Prosperidade (do latim prosperitate) refere-se à qualidade ou estado de próspero, que, por sua vez, significa ditoso, feliz, venturoso, bem-sucedido, afortunado (Novo Dicionário Eletrônico Aurélio, versão 5.0, e Dicionário Houaiss da língua portuguesa, 2001.).
Também pode designar um período de ascensão econômica e desse modo conectado a uma sociedade otimista que goza de riqueza. A fase de prosperidade é caracterizada por uma tendência otimista para produtores e consumidores.
Fonte: Wikipedia
10 PASSOS PARA A
PROSPERIDADE:
( por Marcelo de Almeida em http://reikicuraholistica.blogspot.com.br) Todo ser humano tem como parte de sua natureza o desejo de prosperar. Ter prosperidade significa ter uma vida abundante em todos os sentidos: profissional, pessoal e espiritual. É viver valorizando o prazer de amar. sonhar e conquistar.
No caminho que leva à prosperidade há 10 passos essenciais: 1) TER OBJETIVOS DE VIDA: Uma pessoa sem objetivos é como uma folha seca ao vento. É levada para qualquer direção, em qualquer momento. Existem dois tipos de objetivos: os materiais e os espirituais. Os ligados à matéria são automóveis, jóias, roupas, imóveis etc. E os espirituais são a conquista de um valor abstrato como, por exemplo: desenvolver a paciência, ter mais equilíbrio, ser mais otimista, entre outros. 0 planejamento é imprescindível para que todos os objetivos se concretizem.
2) DESENVOLVER A AUTO-ESTIMA: O amor próprio é a maior abundância que podemos ter. Quem não se ama leva uma vida amarga e espalha pessimismo ao seu redor. A busca de si é primordial para qualquer realização na vida. A virtude de ter uma elevada auto-estima pode garantir o prazer e a alegria de estar passando por este lindo planeta.
3) APRENDER A UTILIZAR A MENTE:
Temos um supercomputador capaz de realizações ilimitadas que está anatomicamente embutido em nosso crânio. Aprender a programá-lo é fundamental, pois além de gerar energias que nos dão forças para o dia-a-dia, a mente cria campos eletromagnéticos que atraem todos os nossos desejos e pensamentos.
4) TER UMA PERSONALIDADE AGRADÁVEL: Atitudes que lubrificam as engrenagens do dia-a-dia e devem ser utilizadas para quem quer prosperar: -Tratar bem as pessoas; -Aprender a colocar-se no lugar delas; -Chamá-las pelo nome; -Ser humilde; -Interessar-se por elas; -Saber ouvir e -Principalmente elogiar, reconhecer e respeitar;
São as pessoas que nos levantam ou que, no alto, nos mantem.
5) DESENVOLVER A PERSISTÊNCIA: O fracasso é o sucesso em processo. Desistir de um sonho é o mesmo que anunciar que está morrendo. A persistência é a mãe do sucesso. É ela que materializa os nossos sonhos. Mas é importante lembrar dos ensinamentos da oração: "Pai me dê forças para as coisas que eu posso mudar, serenidade para as que eu não posso e sabedoria para encontrar a diferença".
6) TER FLEXIBILIDADE PARA MUDANÇAS: A velocidade de mudança do mundo é algo assustador. Uma mente inovadora e criativa é fundamental para a sobrevivência, principalmente na vida profissional. O que deu certo no passado não garante mais o sucesso no presente. Devemos estar atentos e perceber que a vida é diferente a cada dia. Pessoas que estão fazendo as coisas do mesmo jeito que sempre fizeram estão ficando para trás. Mudar para melhor é a única saída.
7) MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS: Cada pensamento, palavra ou atitude que envolve nossos projetos de vida, se estiverem fundamentados com o desejo sincero de ajudar as pessoas, recebe uma poderosa força cósmica que faz prosperar com muito mais intensidade. Quando o nosso sonho de vida envolve a alegria de outras pessoas, ele passa a ter força. 8) CONHECER E USAR OS DONS E TALENTOS: Nossos dons e talentos são as maiores ferramentas que temos contra a pobreza e a falta de realização. A falta do autoconhecimento é a maior causa do fracasso, pois quem tem consciência dos seus verdadeiros dotes naturais pode produzir diamantes, pois já descobriu que sua alma é feita de um material superior. É como se Deus tivesse nos dito: "meu filho, você vai nascer na Terra e vai ser muito próspero. Mas será necessário utilizar os seus dons e talentos". Mas quando ele disse a palavra próspero, nós mergulhamos em direção a Terra e não terminamos de ouvir o restante da recomendação. 9) TRABALHAR COM AMOR: Colocar amor no trabalho é essencial para o sucesso. Nunca vamos conhecer alguém bem sucedido que não tenha prazer no que faz, ou que trabalhe apenas por obrigação ou necessidade. Quem trabalha com amor está empregnando vida, energia positiva e prosperidade em tudo que toca. Realizar trabalhos com dedicação e amor é fazer jus à virtude de ser filho de Deus, 10) TER LIGAÇÃO COM DEUS: Sentir a presença de Deus, independente da religião ou seita que se segue, é estar em contato com toda a abundância existente. Devemos saber entregar-se a Ele, perceber que somos abundantes por natureza e que a prosperidade é como um oceano, onde cada um pega o que o coração permite. E lembre-se: um coração livre, puro e bondoso é capaz de desfrutar de todo oceano, enquanto outros disputam para pegar com baldes um pouco da água, se esquecendo que já tem o oceano. Esta é uma das principais atitudes que limita a humanidade a prosperidade.
Muitas
pessoas são reconhecidas como líderes simplesmente por ocuparem
posições privilegiadas dentro das organizações.
São protegidas pela
hierarquia e se colocam em condição de superioridade, impondo ordens a
seguidores, subordinados ou dependentes.
É o poder que “vem de cima”.
Os líderes que atuam dessa maneira buscam segurança no isolamento.
Utilizam a autoridade formal como defesa e abusam do poder que possuem,
pois acreditam que é a única forma de manterem respeito.
Apresentam um alto grau de individualismo, colocando o próprio orgulho e
vaidade acima dos interesses coletivos.
Por conta disso, exercem
influência de maneira artificial e passageira, causando danos
irreparáveis às relações.
O poder é inerente ao posto em destaque, e não
propriamente à pessoa.
Infelizmente, há um grande número de políticos, militares, executivos e
catedráticos que só conseguem liderar dessa forma arrogante.
Utilizam
cargos, dinheiro e títulos para demonstrar sua força e ditar as regras,
eliminando qualquer possibilidade de diálogo.
Mesmo que aparentem cordialidade e democracia, mantêm a ameaça velada.
Ou seja, cuidam para que o resultado final seja exatamente o que
esperam, sem dar margem à negociação.
Todos que tentam interferir nesse
resultado são humilhados, desvalorizados ou afastados, deixando claro
para os que ficam quem decide e quem detém o poder.
Dentro do contexto familiar também ocorrem abusos de autoridade, na
educação dos filhos ou mesmo no casamento.
O machismo contribui bastante
para esse tipo de distorção.
São inúmeros os exemplos de relações de poder que se nutrem das
desigualdades. Entretanto, por melhores que sejam as intenções de quem
comanda, esse tipo de abordagem gera um distanciamento crescente, que
desgasta e leva às crises.
Igualdade
A liderança servidora é justamente o oposto de tudo isso.
É pensar
coletivamente e doar-se em favor do grupo.
É aproximar-se dos outros,
desenvolvendo laços de confiança, incentivo e cooperação mútua, em pé de
igualdade.
Mesmo quando ostenta títulos e ocupa cargos importantes, o líder
servidor não se utiliza da autoridade formal para ser respeitado.
Ele
não precisa.
Prefere inspirar pelo exemplo e atrair aliados, ao invés de
seguidores.
O líder servidor pode ser um ativista ou missionário, que manifesta suas
opiniões com fluência, despertando crenças e talentos adormecidos.
Ele
tem o brilho natural da paixão pela causa e contagia os outros com sua
coragem. Conquista o direito de liderar o grupo espontaneamente, sem a
necessidade de nenhuma disputa.
Seu poder emerge da própria coerência,
atitude e credibilidade, ao longo do tempo.
Normalmente, o líder servidor desponta em situações ou ambientes em que
todos são tratados como iguais.
É mais fácil atrair e manter aliados
verdadeiros quando não existem artifícios que o diferencie dos outros,
apenas o magnetismo natural que exerce pela palavra e o exemplo.
De qualquer modo, todas as pessoas podem desenvolver as características
do líder servidor, desde que estejam realmente dispostas a agir como
iguais.
É preciso abrir mão da autoridade formal para que os aliados
sintam-se acolhidos e respeitados.
O líder servidor não é melhor nem pior que ninguém.
Ele dispensa
tratamentos especiais e pede ao invés de mandar.
É dessa maneira que ele
atua e motiva os outros a evoluírem lado a lado.
Ele controla o seu ego
e projeta a existência em algo muito maior que o indivíduo.
Entrega-se
plenamente à causa coletiva e trabalha arduamente, para levar sua
mensagem em benefício do maior número de pessoas.
O líder servidor não se apega aos resultados físicos.
Nada é tão valioso
quanto o autoconhecimento e a expansão das próprias capacidades de
contribuir com os outros.
Ele busca transformação pessoal e espiritual,
pois sabe que as recompensas individuais são muito pequenas, se
comparadas à realização maior que o impulsiona.
Sua vida tem um grande significado.
Valores.
Para liderar grupos heterogêneos, ele aceita a diversidade como riqueza e
promove o que cada pessoa tem de melhor.
Sua postura é inclusiva e
apreciativa, movendo os outros para frente.
Ao invés de garantir a
própria superioridade pela limitação ou diminuição dos outros, promove o
crescimento conjunto como objetivo maior.
Ao facilitar para que todos se libertem de seus medos e descubram a
verdadeira vocação, conquista mais confiança e gratidão.
Ou seja, quanto
mais auxilia seus aliados, mais fidelidade obtém.
A satisfação dos
anseios de cada um é uma forma poderosa e inteligente de perpetuar sua
influência.
O líder servidor não precisa fazer muito para angariar e manter
seguidores, simplesmente porque não se importa com isso.
Aliás, líderes
servidores nem gostam de ser idolatrados.
Preferem ter companheiros de
jornada que compartilham experiências, se inspiram e fazem sua parte
também.
Quando está em evidência, o líder servidor aproveita para mandar o seu
recado, mas a projeção e o reconhecimento nunca aparecem como
finalidade.
O foco é sempre no outro: como ajudar o próximo?
Como fazer
mais e melhor?
O líder servidor alimenta a característica infantil da inocência.
Ele
acredita em seus ideais com tanta convicção que pode soar utópico para
alguns, mas sua visão otimista vai muito além das outras e motiva quem o
acompanha.
Ele se preocupa com os outros sinceramente.
Quando um dos aliados
fraqueja, o líder servidor estende a mão.
Ao identificar os valores e a
fragilidade de cada um, ele investe naqueles que merecem a sua
confiança.
O líder servidor não exige a perfeição de ninguém, mas o crescimento
continuado, a força de vontade e o caráter são inegociáveis.
Doação
Uma das características mais marcantes do líder servidor é a crescente
autoconfiança.
Ao acreditar profundamente na causa e em sua capacidade
de promovê-la, se permite doar por inteiro.
Ele não tem medo de perder
bens materiais, reconhecimento ou qualquer outra recompensa, pois sabe
que o seu maior patrimônio está seguro: o próprio caráter.
Servir aos outros é ser altruísta e não temer o abandono.
O líder
servidor tem consciência da sua importância para o grupo e não precisa
proteger posições.
Ao contrário da autoridade formal, ele não exerce um
mandato passageiro ou vitalício.
Sua influência é permanente, na medida
em que deixa um legado valioso para as futuras gerações de liderança que
ajuda a formar.
Todo líder servidor é um mestre, que ensina princípios e valores através
de suas atitudes.
A humildade é necessária e deve ser a tônica, pois
esse tipo de liderança se opõe ao reconhecimento individual.
Ao
contrário, visa a duplicação, a continuidade e o aperfeiçoamento de seus
poderes, com a formação de novos líderes tão capazes ou melhores que
seus antecessores.
O objetivo da liderança servidora é maior que a própria existência do
líder servidor.
É contribuir com o sucesso da causa, hoje e sempre.
Por
isso, se alguém melhor preparado se apresenta para qualquer função, ele
transfere seus poderes de bom grado.
O projeto é comunitário e deve
continuar também na sua ausência.
Esse desprendimento necessário só ocorre quando se está seguro e
confiante do seu papel. O líder servidor tem um propósito claro e
acredita no futuro.
Mantém-se entusiasmado com a causa e contagia os
outros com a fé que demonstra em todas as oportunidades.
Confiança
O líder servidor luta por altos ideais, em defesa da honra e da
dignidade humanas.
É um agente de transformação do mundo pela sua força
interior e pela demonstração do próprio exemplo.
Ele sabe exatamente sobre o que está falando.
Compreende a sua missão e
como expressá-la com clareza.
Sente-se livre e é feliz porque faz aquilo
que realmente tem como verdadeiro, valorizando a própria essência.
Ele
está tão seguro de si, que irradia sabedoria.
É organizado e coerente
com suas idéias, e se comunica muito bem.
Sua vasta experiência contribui para que ele desenvolva uma poderosa
intuição.
Atento a todos os detalhes, é capaz de analisar uma situação
em instantes e reagir prontamente, de acordo com os princípios e valores
que norteiam sua existência.
É preparado para decidir rapidamente em
benefício do grupo, e costuma acertar com freqüência.
Em virtude das sucessivas vitórias, o líder servidor mantém-se positivo e
exala confiança, mesmo nos momentos mais difíceis.
Ele enfrenta a
oposição e sustenta a moral do grupo com serenidade, suportando todas as
pressões que recebe.
Por isso, consegue ensinar tanto em ambientes
favoráveis quanto hostis, quando a maioria das pessoas se deixa levar
pelo descontrole emocional.
Ele reage de maneira equilibrada diante dos
maiores obstáculos e impressiona os aliados com sua capacidade de
superação.
O líder servidor sabe da sua competência e tem a consciência expandida.
Com mais confiança, arrisca novas tentativas e não se importa com os
erros do aprendizado. Ele sabe que é uma questão de tempo e que todas as
críticas são passageiras.
Evolução
A atitude do líder servidor é muito similar a de pais e educadores.
Ele
não conduz suas atividades de maneira ditatorial e impessoal, obrigando
os outros a cumprirem suas tarefas, a qualquer custo.
Mais importante do
que impor o que considera certo é dialogar e compartilhar
entendimentos. Afinal, o objetivo da liderança servidora é perpetuar e
progredir.
Imposições limitam, causam rompimentos e abalam a confiança
das relações.
O líder servidor é um eterno aprendiz.
Ao compartilhar o que pensa e
sente, interage com os outros, acumulando novas experiências.
Por isso, a
relação não é unilateral, de prepotência e autoridade.
A sabedoria está
justamente em deixar-se transformar e evoluir, pela influência externa
de quem se aproxima no intuito de somar.
Ele é sensato e acata as críticas construtivas, pois está
permanentemente aberto ao diálogo. Escuta com atenção o que os seus
aliados mais próximos têm a dizer e não guarda rancor quando
questionado.
Sabe que os diferentes pontos de vista nos ajudam a
enxergar com mais profundidade as situações e vê o isolamento como um
grande erro.
Palavras e exemplos são as únicas armas que possui.
O líder servidor não
se utiliza de nenhum outro meio para atrair e manter aliados.
Por isso,
não teme a oposição.
Ao elevar sua voz, é criticado pelos adversários,
mas evita entrar em conflito com eles.
Não desperdiça energia
desnecessariamente, por questões menores.
Ele sabe que a sua crença inabalável e a coerência de suas ações
incomodam os mais fracos, ao mesmo tempo em que fortalecem suas idéias,
apontando os caminhos que deve seguir.
Os que ficam do seu lado,
naturalmente, percebem sua integridade e evoluem na mesma direção.
O líder servidor não se faz da noite para o dia.
É um processo gradativo
de conquista, em que a consistência de suas ações vale mais que a
dimensão de um determinado feito.
Ele atrai as pessoas e as mantém
próximas pela qualidade e continuidade das suas lições. Caso contrário,
não haveria por que permanecerem juntos.
Ele é sensível ao tempo e espera o momento certo para agir.
É prudente e
objetivo.
Usa o tempo a seu favor.
O líder servidor cuida do solo e
semeia todos os dias, pois sabe que uma boa colheita só acontece após
muito investimento.
O líder servidor tem carisma, mas não a usa apenas para despertar
emoções.
Ele sabe que o poder só tem valor se usado para ensinar os
outros, alcançando a mente e o coração de maneira equilibrada.
Ele é
criativo e empreendedor.
Reinventa o que considera inadequado.
É um
sonhador que toma providências para realizar o que acredita ser o
melhor.
Sua capacidade é latente e inspira os outros a libertarem seus talentos e
desejos, antes adormecidos.
Ao encontrar a própria paz, consegue
definir melhor as prioridades e dar tempo ao tempo.
É paciente e
determinado em sua caminhada evolutiva.
Consistência
O líder servidor não espera ter todas as informações para entrar em
ação.
Sabe que os pequenos progressos abrem caminho para novos
aprendizados, que ampliam a visão e fornecem recursos para seguir
adiante.
Por isso, ele dá sempre o primeiro passo.
A liderança servidora pressupõe estabilidade emocional, estratégia e
firmeza de princípios. Ninguém se sente seguro em acompanhar líderes
volúveis, que mudam de opinião a todo instante.
Da mesma forma, os
aliados devem ser autênticos e fiéis à causa que abraçaram.
A confiança é
a base de todas as relações e deve se confirmar ao longo do tempo.
Caso
contrário, não há como continuar na mesma empreitada.
Ele é flexível e compreensivo.
Não tem preconceitos, pois valoriza o
talento natural e o grau de compromisso, mais que a condição
sócio-cultural ou a aparência.
O que importa são as virtudes reais de
cada um.
Ele se exprime com bondade e fala bem dos outros, evitando o
enfoque negativo.
Quando faz críticas, são sempre construtivas, pois
acredita sinceramente na capacidade dos outros evoluírem também.
Sua
vontade é que cada ser humano possa revelar o que tem de melhor, de mais
elevado.
Quando surgem conflitos entre os seus aliados e seguidores, age como um
pacificador, gerando um sentimento de comunidade fraterna.
Ele é
generoso, iluminado e agregador, buscando sempre uma solução cooperativa
para preservar a harmonia das relações.
O líder servidor cria realidades novas, antecipa os desafios e
oportunidades.
Compartilha com os aliados suas impressões, pois sabe que
é necessário alinhar os pensamentos para manter a união.
Ele entende
que o poder coletivo é maior que suas próprias virtudes, e que não
adianta avançar se os aliados estão dispersos.
A vitória deve ser fruto
de um trabalho em equipe, e comemorada por todos que colaboram para a
conquista.
Ele não poupa esforços e sacrifícios durante a preparação, pois sabe que
a responsabilidade de liderar é muito grande.
Ao aceitar o desafio de
ensinar os outros, assume o controle sobre a própria educação e se
obriga a ser o melhor aprendiz.
Além de conhecer o que ensina, o líder servidor sabe a importância de
ser o que ensina. Abre mão do orgulho em função da responsabilidade que
tem.
Dedicação
O líder servidor entende a interdependência entre as pessoas e o
universo.
Por isso, cuida bem de seus aliados e se importa com as
famílias.
Sabe que todos precisam ter suas necessidades satisfeitas,
tranqüilidade e condições adequadas para produzirem os melhores
resultados.
O líder servidor coloca os outros em primeiro lugar, mas focaliza no
sucesso coletivo. Quando obrigado a tomar decisões que afetam outras
pessoas, o faz da maneira mais humana e sensível.
Ele age com o coração.
É compassivo e se importa com os sentimentos de cada um, porém, sabe a
hora certa de preservar os interesses do grupo.
O líder servidor pensa coletivamente e não centraliza o poder.
Sempre
delega responsabilidades e divide as recompensas com justiça.
Ele
reconhece as virtudes e o esforço de cada participante, estimulando-os a
novos desafios. Sabe que a motivação dos seus aliados só é mantida
quando eles se sentem valorizados.
O líder servidor assume inteiramente a responsabilidade sobre seus atos.
Admite quando erra e pede desculpas, abrindo espaço para que os outros
façam o mesmo quando sentem necessidade.
Ele é solidário, descontraído e
naturalmente imperfeito.
Isso inibe o medo de errar e permite que seus
aliados experimentem novos desafios.
Sem a pressão da cobrança
demasiada, podem aprender mais e melhor.
Ele enfatiza que a prática é a melhor forma de fixar novos
conhecimentos.
Sabe que a intuição é resultado de uma exaustiva carga de
treinamento.
Por isso, promove o esforço continuado.
Superação
O líder servidor consegue visualizar o êxito com tanta clareza que sente
uma motivação genuína a impulsioná-lo adiante.
Isso é o que permite
vencer as resistências.
A visão de longo prazo ajuda a superar todos os
desafios e sacrifícios do caminho, com menos dor e sofrimento.
Ele tem iniciativa.
Ninguém precisa motivá-lo, pois a energia que move o
líder a fazer vem de dentro.
Parte da sua própria natureza.
O líder
servidor é humanitário e consciente de suas responsabilidades perante o
universo. Ele busca força e
serenidade em períodos de recolhimento espiritual.
Medita e cura suas
feridas antes de seguir em frente, pois sabe que as reações de um líder
não podem ser afetadas por qualquer adversidade.
É preciso manter o
equilíbrio entre razão e emoção, visão e senso prático, para a tomada de
decisões numa base consciente.
É essa estabilidade que cativa os
outros.
O líder servidor se empenha, com paciência e concentração.
Busca o
aperfeiçoamento de suas relações e controla impulsos com sabedoria.
É
disciplinado na busca da perfeição, dando a oportunidade para que outros
o acompanhem nessa jornada evolutiva.
É com amor e dedicação que ele se faz presente.
Liderança em xeque
Ao longo da história, percebemos que há um grande desequilíbrio entre
aqueles que governam pelo poder da autoridade formal e os servidores,
que nos ensinam pelo exemplo.
À exceção dos líderes religiosos e pensadores iluminados, que bravamente
dedicaram suas vidas contra a violência e as desigualdades do mundo,
assistimos a um desfile de horrores praticados por ditadores de toda
espécie.
Pessoas que, não sabendo convencer pela palavra inteligente,
recorrem à força para se fazerem ouvir.
Como conseqüência, podemos notar que as estruturas da sociedade sempre
foram baseadas em diferenças sociais, culturais e econômicas.
O poder
formal é distribuído entre os homens, considerando qualquer
característica externa para fabricar legitimidade, segundo regras
impostas e interessantes ao líder mais poderoso do momento.
A hierarquia
se faz dessa maneira.
Que características são essas?
Força física, posses, oportunidades,
berço, opção religiosa, cor da pele, poderio bélico? Depende da época e,
sobretudo, da democracia.
Quando poucos decidem por muitos, qualquer que seja a combinação
escolhida, tende a ser derrubada.
São artifícios para impor autoridades
formais que não se sustentam ao longo do tempo, simplesmente porque
espelham os anseios de uma minoria privilegiada.
Hoje, porém, todas as hierarquias perdem sua força na medida em que a
democracia deixa de ser uma manifestação localizada, em épocas de
eleições.
Dotados de meios de comunicação cada vez mais ágeis,
abrangentes e poderosos, os seres humanos conversam com muito mais
intensidade entre si, fazendo emergir desejos coletivos incontroláveis.
Ao mesmo tempo, crescem as estruturas em forma de rede, gerando
interdependências entre fortes e fracos, em todas as direções.
As
relações de poder são pontuais e efêmeras, para cada caso, transferindo a
liderança de mão em mão.
Com quem você quer seguir?
Em uma sociedade interdependente, somos todos mais sensíveis.
Nossas
percepções estão mais aguçadas e qualquer movimento, bom ou ruim, é
imediatamente percebido.
Nesse contexto de transparência, que tipo de liderança tende a emergir?
Será que os interesses individuais de uma autoridade formal podem ser
ocultados por muito tempo?
Ou será que a verdadeira intenção coletiva
dos líderes servidores prevalece?
Leia os jornais e veja quão rápido as máscaras caem.
A cada dia, um novo
escândalo envolve autoridades formais de todo tipo.
Pessoas que detêm
poder e não sabem o que fazer com ele, por serem individualistas e
mesquinhas demais.
Por outro lado, perceba a proliferação de vozes que se levantam contra
esses desmandos e a quantidade de lideranças reais que nascem nas bases
da nossa pirâmide social.
Em uma estrutura de rede, em que tudo está virtualmente ligado, a
verdade transparece.
Ou seja, os valores e interesses de cada um afloram
muito rápido, impedindo até os mais habilidosos de manipularem os
fatos.
Como conseqüência, as pessoas estão aprendendo a notar pequenas
variações de caráter, para tirarem suas próprias conclusões.
O mundo está fora de controle porque nossas lideranças estão em xeque.
Muitas autoridades formais perdem sua credibilidade, enquanto uma nova
geração de líderes servidores começa a assumir o comando das nossas
instituições.
Não é uma transição simultânea e muito menos pacífica, pois quem exerce o
poder pela força costuma resistir às mudanças, agressivamente.
Devemos atravessar uma fase difícil, mas não é uma questão de escolha.
O amor há de vencer.
Fonte: http://umtoquedemotivacao.wordpress.com/2008/02/08/lideranca-servidora/ Sergio Buaiz é publicitário e escritor.(Edição Nº 45A nobre missão humana de doar-se)
Quando a minha mente está calma, eu acesso uma confiança que é descanso
e proteção.
Uma fé genuína na preciosidade da vida.
Sinto que tudo em
mim se reorganiza, silenciosamente, o tempo todo.
Que isso tem mais a
ver com o meu olhar, com a natureza das sementes que rego, do que eu
possa perceber.
Minha expectativa, tantas vezes ansiosa, de que as
coisas sejam diferentes, dá lugar à
certeza tranqüila de que, naquele momento, tudo está onde pode estar.
Em
vez de sofrer pelas modificações que ainda não consigo, eu me sinto
grata pelas mudanças que já realizei.
E relaxo.
Quando a minha
mente está calma, eu acesso uma clareza que me permite sentir, com mais
nitidez, que há uma sabedoria que abraça todas as coisas.
Que o tempo
tem uma habilidade singular para reinventar nosso roteiro com a gente,
toda vez que redefinimos o que, de verdade, nos importa.
Que há um
contentamento perene no nosso coração.
Um espaço de alimento amoroso.
Uma fonte que buscamos raras vezes, acostumados a imaginar a felicidade
somente fora de nós e a deslocá-la para distâncias onde não estamos.
Quando a minha mente está calma, os sentidos se expandem e me permitem
refinar sensações e sentimentos.
Posso saborear mais detalhes do
banquete que está sempre disponível, mesmo quando eu não o percebo.
Nesse lugar de calma e clareza, não há nada a desejar.
Nada a esperar.
Nada a buscar.
Nenhum lugar onde ir.
Eu me sinto sentada sob a sombra de
uma árvore generosa, numa tarde azul sem pressa, os pássaros bordando o
céu com o seu balé harmonioso.
O meu coração é pleno, nenhuma fome.
Plenitude não é extensão nem permanência:
é quando a vida cabe no
instante presente,
sem aperto,
e a gente desfruta o conforto de não
sentir falta de nada.
Ando pesquisando bastante sobre origens de tumores e do câncer.
Sou muito leiga nesse tema, mas já perdi muitas pessoas queridas, familiares,
pessoas jovens, pessoas idosas e pelo meu lado lógico não acho explicação clara,
plausível que justifique, que explique, que nos faça entender daonde determinadas
pessoas desenvolveram de uma hora para outra determinados tumores em
certos órgãos.
Como umas sobrevivem anos e anos.
Como outras partem rápido.
Bem, não sou médica, não sou cientista, mas não quero me expor a alguns
cenários de risco, procuro prevenir, dentro do possível.
Se formos acreditar em tudo o que ouvimos e lemos não podemos mais comer nada,
pois de algum modo tudo faz mal.
Mas em linhas gerais uma alimentação saudável, não fumar, evitar beber, não se expor
a radiação, a agrotóxicos, aos compostos químicos que sabemos são cancerígenos...
Temos ainda as novidades tecnológicas do mundo moderno que não temos fatos e dados
se aumentaram a nossa exposição ou não...mas isso o tempo dirá....
Mas, pelo meu lado intuitivo, observo que há sempre um fator comum, que pode sim gerar
uma disfunção no ser humano, e que ,mesmo que essa pessoa seja a melhor alimentada
com orgânicos, nunca tenha comido carne vermelha, nunca tenha fumado ou bebido,
pode ser acometido por um grave câncer......
a mágoa, a raiva remoída, armazenada, contida....
Não sei se você concorda comigo, mas tenho uma estatística pessoal, das perdas que sofri,
as pessoas tiveram grandes mágoas, remoeram por algum tempo angustiadas problemas
não digeridos e o organismo absorveu isso se multiplicando em células deformadas,
segundo "a cientista" aqui que vos fala!
(por favor não levem isso como uma
opinião balizada, é a minha humilde opinião e constatação estatística,
de uma avaliação pessoal)
Essa mensagem que recebi já há algum tempo num email de uma amiga
(sem registro de autoria, infelizmente), é um alerta sobre o que a raiva
pode fazer ao nosso organismo e o que devemos fazer com ela!
foto do google
Raiva é um fenômeno natural para qualquer ser vivo. Quando ela vem, serve para marcar seu território.
Diga: Me deixe em paz! Saia do meu pé!
Expresse sua raiva no momento.
Se alguém estiver lhe incomodando, vá fundo na sua raiva.
Expresse, coloque pra fora.
É um movimento natural, espontâneo, vital, energético!
O problema começa quando a raiva conversa com você no escondido da mente,
então cada célula do seu corpo ouve e fica magoada.
Raiva conversando vira mágoa que vira câncer.
Todas as pessoas que já enfrentaram um câncer tiveram raiva conversadeira!
Quando a raiva vier, seja criativo com ela.
Coloque essa energia represada para fora.
Chore o quanto puder e permita que suas lágrimas corram até você ficar
saturado de emoções.
Ou então, soque um travesseiro, fale alto para que a raiva não se transforme
em uma violência contida dentro de si mesmo.
Quando a raiva vira violência ela é destrutiva e não criativa. E a raiva é tão criativa, ela servirá de gana para você mergulhar em seus
objetivos em suas afirmações, em sua vontade visceral.
Permita que essa energia seja uma catarse no seu íntimo, mas não permita que
ela converse com você como um hábito nocivo.
Em seguida, após a explosão você se livrará da raiva tão rápido quanto ela veio.
Toda vez que a raiva quiser conversar com você pergunte a si mesmo:
O que é que eu tenho com isso?
Você não tem nada com isso; deixe o universo agir.
É trabalho dele e ele faz com uma precisão absoluta.
O universo é perito em devolver tudo.
Por que você vai se sentir culpado, triste ou angustiado se o universo está agindo?
Você não pode interferir no universo, ele é sábio como um espelho que devolve
com precisão tudo que é emitido.
Permita que essa força criativa tome o seu curso.
Não se machuque.
Proponho fazermos uma Campanha!!!!
Vamos erradicar a RAIVA CONVERSADEIRA, que tanto mal nos faz!
Vamos nos vacinar contra ela?
Vamos propagar essa idéia?
Campanha de vacinação contra a raiva conversadeira!
O que acham?
Comentem!
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Vamos lá, seguindo em frente, deixando o universo agir!
Quando você está bem, atrai experiências inspiradoras, quando você está mal...
Quando você pensa que a vida está contra você, ela fica contra você.
Quando você está feliz, as outras pessoas e a vida o recompensam das formas mais inesperadas.
Quando você está estressado, furioso ou sentindo-se vítima das circunstâncias, a vida lhe dá um soco no estômago.
Se você sai do trabalho com raiva, as pessoas o maltratam no metrô.
Mas o oposto também é verdadeiro - lembre-se de como o mundo muda quando estamos apaixonados.
O mundo é um espelho que deixa transparecer exteriormente os seus pensamentos mais íntimos.
É por isso que VOCÊ NÃO PODE CONSERTAR A VIDA MUDANDO O EXTERIOR.
Se as pessoas na rua são grosseiras, passar por outra rua não resolverá o problema!
Se ninguém no trabalho o respeita, mudar de emprego não será a solução.
A maioria de nós aprendeu a fazer as coisas às avessas.
Aprendemos: "Se você não está feliz com seu emprego, arrume outro. Se não gosta mais de sua esposa, encontre outra." Às vezes é certo trocar de emprego ou de parceiro. Mas se você não modificar a meneira como pensa, estará apenas se preparando para repetir a mesma situação.
Certa vez, você passeava tranquilamente pelas avenidas da vida. De repente, resolveu entrar num teatro.
Ficou fascinado com sua beleza e arquitetura.
O público, pouco a pouco, o lotou.
Todos estavam ansiosos para ver a peça.
Você também, mas não sabia quem a escrevera, qual era o seu conteúdo e nem quem eram os atores.
Não imaginava que algo excepcional o aguardava.
Você iria assistir à peça mais importante da sua vida.
Seus olhos ficariam vidrados.
Sua inteligência, perplexa.
Nunca um teatro tinha escondido tantos segredos!
De repente, as cortinas se abriram, seu coração palpitou.
Os atores eram de primeiro time.
A peça logo de inicio o cativou.
O ator principal representava a biografia de um personagem magnífico.
Era inteligente, sutil, fino, corajoso.
Você se encantou com o personagem e com o desempenho do ator principal.
A peça continuou.
O personagem tornou-se mais atraente.
Mostrava gentileza com as crianças, amabilidade com os idosos e sensibilidade com os amigos.
Contemplava flores, tinha tempo para as pequenas coisas.
Elogiava as pessoas, brincava com todos, sorria até das próprias tolices.
O público delirava com o personagem.
Você suspirava, identificava-se com ele.
Queria aplaudi-lo, mas se continha.
Aos poucos, áreas mais profundas da biografia dele eram reveladas.
Perdoava as pessoas, as encorajava e lhes dava sempre novas oportunidades.
Mais ainda.
Era capaz de se colocar no lugar dos outros e perceber seus sentimentos e necessidades ocultos.
Os amigos amavam estar na sua presença, os parentes gostavam de colocá-lo no centro das atenções.
Ao mesmo tempo que era afetivo e sensível, vivia a vida com aventura, era ousado, tinha grandes metas e grandes sonhos.
Esse personagem era tudo que você sempre quis ser.
Você se apaixonou por ele.
Por isso, num golpe de coragem, ficou de pé e o aplaudiu calorosamente.
Todos o acompanharam.
O teatro vibrou.
O ator principal ficou deslumbrado.
De repente, uma surpresa.
Enquanto os aplausos cessavam, duas pessoas entraram no palco, interrompendo subitamente a peça.
Desenrolaram uma faixa na frente dos atores.
Você ficou pasmado!
A faixa revelava o nome do personagem cuja biografia estava sendo encenada.
Talvez estivessem homenageando uma pessoa importante do passado, você refletiu.
Mas se surpreendeu...
Ao desenrolarem a faixa, você quase desmaiou na cadeira.
Na faixa constava seu nome!
Assombrado, esfregou os olhos e beliscou os braços para verificar se não estava sonhando.
"Não é possível!", você dizia.
Nesse momento, o público inteiro se levantou, o focalizou e o aplaudiu prolongadamente.
No palco, os atores também o ovacionaram.
Você não sabia o que fazer.
Sua emoção estava arrebatada, não conseguia reagir de tanta alegria.
Então, descobriu que, quando se apaixonara pelo personagem, você se apaixonara por si mesmo.
Não sabia que tinha uma auto-estima tão borbulhante.
Você chorou...
Você não tinha consciência de que era uma pessoa tão atraente, animada, cativante, segura, singela, serena, dócil e interiormente bonita.
Ao ver a peça, descobriu características belíssimas de sua personalidade.
Você ficava tão bem no palco.
Parecia um grande artista.
Passado o êxtase, você ficou de pé, deu largos sorrisos para a platéia e distribuiu muitos acenos.
De repente, outra grande surpresa.
Ao percorrer a platéia com os olhos, descobre que ela é constituída por pessoas que passaram pela sua vida.
Você não sabia se ria ou se chorava.
Jamais pensou que viveria uma emoção tão grande.
Lá estavam seus amigos de infância.
Que saudades!
Quantas brincadeiras.
Como a vida era suave e bela.
Você marcou a vida deles, por isso eles estavam lá o prestigiando e torcendo por você.
Mas infelizmente você raramente os visitou ou deu um telefonema para eles.
Na platéia também estavam os queridos professores.
Alguns ensinaram você a pegar no lápis, outros a entender os números e ainda outros a não temer a vida.
Seus colegas de trabalho mais íntimos também estavam lá.
E você pensava que eles não se importavam com você.
Por isso, não entrava no mundo deles e desconhecia suas dificuldades.
Os amigos recentes também estavam presentes.
Sentiam orgulho de você.
Para eles, você reluzia no palco e de fato merecia ser aplaudido. Lá se encontravam ainda todos os membros da sua família, dos mais íntimos aos mais distantes.
Todos acreditavam em você, o amavam profundamente.
Você nunca imaginou que era tão especial e querido.
Sentiu-se a pessoa mais realizada e importante do mundo.
Sentiu que era valorizado como ser humano, e não por seu dinheiro ou sucesso.
Então você abaixou a cabeça e agradeceu a todos.
O palco era seu.
O teatro se tornou sua casa.
Nesse momento, alguém lhe passou um microfone.
Todos silenciaram.
Esperavam suas palavras.
Emocionado e sincero, você disse que não entendia o que estava acontecendo, tudo parecia um sonho maravilhoso.
Agradeceu a homenagem e disse humildemente que não merecia tanto carinho.
Mais aplausos, mais lágrimas.
Você agradeceu aos atores.
Fixou os olhos no ator principal, sentiu que tinha algo em comum com ele.
Disse-lhe: "Muito obrigado, você é demais!".
E falou para a platéia: "Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: não tenho medo de vivê-la!".
As pessoas admiraram suas palavras.
Você finalizou seu breve discurso com uma bela poesia: "Aprendi o caminho da singeleza, encontrei a morada da segurança, escalei os penhascos da coragem e procurei beber da fonte onde jorra a sensibilidade."
As pessoas se convenceram de que estavam diante de um sábio, um poeta da vida.
Então, você olhou para o infinito e falou algo para si mesmo: "A vida é um grande espetáculo.
Vale a pena vivê-la, apesar de todas as suas dificuldades.
Um vencedor não pode estar na platéia.
Tem de estar no controle de sua vida!".
Espere! A peça ainda não terminou.
O Outro Lado da História:
Muitos, nos momentos mais difíceis da sua vida, descem do palco e se tornam espectadores das suas misérias emocionais.
Após esses momentos de indizível felicidade, você sentou na poltrona e relaxou.
Ia começar a segunda parte da sua história.
Esperava que você e a platéia ainda assistissem a seus comportamentos maravilhosos, sua magnífica inteligência, suas românticas emoções.
No início da apresentação, algo inesperado aconteceu.
O ator principal abandonou o palco, veio para a platéia e sentou-se ao seu lado.
Você apertou suas mãos e sentiu-se honrado.
O teatro estava à meia-luz.
Ao olhar para o ator, você piscou os olhos tentando enxergá-lo melhor, pois sentia que ele lembrava alguém conhecido.
Você se esqueceu que qualquer história, tanto a minha quanto a sua, tem vales e montanhas, coragem e timidez, conquistas e decepções, sanidade e loucura.
Você começou agora a ver o outro lado da sua personalidade.
É ótimo ouvir os aplausos, mas é dramático ouvir as vaias.
Os atores coadjuvantes e até os figurantes dominaram o palco. Começaram a representar um personagem intolerante, que ficava irritado por tolices, perdia a paciência com facilidade.
Você olhou de lado, deu uma risada forçada e fez um gesto com as mãos abertas pedindo compreensão.
Afinal de contas, todo mundo erra.
A peça continuou, e você começou a suar.
Na primeira parte seu personagem era tão tranqüilo e sereno, na segunda levantava a voz desnecessariamente.
Perdeu seu bom humor, machucava as pessoas que mais amava.
Não dava mais risadas das próprias tolices, não brincava, não elogiava as pessoas.
Os atores encenavam você sendo capaz de sofrer horas e horas por um problema que não acontecera ou que você mesmo criara.
Um ator coadjuvante teve a ousadia de pegar uma grande lata, ir para o centro do palco e escrever nela diante da platéia: "SUA EMOÇÃO É UMA LATA DE LIXO!"
Você engoliu em seco.
Remexeu-se na poltrona.
Queria protestar, mas sua consciência o acusava.
Teve de admitir que levava problemas para a cama.
Sofria por antecipação.
Uma ofensa gerava um turbilhão de idéias perturbadoras.
Foi obrigado a reconhecer que escolhia os alimentos que digeria, mas não aqueles de que sua emoção se nutria.
Assumiu que se preocupava com a segurança do carro, da casa, mas nunca tinha feito um seguro emocional, nunca tinha pensado que deveria proteger e acariciar a sua própria emoção.
Você se punia, não admitia seus erros, se culpava, reclamava muito, agradecia pouco.
Era seu próprio carrasco.
As vaias começaram a surgir.
A platéia, inconformada, gritava para você: "Onde está a pessoa apaixonada pela própria vida!
Por que você leva a vida tão a sério?
Onde estão os seus sorrisos?".
Essas perguntas ecoavam na sua alma, cortavam o seu coração.
Sua vida deixou de ser um sonho e tornou-se um pesadelo.
Você afundou na cadeira, franziu a testa e começou a achar que esse teatro não era o melhor lugar para estar.
Mas o que fazer?
Essa era a sua história.
Fugir do teatro era fugir de si mesmo.
Mas, em vez de assumir seus erros, ficou irritado com o ator principal: "Minha história era tão bela quando ele estava no palco!".
Os atores continuavam a dissecar sua biografia.
Mostravam que você não tinha mais tempo para os amigos, nem para si mesmo, não convidava ninguém para jantar.
Você engolia sua comida, fazia tudo rápido, tornara-se uma máquina de atividades.
Já não cativava seus colegas de trabalho.
Não amava mais os desafios, não eram mais criativo, determinado, idealista.
Sua história perdera o brilho.
Vivia ansioso, distraído, não se concentravam, seus pensamentos estavam acelerados, e ainda por cima reclamava que se sentia sempre cansado e esquecido.
Não acordava e agradecia a Deus pelo espetáculo da vida.
Sua história começou a ficar mais sombria.
O medo começou a ganhar o palco: medo do amanhã, de falhar, de ser derrotado, de ter sua imagem social diminuída.
Não conseguia ser livre, se preocupava demais com a opinião dos outros.
A platéia, pasmada, olhou para você, esperando que reagisse.
Algumas pessoas mais próximas imploravam para você subir no palco e mudar o roteiro de sua história.
Mas você, inseguro, se perguntava: Eu? Reagir? Entrar no palco?
Nunca fui um ator!
Como farei isso?.
Nunca foi tão difícil mudar sua história.
Você tinha sido bom para os outros, mas não sabia cuidar com carinho de si mesmo.
Você olhou para o ator principal e fez um gesto para ele entrar no palco.
Ele ficou mudo.
Então, você começou a falar baixinho: "Frágil! Inseguro!
Vai para o palco, assume seu papel!
Tome uma atitude!".
Você projetou nele sua raiva, como se ele fosse culpado pelos seus vexames, suas atitudes incoerentes, sua falta de tolerância. Olhou em torno tentando procurar outros culpados.
Culpou seus íntimos, a incompreensão das pessoas, a economia do país.
Mas, no fundo, você sabia que seus argumentos eram desculpas. Você sabia que se tornara submisso às suas decepções e problemas emocionais e sociais.
Projetava nos outros suas falhas.
As vaias aumentaram.
Numa atitude desesperada, você pensou em criticar abertamente o ator principal para que ele tomasse uma atitude.
Queria gritar: "Esse ator é omisso, não me defende, não me valoriza!".
Entretanto, quando olhou para a poltrona dele, ela estava vazia. Intrigado, você se perguntava: "Por que ele desapareceu?".
Sua solidão expandiu-se.
Eis outra surpresa.
Subitamente você olhou para seu corpo e percebeu que estava com os trajes do ator principal.
"O que significa isso? Estou numa armadilha?".
Mais perguntas, nenhuma resposta.
De repente, surgiu um grande insight, uma percepção interior. Abriram-se as janelas da sua inteligência...
Perplexo, você descobriu afinal que nunca existira um ator principal.
Você era esse ator.
Percebeu que na 1ª parte da peça você tinha sido um personagem brilhante, seguro, marcante, sensível, líder de si mesmo.
Tinha sido um excelente autor da sua história, escrevera nas páginas da sua memória a sua peça.
Dirigira com maestria a sua vida.
Na segunda parte, você tinha deixado o palco, se auto-abandonara, tornara-se um espectador passivo.
Então, entendeu que nesses momentos os atores coadjuvantes, representados pelos seus conflitos, traumas, pensamentos negativos e emoções tensas, o controlaram e dominaram. Infelizmente, você deixou de ser o ator principal nos momentos em que mais precisava.
Foi uma triste, mas importante descoberta.
Percebeu que toda vez que estava ansioso, irritado, frustrado, impaciente, você não conseguia administrar sua emoção.
Sua capacidade de raciocinar ficava bloqueada, e por isso você ia para a platéia.
Comportava-se como um espectador da sua vida, não a dirigia. Compreendeu que isso acontece com todo ser humano.
Quando temos reações estúpidas, impensadas e sem compaixão, estamos sendo manipulados pelas dificuldades externas e internas. Reconheceu, assim, que os fracos culpam e agridem, mas os fortes são tolerantes e amáveis.
Você tinha prometido a si mesmo que seria mais tranqüilo, não levaria problemas para casa, teria mais sonhos, veria mais flores, abraçaria mais, faria da vida uma festa.
Mas não cumpriu suas promessas.
Por isso, concluiu que não podia culpar ninguém por suas falhas. Tinha de assumi-las com honestidade.
Também concluiu que não adiantava se remoer de culpa, tinha de compreender as suas limitações e aprender a corrigir suas rotas. mas como fazer isto?
Será que não é melhor ficar na platéia do que falhar no palco? Será que vale a pena correr riscos?
Você tinha adiado muitas decisões na sua vida.
Chegara à hora de decidir!
Mas que atitudes tomar?
Entrar no Palco ou Ficar na Platéia:
No teatro da nossa mente nossa meta é ser o ator principal.
Ficar na platéia é abandonar a si mesmo...
Após esses belos momentos de reflexão, você olhou para a platéia e ficou mais uma vez chocado.
O teatro estava vazio.
Intrigado, você se bombardeou de perguntas: "Onde estão as pessoas que eu amo?
Todas me abandonaram no momento em que mais preciso delas?". Gostaria de abraçar um amigo, chorar junto, pedir seu apoio, mas as poltronas estão vazias.
Você se desesperou, sentiu-se sem chão.
Mas em seguida teve outro insight maravilhoso, outra percepção profunda.
Num piscar de olhos compreendeu o quebra-cabeça em que tinha se envolvido.
Enxergou, afinal, que não havia um teatro físico.
O teatro em que estava era o ambiente da sua própria mente.
As pessoas nunca estiveram presentes fisicamente na platéia.
Elas estavam todas na sua memória.
Vieram à tona porque v1ocê fez um mergulho em seu inconsciente, porque viajou pelas avenidas do seu ser.
Nessas viagens, conheceu seus jardins e seus desertos.
Viveu uma fantástica experiência de se encontrar consigo mesmo. Muitos nunca se encontram.
A peça teatral tornou-se o espelho da sua história. Sentiu que seu maior desafio era liderar sua vida, mas você se auto-abandonava.
Necessitava modificar sua história, mas sentia-se impotente.
Você entendeu que empurrava a vida.
Percebeu que não fazia escolhas, que adiava decisões, não exercia seu livre-arbítrio...
Teria de resgatar sua garra, e voltar a fazer da vida uma grande aventura.
Teria de implodir o tédio, a rotina, a mesmice. Precisaria dar mais atenção aos seus amigos, amar mais seus íntimos, ter novos começos. Precisaria elogiar mais e criticar menos, agradecer mais e reclamar menos, viver mais suavemente e cobrar menos das pessoas. Deveria subir no palco tantas vezes quantas fossem necessárias. Ao enxergar isso, mergulhou dentro de si, olhou para todas as tentativas frustradas de mudar sua vida e começou a achar que era quase impossível vencer seu mau humor, suas lamentações, sua ansiedade, impaciência, irritabilidade.
Você aconselhou muitas pessoas a deixarem de ser frágeis, a pararem de olhar para os próprios pés, a levantarem a cabeça, fixarem os olhos no horizonte, mas agora não conseguia ouvir sua própria voz.
Tinha dito para a platéia que batera na porta da vida e proclamara que não tinha medo de vivê-la, mas agora se sentia inseguro, paralisado.
Essa história revelou que você vivera a mais dramática solidão: a de ter esquecido de si mesmo na sua trajetória existencial. Cuidou de muitos, mas não de si.
Esqueceu-se de garimpar ouro no solo das suas psiques, um lugar onde o dinheiro não vale nada e a sabedoria vale muito... Empobreceu, tornou-se triste e ansioso.
Chorou...
Infelizmente, a história que contei representa uma parte da biografia de cada um de nós.
Não ficamos atentos para corrigir as pequenas mudanças que corroem nossa qualidade de vida.
Só descobrimos nossas derrotas depois das grandes perdas.
Por fim descobrimos: Ser espectador gerou um falso conforto. Fomos controlados por nossos problemas.
Perdemos as coisas que mais amávamos, inclusive dentro de nós. A vida deixou de ser simples, gostosa, suave.
O que fazer? Precisamos resgatar o amor pela vida, o amor mais excelente...
"Você é apaixonado pela vida?
O que você faria se estivesse nesse teatro?".
Ficaria na platéia?
Entraria no palco?
Seria um figurante tentando uma oportunidade para aparecer?
Faria um papel de importância?
Seria um ator coadjuvante?
Ou entraria no palco e proclamaria:
"Esta é a minha vida!
Eu não abro mão de ser o ator principal!".
Livro: Seja Líder de Si Mesmo - O Maior Desafio do Ser Humano. Autor: Augusto Curry Trecho da Compilação: Luís Felipe Corga Moreira