Mostrando postagens com marcador Paixão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paixão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O dia de ontem valeu a pena?


amar vale a pena?
Foto Google


Amanhã, apaixone-se.
Porque o dia seguinte é o dia mais importante da sua vida.
É no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu a pena.
É no dia seguinte que acordamos para a realidade ou dormimos no sonho.
A vida da gente começa no dia seguinte e só existe uma maneira de viver: APAIXONADO.

Por isto dance, dance como se ninguém estivesse vendo você,
Trabalhe como se não precisasse de dinheiro,
Corra como se não houvesse a chegada,
Ame como se nunca tivesse sido magoado antes,
Acredite como se não houvesse frustração,
Grite como se ninguém estivesse ouvindo,
Beije como se fosse eterno,
Sorria como se não existissem lágrimas,
Abrace como se fossem todos amigos,
Durma como se não houvesse amanhã,
Crie como se não existisse crítica,
Vá como se não precisasse voltar,
Faça a próxima viagem como se fosse a última,
Vista-se como se não conhecesse espelhos,
Proponha como se não existissem as recusas,
Brinque como se não tivesse crescido,
Levante como se não tivesse caído,
Mergulhe como se não houvesse medo,
Aprecie como se fosse eterno,
Viva como se não houvesse fim.

Apaixonar-se é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, espere, regue e cuide.
Terá um jardim.
Mas esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas.
Se desistir, não terá um jardim.
Terá um descampado.

A paixão não se vê, não se guarda, não se prende, não se controla, não se compra, não se vende, não se fabrica.

A paixão é a diferença entre o sucesso e o fracasso.
Entre a dúvida e a certeza.
Entre aqueles que gostam do que fazem e aqueles que fazem o que gostam.

Apaixonados não esperam, agem.
A paixão é o que faz coisas iguais serem diferentes.

Lembre-se que a arca de Noé foi construída por apaixonados que nada conheciam de navegação e de embarcação e o Titanic foi feito por engenheiros profissionais, fabulosos, que queriam mostrar seu poder.

Amanhã, quando acordar, pense se hoje valeu a pena e APAIXONE-SE.
Porque em 24 horas você vai entrar no dia mais importante da sua vida:
O DIA SEGUINTE.

Autor desconhecido (caso alguém conheça a autoria por favor me avise que edito imediatamente)
Extraído do excelente Blog do Mário Campello - Li, gostei, tomei a liberdade de compartilhar divulgando e indicando!!!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Como conceituar o amor de forma plena?


Fui pesquisar e encontrei na Mitologia Grega todas as explicações!

Amo estudar Mitologia Grega! 

O Israel de Alexandria© 2000. no site http://ialexandria.sites.uol.com.br, fez uma matéria através de análise da Mitologia Grega dos diversos símbolos do amor.

Fiquei encantada em ver que ele conseguiu expressar bem as diversas formas de amor através dos mitos!

Peço licença para reproduzir trechos de seu artigo, com todos os direitos autorais e link do seu espaço, parabenizando pelo trabalho!


Estudei Mitologia Grega quando fiz 3 anos de Curso de Astrologia.
Fiquei encantada com as representações através dos mitos, as associações simbólicas, as estórias, a herança filosófica por trás de cada Deus Grego & Deusa Grega, no Olimpo!!

Especificamente sobre o amor e sua conceituação, eu acredito que hajam diversas formas de expressar amor em sua plenitude:
-o amor ao ser humano
-o amor amigo
-o amor paixão
-o amor platônico






Pois vamos a analogias através da Mitologia, que encontrei no site, para as mesmas categorias de amor que eu havia elencado antes da pesquisa:


-Amor ao ser humano:


Agape
"É o amor benevolente que se contrapõe ao amor concupiscente (ou apego). No amor benevolente deseja-se fazer o bem ao outro. No amor concupiscente deseja-se possuir o bem que já existe no outro."

-Amor Amigo:

Philos
"Conceito estritamente aplicado ao ser humano, philos está próximo ao que entendemos por amizade ou afinidade. É desta palavra que se originaram os termos filosofia (amizade à sabedoria); Filantrópico (amizade aos seres humanos).
Philos talvez seja uma espécie de "amor morno", mais voltado para a vontade (disposição racional) do que para o desejo (disposição emocional)."


-Amor Paixão:

Eros
O gregos viam em Eros a causa do embevecimento e da entrega decorrente da afeição ( afeição designa aquilo que vem de fora e atinge a pessoa sem que ela tenha controle sobre o ocorrido), daí a imagem de Eros com a flecha. Ninguém enfia uma flecha em si mesmo. Afeição é passividade do sujeito. O amor erótico é marcadamente passional. Ser passional é sofrer de paixão. Paixão é a emoção que se sobrepõe à razão, à consciência crítica."

-Amor Platônico:

"Há elementos presentes na obra de Platão(O Banquete) que nos permite descobrir as riquezas do conceito de amor platônico. 
Em O Banquete , os convidados se revezam para discursar sobre o amor, o que resulta numa rica abordagem do tema em que são analisados os diferentes tipos de amantes, a essência da relação amorosa e os diversos objetos do amor.
A expressão "amor platônico" virar sinônimo de amor filosófico, mais especialmente da filosofia enquanto ascese (afastamento dos prazeres materiais através da contemplação do mundo espiritual).
A associação entre amor platônico e ascese fez com que o senso comum o reduzisse a amor que despreza o corpo
Um desses elementos pode ser extraído do mito relatado por um dos convivas do Banquete: Aristófanes. 
Segundo O Banquete , em tempos imemoriais, a terra era habitada por seres esféricos com duas cabeças opostas e exatamente iguais, quatro braços, quatro pernas e duas genitálias. 
Uns com ambas as genitálias masculinas, outros com duas femininas e alguns com uma feminina e outra masculina. 
Havia então três gêneros de seres esféricos: o masculino, o feminino e o andrógino. 
Mutiplicavam-se como sementes, ou seja, enterravam-se no chão e daí brotavam outros seres tal como ocorre com as plantas, não empregando, portanto, suas genitálias para fins reprodutivos.
Por serem tão confiantes em sua força e coragem, essas criaturas decidiram invadir o Olimpo, a morada dos deuses. 
Irado com tal insolência, Zeus ordenou a Apolo que as castigasse, cortando-as ao meio a fim de se enfraquecerem, tranformando-os em humanóides. 
Cada ser passou então a ter uma cabeça, dois braços, duas pernas e uma genitália. 
Como as costas ficaram com carnes expostas em decorrência do corte, Zeus ordenou que Apolo pegasse as bordas da ferida e as esticasse, deixando apenas uma pequena abertura, o umbigo. 
Feito isso, Apolo girou para trás os braços, as pernas e a cabeça desses novos seres, de forma que eles, ao olharem para o próprio umbigo, lembrassem do castigo divino. 
A genitália, todavia, ficou esquecida na parte de trás.
Espalhadas pelo mundo, as metades perderam a vontade de viver: não mais comiam, nem bebiam e nem sequer "enterravam-se" para perpetuar a espécie. 
De tão deprimidas que ficaram, vagavam a esmo à procura de suas respectivas metades e, se ocorria de metades-irmãs se olharem, estas reconheciam-se de imediato e abraçavam-se intensamente uma a outra como se quisessem unir-se outra vez. 
E assim ficavam por tanto tempo que morriam. E a espécie foi desaparecendo.
Preocupado com a possível extinção da espécie, Zeus ordenou a Apolo que transpusesse as genitálias das metades para a frente, logo abaixo do umbigo, a fim de que, uma vez abraçadas, elas se unissem sexualmente. 
Ordenou, ainda, que a reprodução passasse a ocorrer pela cópula. 
É claro que apenas os seres esféricos andróginos foram "beneficiados" pela nova ordem de Zeus.
Esse mito transmite-nos uma série de pistas sobre o entendimento que Platão tinha sobre o amor. 
Temos aí um parecer sobre a natureza da homossexualidade, sobre a função do amor como remédio contra a violência, etc. 

Porém, o maior ensinamento está na idéia de amor complementar: 

Cada pessoa é uma metade que busca na outra o seu complemento, a sua alma gêmea, o côncavo e o convexo, a outra banda da macã. 



Fonte:  Israel de Alexandria© 2000. no site http://ialexandria.sites.uol.com.br

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Amor perenizável


foto do google



"As pessoas falam em amor à primeira vista.
Não creio que isso exista - a mim, parece ilógico, uma conexão impossíel, uma vez que o amor é uma construção, e não uma fagulha, um instante.

Acredito em paixão à primeira vista, pois é a paixão que solta faíscas, é a paixão que dá o disparo , a paixão que desassossega e faz perder a razão.

O amor é um produto da convivência, da admiração, do pensar sobre o outro, do sentir a ausência de maneira calma, e não em desespero.

Por isso, uma vida em paz é uma vida com amor, uma vida que surge depois que a energia explosiva da paixão se converte em amor perenizável.

Gosto mesmo da idéia de amar o amor - a capacidade de guardar aquilo que me faz bem.

É claro que a paixão também faz bem, mas só por um certo tempo.
Ela não pode ser persistente, caso contrário ela faz adoecer, ela descontrola, suspende a noção de tempo e espaço.

Assim, paz de espírito é aquilo que faz com que eu consiga orquestrar as minhas paixões de maneira que elas se convertam em energia positiva e controlável.

Por esse ponto de vista, para ter paz de espírito, viver em paz é saber que está fazendo o que precisa fazer.

Isso exige racionalidade.

Obedecer ao coração não é ser dominado pelo coração, não é excluir a razão.
Obedecer ao coração é agir em equilíbrio, numa parceria entre o coração e a razão.

Para mim, o equilíbrio ideal é aquele da bicicleta, o equilíbrio que só existe quando se está em movimento.

O equilíbrio não é ausência de emoção.
É ir aos extremos e não se perder." 




Fonte:
Livro: O que a vida me ensinou
Autor: Mário Sérgio Cortella
Editora Saraiva


sábado, 24 de março de 2012

O amor não acaba, nós é que mudamos

foto do google


Um homem e uma mulher vivem uma intensa relação de amor, e depois de alguns anos se separam, cada um vai em busca do próprio caminho, saem do raio de visão um do outro. 
Que fim levou aquele sentimento? 
O amor realmente acaba?

O que acaba são algumas de nossas expectativas e desejos, que são subtituídos por outros no decorrer da vida. 
As pessoas não mudam na sua essência, mas mudam muito de sonhos, mudam de pontos de vista e de necessidades, principalmente de necessidades. 
O amor costuma ser amoldado à nossa carência de envolvimento afetivo, porém essa carência não é estática, ela se modifica à medida que vamos tendo novas experiências, à medida que vamos aprendendo com as dores, com os remorsos e com nossos erros todos. 
O amor se mantém o mesmo apenas para aqueles que se mantém os mesmos.

Se nada muda dentro de você, o amor que você sente, ou que você sofre, também não muda. 
Amores eternos só existem para dois grupos de pessoas. 
O primeiro é formado por aqueles que se recusam a experimentar a vida, para aqueles que não querem investigar mais nada sobre si mesmo, estão contentes com o que estabeleceram como verdade numa determinada época e seguem com esta verdade até os 120 anos. 
O outro grupo é o dos sortudos: aqueles que amam alguém, e mesmo tendo evoluído com o tempo, descobrem que o parceiro também evoluiu, e essa evolução se deu com a mesma intensidade e seguiu na mesma direção. 
Sendo assim, conseguem renovar o amor, pois a renovação particular de cada um foi tão parecida que não gerou conflito.

O amor não acaba. 
O amor apenas sai do centro das nossas atenções. 
O tempo desenvolve nossas defesas, nos oferece outras possibilidades e a gente avança porque é da natureza humana avançar. 
Não é o sentimento que se esgota, somos nós que ficamos esgotados de sofrer, ou esgotados de esperar, ou esgotados da mesmice. 
Paixão termina, amor não. 
Amor é aquilo que a gente deixa ocupar todos os nossos espaços, enquanto for bem-vindo, e que transferimos para o quartinho dos fundos quando não funciona mais, mas que nunca expulsamos definitivamente de casa. 
Martha Medeiros

quinta-feira, 15 de março de 2012

Blogagem Coletiva - Encantamento - Fase 1 - Amor aos Pedaços



Em homenagem à amiga virtual Rosélia do Blog Espiritual-idade, decidi aderir a proposta de Blogagem Coletiva Amor aos Pedaços!  

Pois o AMOR sempre é o melhor dos sentimentos que Projetam as Pessoas!
Organizadoras dessa BC(Blogagem Coletiva): 3 R´s:
LuzdeLuma.blogspot.com                           ROSA
Espiritual-idade.blogspot.com                     ROSÉLIA
PublicarParaPartilhar.blogspot.com             RUTE

O Encantamento foi o "primeiro pedaço" do AMOR escolhido para o dia de hoje.

"A ideia é falar do enamoramento em geral, pelas pessoas, pela vida, pela natureza, pelo mundo. 
Dos começos das relações amorosas, repletas de sonhos, castelos no ar, projeções de muitas cenas de cinema ou de romances literários. 
Podem falar dos sentimentos avassaladores, dos suores frios só de pensar em estar perto da pessoa amada, de amores correspondidos ou secretos, de mãos trêmulas e olhos brilhantes.
E porque não, relembrar as primeiras cartas de amor? Quem as não teve, quem as não tem? Ou então, e-mail de amor! 
Agradinhos guardados, lencinhos cheirosos oferecidos, o primeiro jantar à luz das velas, a primeira vez que foram carregadas ao colo, ou até, que carregaram ao colo alguém.
Vamos relembrar? Porque relembrar é reviver. Não prometemos uma viagem a vidas passadas, mas com certeza será uma prazerosa viagem ao tempo da inocência e do puro coração."

Bem, Amiga Rosélia, Orvalho do Céu, convite aceito, aqui está a minha contribuição sobre Encantamento:

 foto google

Você acredita em amor "à primeira vista" ?
A maioria das pessoas diz que não, que não acredita!
A minha opinião, há algum tempo atrás, também era não...
Mas....
"Sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio de um deserto, seja no meio das grandes cidades. 
E quando estas pessoas se cruzam, e seus olhos se encontram, todo o passado e todo o futuro perde qualquer importância, e só existe aquele momento, e aquela certeza incrível de que todas as coisas debaixo do sol foram escritas pela mesma Mão. 
A Mão que desperta o Amor, e que fez uma alma gêmea para cada pessoa que trabalha, descansa e busca tesouros debaixo do sol. 
Porque sem isto não haveria qualquer sentido para os sonhos da raça humana." 
O Alquimista- Paulo Coelho

Você o vê pela primeira vez e o coração dispara...
Os olhos... cheios de ternura...
Pelo brilho nos olhos, se reconhece o  Amor.
As palavras...  as mais doces...
O sorriso... inesquecível!
Não consegue mais pensar em ninguém... tudo a sua volta remete àquele momento especial!
Ele  lhe enfeitiçou de tal forma, que você não sabe como ou por que aquilo aconteceu!
A felicidade transbordante, os suspiros...
O coração bate mais forte e muitas vezes mais rápido também...
Não consegue dormir direito, sonha acordada...
Perde o apetite...
Olhares perdidos, pensamento longe....nas nuvens...
Fica vermelho apenas ao encontrar o objeto da sua paixão!
E o famoso friozinho na barriga?

Será que existe mesmo uma explicação científica para o amor?
Será química?

Eu ainda acredito em "alma-gêmea", em "cara-metade", em "outra-parte"!
Acredito em energias afins que se encontram em dimensões, em planos de vida, que podem caminhar juntos num momento, ou não, mas que nunca passam em nossas vidas por acaso!

"Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso."
Os sintomas do encantamento, da paixão, do amor, todo mundo conhece, todo mundo sonha viver, vive ou já viveu!
Dizem que a vida é a arte do encontro...

Que todos possam se Encantar nessa Vida!

terça-feira, 30 de agosto de 2011