poder de alto executivo para se dedicar a escrever e palestrar sobre Carreira e Gestão Empresarial.


Tenho alguns de seus textos guardados e separei esse para ofertar à meditação e comentários:


"Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinta da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários."

Lá vai: "Prezado Max, meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam para escutar os mais velhos, que eram mais sábios, agora me dizem que tenho que escutar os jovens porque são mais inteligentes.
Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo,que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês, teria economizado R$12.000,00 e assim por diante. Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente não ter despediçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis. Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro.
Mas se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer.
E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz.
Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro mas sem ter vivido a vida".