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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Para cuidar da auto-estima



Foto Google



Se você quer mesmo ser feliz ...

  • Dê uma trégua à autocrítica.  Chega de olhar os seus defeitos com lente de aumento, depreciando suas qualidades. É tempo de aprender que você é muito especial.
  • Aja consigo mesma como costuma agir com sua melhor amiga. Por exemplo: você costuma dizer à amiga que ela está gorda e acabada, que aquele projeto não vai ser aprovado e que ela nunca vai encontrar o homem dos sonhos? É claro que não. Então por que para você, que deveria ser a pessoa mais importante da sua vida, você impõe tanto negativismo? 

  • Encare sua vida como se ela fosse um filme. Para nos libertarmos dos ciclos negativos, precisamos conhecer o roteiro de nossa vida e criarmos um novo, no qual deixamos de ser figurantes e nos tornamos personagem principal. Imagine o nome que você daria a essa filmagem e a veja em letras garrafais iluminado nos outdoors da cidade, anunciando o lançamento para janeiro de 2013. Seja realmente a artista principal de sua vida.
  • Ao acordar, espreguice-se na cama antes de levantar. Comece a sentir que há vida dentro de você. Mexa o corpo pensando que este será o melhor dos seus dias. Olhe-se no espelho, abra um sorriso, dê um belo bom dia para você, pois você merece! Ontem já se foi, amanhã nem chegou, mas hoje você está com todas as possibilidades para viver plenamente.
  •  Acredite que você é amada e merece ser amada. Portanto, comece a mudar a relação que você tem com você mesma. Cuide de seu corpo, faça atividades físicas e atente à sua respiração. Um corpo saudável contribui para uma mente saudável.
  • Prepare um delicioso café da manhã para começar bem o dia. Trate-se com carinho e afeto. Nosso corpo precisa de uma boa alimentação para estar disponível para a realização de nossos projetos. Lembre-se de que somos consciência e energia espiritual, mas sem corpo não vamos a nenhum lugar.
  • Deixe de remoer as experiências do passado, isso só vai prejudicar o fígado. Ninguém é perfeito... Avalie qual a aprendizagem adquirida e estabeleça a nova atitude a ser desenvolvida para o seu melhor e o melhor de todos.
  • Pratique meditação. Assim aprenderá a dominar a mente com todos os seus julgamentos e ouvir a intuição, seu "guru interior". Ele sempre indica os melhores caminhos e as melhores soluções para os velhos e novos problemas.
  • Faça uma lista de todas as ideias que já teve e que deixou de lado. Veja qual ainda faz pulsar o seu coração e então ouse realizá-la. Por mais que você ainda diga que é pura "maluquice", lembre-se de que em seu interior continua viva a sua criança com todos os sonhos um dia sonhados. Em vez de esperar que alguém venha ajudar a realizá-los, comece. Não prorrogue mais seus sonhos!
  • Inclua no seu dia a dia algo que seja prazeroso, que a deixe feliz. A vida não é feita só de obrigações. Equilibre dever e lazer e nos fins de semana, faça programas que realmente sejam do seu agrado. É tempo de relaxar...
  • Fuja dos "vampiros de energia", aquelas pessoas pessimistas e frustradas que só sabem reclamar da vida e deixar qualquer ambiente carregado com seu baixo-astral. Cerque-se de pessoas otimistas, divertidas e alegres.
  • As redes sociais facilitaram - e muito - a nossa vida. Mas, organize-se para encontrar pessoalmente os amigos de que gosta. Telefonemas, cartas e cartões podem até ser "obsoletos" (será?), mas dão uma alegria imensa para quem os recebe e para quem os dá.
  •  Se você ainda é do time dos sedentários, tente incluir os exercícios físicos na sua agenda de 2013. Procure uma atividade da qual goste - dança, caminhada, corrida, ioga, natação - e perceba os benefícios que em pouco tempo ela trará à sua vida. Movimentar-se aumenta o nível de endorfinas - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar - no cérebro.
  •  Descubra esportes radicais e escolha aquele que mais a atrai. Olhe os seus fantasmas de frente, bem nos olhos e supere-os. Nesses esportes descobrimos que somos muito mais do que acreditamos ser.
  • Abra-se para o novo, aprenda uma nova habilidade, um novo conhecimento, um novo talento e se desfaça dos hábitos que a mantêm num casulo, parada no tempo. Aprenda com a natureza: abra as asas como a borboleta, voe alto como as águias, mergulhe na alegria dos golfinhos e brilhe como o sol em sua vida.
  •  Pare de responsabilizar o mundo (seu chefe, a empresa, a falta de dinheiro) pela não realização de seus objetivos, frustrações ou insucessos. Quando a responsabilidade é assumida, você toma o seu poder de transformar e planeja uma melhor estratégia com mais confiança.
  •  Formule objetivos de modo positivo. Não diga "não quero mais sofrer por amor", por exemplo, e sim "quero ser feliz ou quero encontrar um grande amor". Diga o que quer e não o que não quer. De modo geral, as pessoas só falam o que não querem. Pensamentos, falas e ações criam realidade, portanto se você estiver pensando e falando sobre o que não quer é isso que você estará criando.
  •  Trace objetivos que vão depender de você para a realização. "Quero que meu namorado me ame", por exemplo, não seria sustentado por você, e sim por ele. Só formule objetivos sobre os quais é possível agir: o objetivo não é "quero que meu chefe me dê aumento", mas sim "farei o que for necessário para obter uma promoção".
  •  Às vezes, os medos nos invadem, pois eles são frutos de experiências dolorosas do passado que estamos revivendo a cada dia como se fossem se repetir. Deixe-os no seu tempo, mas reconheça-os, admita-os, avalie-os e faça aprendizados positivos dessas experiências para viver o agora plenamente.
  •  Sempre foque em coisas boas, jamais na tragédia, na dor, no desânimo, na preguiça. Quem foca em coisas ruins atrai o mesmo para a própria vida. Pensamentos, sentimentos, falas e ações precisam estar alinhados para que as coisas fluam, e você se realize. Felicidade constrói felicidade, portanto esteja feliz desde já, como se já estivesse realizado o que você quer.
  •  Nunca deixe de sonhar, tudo começa com um bom sonho, sonhe ilimitadamente. As pessoas estão perdendo a capacidade de sonhar. Depois, traga os sonhos para a realidade e verifique o que você pode fazer para alcançá-los. Planeje e vá para a ação, realize e comemore. Depois sonhe mais, planeje, crie ação, realize e comemore, e de novo e de novo.
  •  Contemple todas as áreas da sua vida. Quando focamos excessivamente em uma área tiramos energia de outra, causando desarmonia ao todo, portanto tenha equilíbrio. Estabeleça objetivos para a área familiar, afetiva, profissional, financeira, social e o que mais achar conveniente. Assim seu crescimento será integral, o que trará fluidez para sua vida.
  • Escreva e faça um painel representativo com frases e figuras de todos os seus sonhos e objetivos. Você pode também criar quadros mentais das suas realizações e se conectar a eles a qualquer momento. Assim a mente capta os estímulos da melhor forma. Fale bastante sobre os sonhos, pois os mesmos precisam ser alimentados para se concretizarem. Essa atitude abre caminhos neurais que auxiliam na conquista dos objetivos tornando-os mais palpáveis.
  •  Ouça sua voz interior. Busque sempre ouvir o seu próprio "eu". Quando você tem convicção do que quer e sabe que isso realmente é bom, os comentários divergentes não abalarão a sua caminhada na direção de seu objetivo.
  •  Comemore a realização. A alegria e a gratidão são emoções que validam profundamente o esforço da trajetória e nos motivam para novas e maiores realizações. Celebre e lembre-se: você tem o poder sobre tudo na sua vida. Seja livre, seja você e crie sua própria realidade.
  •  Invista mais tempo em seu autoconhecimento. Todo mundo, sem exceção, deixa um rastro durante a vida, e esse histórico indica tendências futuras. Tudo o que uma pessoa conseguiu até agora, e tudo o que espera conseguir, é muito influenciado por sua personalidade. Não seria exagero afirmar que ela é seu patrimônio mais importante. Portanto, é fundamental se autoconhecer.
  •  Não force sua natureza. Apesar de a personalidade adquirir alguma maleabilidade com o passar dos anos, a estrutura (a base) continua sendo a mesma durante toda a vida. Não é bom correr atrás de algo que você sabe que não leva jeito. Se você é tímida, por exemplo, não lute contra isso, apenas administre. Provavelmente sua praia não é lidar com o público. O contrário também é verdadeiro: se você é extrovertida, trabalhar fechada num escritório poderá ser uma tortura.
  •  Identifique seus pontos fortes. Sua inteligência e eficiência dependem de seu sucesso em tirar proveito das conexões mentais mais fortes. Ser exigente, teimosa, perfeccionista, mandona, falante, desconfiada etc. pode se tornar um ponto forte se você utilizar no momento certo, ou seja, este comportamento além de não atrapalhar, pode gerar soluções.
  •  Aquele relacionamento que parece não ter solução pode, sim, ser resgatado. Escreva uma carta para essa pessoa explicando o que fez você se sentir mal com ela, quais os sentimentos que afloraram e como isso impactou no relacionamento de vocês. O resultado pode ser até que você retome essa convivência de forma harmoniosa e amorosa.
  •  Fique perto de bebês, mesmo que você não seja do tipo maternal. Observe-os com calma, como eles interagem, como eles sorriem, como eles vão de um momento a outro sem se apegar a nenhum sentimento. Perceba que num minuto eles choram, no outro se distraem com um brinquedo, no outro mamam, no outro dormem. Tudo isso sem se preocupar com o que vai acontecer, com o que os outros vão pensar. Eles simplesmente amam a vida. Veja como você pode resgatar essa atitude para esse ano.
  •  Divirta-se. Qual foi a última vez que você deu uma gargalhada? Você precisa gastar dinheiro para se divertir? É algo somente permitido nos fins de semana? Resgate suas lembranças de infância e se pergunte o que você pode fazer ... para ter novamente aqueles mesmos sentimentos presentes todo dia?
  •  Pare de se irritar com acontecimentos cujo controle está fora do seu alcance. Está parada em um trânsito infernal? Relaxe, já que ficar estressada não vai adiantar nada mesmo.
  •  Pare de tentar mudar as pessoas. Encare o fato de que nós não podemos modificar ninguém, a não ser nós mesmos. Mude a sua maneira de lidar com elas e perceba, então, o que acontece.
  • Cultive a sua espiritualidade. Seja qual for a sua fé ou a sua crença, reserve um momento do dia para agradecer as coisas boas do seu dia a dia. Peça também, é claro, mas tenha em mente que o maior milagre já aconteceu: é a sua vida.
  •  Experimente o sabor da mudança. Tinja os cabelos de um tom diferente, faça um novo corte, pinte as unhas com uma cor extravagante, ouse com uma maquiagem mais sexy... O mesmo conselho vale para outras áreas da vida, até mesmo para coisas bem simples. Estudos indicam que trocar de mão ao escovar os dentes e fazer um trajeto diferente para o trabalho são poderosos exercícios para o cérebro.
  •  Não permita que o julgamento de ninguém interfira na imagem que você tem de si mesma. É comum, principalmente no ambiente profissional, que as pessoas emitam críticas regadas a frustração, inveja e sensações de incômodo. Filtre apenas o que for útil para sua carreira.
  •  Permita-se ser um pouco infantil de vez em quando. Coma doces e tome refrigerante sem culpa, se jogue no sofá para ver "Sessão da Tarde", role no jardim com seu cachorro e, sobretudo, fale o que estiver realmente pensando.
  •  Faça um diário. Pode parecer um conselho meio adolescente, mas o fato de escrever suas emoções, seus sentimentos e problemas no papel tem o poder de colocar as coisas em outra perspectiva. Acredite: esse tipo de desabafo tem o poder de melhorar sua vida.
  •  Pare de se cobrar tanto. Só nos comerciais de TV é possível uma mulher dar conta 100% da casa, dos filhos, do marido, dos amigos, do cachorro, da ginástica, da carreira, da beleza, de dirigir um carrão e ainda chegar ao fim do dia disposta, sorridente e cheia de amor para dar. Tente ser apenas feliz.
  •  Antes de ser tolerante ou compreensiva com alguém, faça isso primeiro com você. Sempre.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Concentre-se em ser o melhor de você!



auto-estima
Foto Google


Sei que nossas mães e avós não se cansavam de nos alertar sobre o que os vizinhos poderiam dizer de nós caso nos comportássemos de forma contrária ao que era esperado de nós.

Conheço pessoas que desistem de um amor ou terminam uma relação por conta do que podem pensar ou dizer sobre elas. 
Presas à ilusão de que podem controlar os outros, abrem mão do que querem.

Entretanto, a cada dia mais estou segura de que não importa o que façamos, sempre haverá alguém insatisfeito e, portanto, falando ou pensando algo que depõe contra a gente.

O melhor é relaxar e entender que pensar e falar são direitos de todos, inclusive quando o tema é você. 
E a menos que seja algo realmente extremado, que mereça um processo judicial, por exemplo, não vale a pena sofrer por essa causa!

Por isso, tenho comigo uma assertiva que compartilho com quem deseja ter mais propriedade sobre si e suas escolhas: o que as pessoas pensam a meu respeito é problema delas e não meu.

Seríamos realmente muito mais felizes se absorvêssemos, de uma vez por todas, esta verdade. 
Os meus pensamentos são problema meu. 
Os seus pensamentos são problema seu.

As pessoas têm o direito de pensar e ponto! 
Se for sobre você, sobre mim ou sobre o quem quer que seja, é problema delas. 
Será que alguma vez você já foi pedir permissão a alguém por estar pensando sobre a vida dele? 
Não, certamente não!

Pare de se julgar poderoso o bastante para controlar os pensamentos das pessoas, ainda que sejam sobre você. 

Concentre-se em ser o melhor de você; de resto, meu querido, relaxe.

Continuarão pensando sobre sua vida, sobre aquilo que você fez e também sobre o que você não fez... e pior (!), também pensarão muitas vezes a respeito daquilo que imaginam que você tenha feito, sem que isso corresponda à verdade.

Não desperdice sua energia tentando convencer a quem quer que seja de que não merece ser alvo dos pensamentos (e até julgamentos) alheios. 
Saiba que quem realmente estiver interessado em você, porque deseja vê-lo feliz. terminará, mais cedo ou mais tarde, encontrando uma maneira de averiguar os fatos.

Claro que inteligência também passa pelo bom-senso. 
O melhor é agir conforme seus valores e sua moral, evitando endossar comentários medíocres e que não correspondam com quem você realmente é.

Desista de tentar agradar a todos ou garantir que não falem de você. 
Faça o que estiver de acordo com sua consciência, porque todo o resto será lucro, será ganho. 

Lembre-se: quanto mais flexível você for, mais autonomia terá sobre sua vida e você só tem a ganhar!


Rosana Braga

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

É proibido não criar a sua história


Rubens Patrick
Fotógrafo: Rubens Patrick



É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se
desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Pablo Neruda

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

E se nos restar apenas 1 dia...


Lambuze-se de vida....


Não coma a vida com garfo e faca, lambuze-se.

Muita gente guarda a vida para o futuro. 


Mesmo que a vida esteja na geladeira, se você não a viver, ela se deteriora. 


É por isso que muitas pessoas se sentem emboloradas na meia-idade.


Elas guardaram a vida, não se entregaram ao amor, ao trabalho, não ousaram, não foram em frente. 


Depois chega um momento em que se conscientizam: “Puxa, passei fome para guardar batatas e elas apodreceram”.

Hoje em dia as pessoas orientam sua vidas baseadas em idéias e métodos que já não tem relação com a própria existência.


Elas não se alimentam corretamente porque sentem medo de tudo: de engordar, de emagrecer, dos agrotóxicos, da contaminação, dos malefícios para essa ou aquela doença. 



Quando se sentam a mesa, afirmam que precisam comer carne porque contém proteína, tomar leite porque contém cálcio. 
Elas precisam comer isto e aquilo. 
Quase ninguém come sem culpa. 
Todo o mundo se alimenta seguindo alguma moda. 
O alimento deixou de ser comida e se transformou em medicamento.


Solte sua alma, seja você. 


Tenha consciência de que, se estiver em paz consigo mesmo, você comerá carne quando tiver vontade e não porque alguém disse que é bom ou ruim. 
Você não come açúcar porque está satisfeito e não porque ele é tido como nocivo à saúde.



Mergulhe totalmente na vida. 
Chupe a laranja e tire todo o caldo. 
Quando a morte chegar encontrará somente o bagaço. 
Nada do que você deveria desfrutar estará contido no bagaço, nada do que precisaria viver restará.


Não deixe sua vida ficar muito séria. 
Viva como se estivesse num jogo, saboreie tudo o que conseguir, as derrotas e as vitórias, a força do amanhecer e a poesia do anoitecer.
Brinque, mas brinque muito. 


A felicidade é feita de muitos sorvetes.



Roberto Shyanishiki

sábado, 15 de dezembro de 2012

Biografia das Alegrias - BC de Natal



A querida Rosélia do Blog Espiritual-idade fez uma proposta irrecusável!(http://www.idade-espiritual.com.br//)

Vamos fazer memória só das alegrias???
...A BIOGRAFIA DAS NOSSAS ALEGRIAS....


Num primeiro momento, talvez seja necessário, portanto, olharmos para a janela; em seguida, abri-la, talvez, até mesmo abrirmos as persianas... 
para visualizarmos as alegrias que permearam o nosso viver...
Cada um de nós é marcado por uma história, uma biografia...

Uma iniciativa tão positiva que é curtir e valorizar as felicidades, pequenas emoções que nos fazem um grande bem, decidi então aderir à Blogagem Coletiva e postar hoje um flashback das alegrias de 2012, reforçando todos os momentos positivos relevantes desse ano, que para mim foi marcado por acontecimentos que trarão lembranças tristes para o resto da minha vida, mas que também trouxe acontecimentos que pontuaram por alegrias!

Então vamos valorizar tudo aquilo que foi MUITO BOM!!!

  • Ganhar um Super Ovo da Páscoa da Kopenhagen (de 1Kg) de surpresa do meu Time; 
Foto:Rubens Patrick
  • Desvirtualizar amizades virtuais(amigas blogueiras) e descobrir que as amizades são mesmo reais!
Foto:Christiana Ferreira

Foto:Christiana Ferreira

Foto:Jô Turquezza
  • Estar em Salvador e me divertir muito com amigos queridos! 
Foto:Sandra Portugal
  • Ser convidada para o Fashion Rio nas duas estações do Ano!!

Foto:Sandra Portugal
Fotos:Sandra Portugal
  •  Cada preparativo do casório do enteado até o Grande Dia:
Foto:Sandra Portugal

  • Ter uma Festa Surpresa de Aniversário organizada por pessoas queridas;
Foto:Sandra Portugal
  • Rever amigos de  infância que não via há mais de 20 anos e resgatar a conversa como se tivéssemos nos encontrado ontem!
  • Conquistar parcerias para o Blog; 
  • Estar com toda a família, tios, primos, filhos em um abraço bem apertado! 
  • Almoçar com amigas queridas que eu não encontrava todas juntas há uns 6 anos e relembrar muitas alegrias!  

Foto:Christiana Ferreira
  • Implantar 440 projetos num ano de muitas realizações profissionais;
  • Criar a identidade visual  do Projetando Pessoas;

Projeto: Novos Elementos
  • Realizar meu sonho de ter uma máquina Nespresso e degustar um bom café, lendo um bom livro;
  • Celebrar aniversário das filhas com muitos amigos;
  • Receber uma ligação de um amigo e ouvir que ele está num restaurante, almoçando Calzone sem cebola, e que lembrou dos tempos da Intelig quando costumávamos almoçar lá e celebrar algumas vitórias profissionais;
  • Churrascão de encerramento de ano com parte do time Oi;

Foto: Letícia Costa
  •  Concretizar o site Projetando Pessoas e realizar que já existe uma estrada trilhada, um caminho de sucesso!
  • Ter a Bénção da Cura dos meus enteados.

2012 - Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!!!






domingo, 5 de agosto de 2012

Ajude a si mesmo, ajudando os outros



"Se quiser ter uma hora de felicidade, 
tire uma soneca.


Se quiser ter um dia de felicidade, 
vá pescar.





Se quiser ter um mês de felicidade, 
case-se.


Se quiser ter um ano de felicidade, 
receba uma fortuna de herança.





Se quiser ter uma vida de felicidade, 
ajude o próximo."




Provérbio chinês


sábado, 28 de julho de 2012

Quando me aposentar...



Como é estranha a nossa pequena progressão na vida!

A criança diz: "Quando eu for um menino grande."



O menino grande diz: "Quando eu for adulto".



E quando se torna adulto diz: "Quando eu me casar". 



Mas depois do casamento, pensa: "Quando puder me aposentar".

E quando a aposentadoria chega, ele olha para trás e vê a paisagem percorrida;
um vento frio parece varrê-la;
de alguma forma, ele deixou de apreciá-la e ela não existe mais.



Nós aprendemos tarde demais que a vida consiste em viver intensamente no emaranhado de cada dia e de cada hora. "

Stephen Leacock


Fotos do google

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Tateando para virar gente grande

foto google
 
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. 
Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. 
Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. 
Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. 
E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. 
E não foi ensinada a criar a partir da dor. 
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. 
Uma geração que teve muito mais do que seus pais.
Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. 
Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste. 
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. 
Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. 
Por que boa parte dessa nova geração é assim?
Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje.
Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. 
E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. 
Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade. 
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. 
Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. 
Mas é possível uma vida sem frustrações? 
Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? 
Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? 
Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. 
Prefere a genialidade. 
O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. 
Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. 
Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. 
Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. 
Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. 
De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. 
Pais e filhos têm pago caro pela crença de que a felicidade é um direito. 
E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. 
Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. 
Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. 
Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”?
É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. 
Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. 
Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado?
Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. 
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. 
Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? 
Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. 
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. 
É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. 
E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. 
Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. 
E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. 
E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. 
Com tudo o que a realidade é. 
Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. 
Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. 
É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. 
Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande. 
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. 
Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. 
Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito. 
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. 
De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. 
O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. 
Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. 
E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. 
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. 
Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. 
E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

ELIANE BRUM, Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
***recebi do meu amigo Luis Antônio via Facebook