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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

As 10 executivas mais Elegantes do Brasil

O Globo
 Foto: Mosaico - http://www.nahorah.net

O jornal O Globo ( http://oglobo.globo.com/emprego/as-10-executivas-mais-elegantes-do-brasil-7315129) divulgou no Caderno Boa Chance, a lista das dez executivas mais elegantes do Brasil.
E a minha querida mentora e ex-chefe Maria Silvia Bastos Marques se encontra nessa seleção.
Sou testemunha de sua elegância, classe e carisma, que permeia seu profissionalismo, poder de decisão e competência, emoldurando seu brilhantismo!
Parabéns a ela e as demais pela notoreidade:
1- Andrea Natal
Gerente-geral do Hotel Copacabana Palace desde 2006, Andrea Natal começou sua vida profissional na extinta rede Méridien. 
Em 2006 começou no Copa como gerente de recepção. 
Desde então, Andréa subiu todos os escalões até chegar ao posto de gerente-geral, sendo a primeira mulher a ocupar esse cargo num hotel de grande porte da rede Orient Express.
2- Roberta Medina
Sócia e vice-presidente executiva da empresa Rock in Rio, desde 2003, Roberta ainda preside a Dream Factory Entretenimento, que produz, por exemplo, a infraestrutura do carnaval de rua do Rio de Janeiro e as inaugurações da Árvore de Natal da Lagoa. 
A jovem empresária também está no comando da Better World Comunicação e Eventos, que atua em Portugal e Espanha.
3- Maria Silvia Bastos Marques
Maria Silvia Bastos Marques é presidente da Empresa Olímpica Municipal do Rio de Janeiro
Foi diretora do BNDES, secretária de Fazenda da cidade do Rio de Janeiro, presidente da CSN (aonde foi minha chefe) e do Grupo Icatu Seguros. 
Integrou os conselhos de Administração da Petrobras, Companhia Vale do Rio Doce, Anglo American PLC, Embratel, Souza Cruz, Pão de Açúcar, Arcelor, Light e Globex.
4- Sonia Hess
Presidente da camisaria Dudalina desde 2003, Sônia Hess ajudou desde pequena a tocar a confecção no interior de Santa Catarina fundada pela mãe, Adelina Hess, 55 anos atrás. 
E décadas de conhecimento acumulado sobre o negócio ajudaram a empresária a chegar à marca de 70 lojas, com a inauguração da primeira unidade internacional, em Milão, em 2012. 
Também no ano passado, foi reconhecida como a Personalidade de Vendas pela ADVB - a primeira mulher a receber o prêmio em 50 anos. 
5- Martina D´Ávila
Martina D’Avila é diretora da Veredas, agência de eventos e de branding do grupo GL events Brasil - operação brasileira de uma das maiores empresas de eventos do mundo, a francesa GL events - que tem, entre outros negócios, a concessão do Riocentro e da HSBC Arena. Na Rio + 20, além do planejamento e prestação de serviços, a Veredas produziu o "Youth Blast", Conferência das Juventudes. 
Antes de comandar a Veredas, Martina trabalhou em multinacionais como LG, Wella, Nokia, Adidas, Pernod Ricard e Cacharel.
6- Marina Grossi
A economista Marina Grossi é presidente-executiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) desde 2010. 
Sua atuação no conselho se iniciou em 2005, quando assumiu as funções de diretora-executiva e coordenadora das Câmaras Temáticas de Mudança do Clima e Energia, Construção Sustentável e Finanças Sustentáveis. 
Marina possui um vasto currículo prévio ligado à área governamental e foi sócia fundadora da Fábrica Ethica Brasil, prestando assessoria em sustentabilidade para governos e empresas. 
7- Denise Pavarina
A diretora executiva do Bradesco é a primeira mulher a fazer parte do alto escalão do banco. 
Não bastasse, Denise também é a primeira presidente mulher da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima)
Quando, no fim de 2009, a executiva assumiu o comando da Bradesco Asset Management, recebeu uma missão: internacionalizar as atividades da casa. 
Atualmente, a Bram conta com unidades no Japão, em Luxemburgo, em Londres, em Nova York e no México. 
8- Ana Carmen Alvarenga 
Ana Carmen é diretora de Desenvolvimento da Tishman Speyer - operadora, desenvolvedora e gestora de investimentos imobiliários presente em 9 países -, liderando o escritório do Rio de Janeiro. 
Antes de se juntar à empresa, em 2007, Ana Carmen trabalhou durante 16 anos na Brascan Residential Properties, hoje Brookfield Incorporações, como superintendente de transações imobiliárias e, anteriormente, foi responsável pelas atividades de construção da Real Engenharia, empresa líder em projetos Classe A. 
9- Gisela Mac Laren
Gisela MacLaren, dona do MacLaren Oil, é única mulher do mundo a comandar um estaleiro. 
Ela ingressou no negócio da família quando tinha 15 anos, exercendo a função de escriturária. 
Em 1989, abandonou o curso de Economia nos Estados Unidos para ajudar o pai a tirar o estaleiro da concordata. 
Em 2000, quando seu pai se aposentou, Gisela assumiu a presidência. 
Hoje, sua empresa disputa contratos bilionários, como a construção de plataformas para a Petrobras.
10- Aniela Jordan
Aniela Jordan é sócia-diretora, ao lado de Luiz Calainho e Fernando Campos, da Aventura Entretenimento, empresa de espetáculos musicais produtora de sucessos como “O Mágico de Oz”, “Hair”, “Um violinista no telhado” e “Noviça Rebelde”. 
Aniela é também a profissional responsável pela residência artística do Imperator – Centro cultural João Nogueira, a casa de show localizada na Zona Norte do Rio que ficou fechada durante 16 anos e voltou à cena em junho de 2012, recebendo aplausos da população e da crítica.
Fonte:  http://www.nahorah.net e 
Jornal O Globo - Caderno Boa Chance

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Mulheres que se projetam e nos projetam - Maria Silvia Bastos Marques

No aniversário da executiva que me inspirou, e me inspira a cada dia, por sua inteligência, competência, garra e por toda a contribuição que já prestou ao Rio de Janeiro, e nas empresas por onde passou, nos times que já formou e conquistou, pelos resultados que já atingiu, selecionei e compartilho, matéria publicada no Site da Cidade Olímpica do Rio de Janeiro de 16 de novembro de 2011:
“O Rio está se passando a limpo”
Presidente da Empresa Olímpica Municipal, Maria Silvia Bastos Marques fala dos desafios, expectativas e satisfação de ocupar a gerência do trabalho de mudanças no Rio para 2016 e do legado que os Jogos vão deixar para a cidade.

Superar obstáculos administrativos, coordenar trabalhos que, por vezes, passam por diversas secretarias municipais, fazer os cariocas se engajarem na construção de uma nova cidade e, enfim, pôr de pé o sonho olímpico dos Jogos do Rio 2016. 

Não são poucas nem fáceis as atribuições da economista Maria Silvia Bastos Marques como presidente da Empresa Olímpica Municipal, cargo que ocupa desde o início de agosto de 2011 e, segundo a própria, já lhe tira o sono.

Em meio a organogramas, reuniões e a organização no novo endereço da Empresa Olímpica – em um prédio de poucos andares, aos pés do recém-pacificado morro de São Carlos, no Estácio –, a executiva falou sobre os desafios e expectativas de seu cargo.

– O dia só tem 24 horas – lamentava, bem-humorada, ‘a prefeita das Olimpíadas’, apelido dado pelo prefeito Eduardo Paes, que ela conheceu à época de sua primeira passagem pela administração municipal, na década de 1990 (ela como secretária de Fazenda, ele como subprefeito da Barra).

Com passagem pela presidência da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Maria Silvia Bastos presidia uma grande seguradora quando aceitou o convite para ficar à frente da Empresa Olímpica Municipal.

 Quando o prefeito me ligou com a questão do projeto olímpico, fiquei um pouco assustada. 
Mas depois voltei pra casa, pensei… Acho que as Olimpíadas são uma oportunidade única para a cidade do Rio de Janeiro. 
Então, aceitei e aqui estou – afirma ela, que tem se desdobrado para dar conta da quantidade de informações e visitado as principais obras em execução na cidade.
‘Legado’ talvez seja a síntese da entrevista concedida por Maria Silvia Bastos. 
E é com base neste legado que a executiva enumera com facilidade projetos como o Porto Maravilha, que está revitalizando uma área até então degradada da cidade; o Morar Carioca, de reurbanização de favelas até 2020; e o BRT (Bus Rapid Transit), construção de quatro novos corredores viários na cidade.

– Estamos mais preocupados até com o dia seguinte. 
Como é que a cidade vai estar no dia seguinte?
Que cidade o Rio se tornará? 
Se vai ter melhores serviços, se teremos uma população que terá outro entendimento das questões da cidade – pensa adiante.

* * * *

Poucos meses depois de assumir a presidência da Empresa Olímpica Municipal (EOM), a senhora já conseguiu dar conta das reais responsabilidades dessa função?

MARIA SILVIA BASTOS 
– Já estou sem dormir (risos). 
Já deu, sim. 
A Empresa Olímpica foi, de fato, criada em setembro e ainda está sendo estruturada. 
Isso quer dizer que nós tivemos um trabalho inicial grande, de desenhar organograma, de discutir as funções e até de discutir qual o papel dessa empresa; entender o que essa empresa deveria fazer e o que não deveria fazer. 
Mas o seu principal papel é o trabalho de coordenação das atividades, dos projetos, no sentido mais amplo possível, um trabalho de integração e alinhamento de informações. 
Nós tivemos uma reunião do Conselho Executivo, que a Empresa Olímpica coordena, e que reúne os secretários que estão envolvidos nos grandes projetos de infraestrutura para as Olimpíadas. 

 Quando assumiu o convite para tocar a Empresa Olímpica Municipal, qual foi a primeira coisa que pensou?
MSB 
 Eu tenho muita proximidade com o prefeito, nós já tínhamos trabalhado juntos, tivemos muita interação, nos conhecemos bastante, sempre mantivemos contato durante esse tempo.
Embora eu estivesse na iniciativa privada, nunca me afastei dos projetos relacionados ao Rio de Janeiro, sempre estive conectada.
Ele sempre brincava comigo, que nós tínhamos que trabalhar juntos novamente. 
Então, quando ele me ligou com a questão do projeto olímpico, no início eu fiquei um pouco assustada. 
Mas depois voltei pra casa, pensei… 
Eu gosto muito da função pública e gosto muito da cidade.
Eu tenho o título de cidadã honorária do Rio de Janeiro que me foi dado, por coincidência ou não, pelo então vereador Eduardo Paes.
O quadro está até aqui na minha sala, eu sempre coloco em todos os escritórios que vou, tenho muito orgulho desse título.
Minha explicação é bem simples: eu digo que aceitei por ‘egoísmo’, para trabalhar por mim e por meus filhos.
Para ter uma cidade melhor. 
Acho que as Olimpíadas são uma oportunidade única para a cidade do Rio de Janeiro. 
Desde que a gente deixou de ser capital do país, que houve a fusão, acho que o Rio de Janeiro perdeu um pouco o seu caminho. 
Faltava um grande divisor de água, alguma coisa para que a cidade pudesse se mobilizar, que a gente pudesse virar uma página e começar uma página nova, se transformar. 
Então, as Olimpíadas, para mim, representam essa grande oportunidade de ter um projeto de mudança da cidade. 
É muito mais do que fazer Jogos Olímpicos.
Então, eu aceitei e aqui estou.
A senhora acha que isso já está refletindo na autoestima do carioca?

MSB 
 Eu acho que o carioca se mobiliza muito, por muita coisa. 
O Rio é uma cidade complexa, tem questões administrativas bem mais complicadas do que grandes cidades, como São Paulo, por exemplo, pelo nosso passado de capital.
Um exemplo muito simples é a área do Porto. 
Ali você tem, urbanisticamente falando, terrenos municipais, estaduais, federais; é toda uma complicação administrativa. 
Então, eu acho que as Olimpíadas nos trazem uma oportunidade de arrumar a casa de uma maneira que o carioca perceba que vai ter uma vida melhor.
Acho que as questões vão ser mais bem endereçadas. 
Não sei se já chegou à população, acho que ainda não.
É um trabalho importante que nós temos que fazer, que não é só para fora, é para dentro também, fazer com que todos entendam que essa é uma grande oportunidade.
Nós não estamos falando só sobre 17 dias em que a atenção do mundo se volta para gente, que vai ter aqui um monte de turista e pronto. 
Não, nós estamos mais preocupados até com o dia seguinte.
Como é que a cidade vai estar no dia seguinte? 
Que cidade o Rio se tornou? 
Se vai ter melhores serviços, se teremos uma população que terá outro entendimento das questões da cidade, um outro tipo de motivação e engajamento.
A população tem que se sentir parte desse projeto. 
Esse não pode ser um projeto da Prefeitura nem do prefeito. 
Tem que ser um projeto da cidade. 
Acho que nós estamos começando.

No dia da posse, a senhora comentou uma manchete de jornal no dia seguinte às Olimpíadas de Sydney.
Como a senhora imagina que os cariocas (e brasileiros de um modo geral) vão lidar com as Olimpíadas do Rio?

MSB
 A visão que a gente tem das Olimpíadas, e isso é um pouco do que nós queremos construir com a população, é que a cidade está sendo toda reformada. 
É como se fosse a casa da gente e nós estivéssemos fazendo uma grande reforma.
E a gente gostaria que essa casa nova recebesse muito bem os seus convidados. 
E que, a partir daí, nós tivéssemos mais condições de abrir nossa casa ainda mais, receber mais visitantes, trazer mais investimentos. 
Importante a gente ressaltar que hoje, no mundo, o que mais emprega é a indústria de turismo, muito mais do que qualquer indústria chamada pesada. 
Nossa cidade tem essa vocação. 
Então, a gente está arrumando a casa, e o carioca, que já é um povo muito hospitaleiro, precisa se engajar nesse processo. 
Quando eu mencionei Sydney, eu vi a manchete de um jornal local que dizia assim: “Vocês podem parar de sorrir. Eles se foram”. 
A cidade inteira era um cartão de boas vindas. 
Todo mundo sorridente, todo mundo engajado, todo mundo solícito.
Eu diversas vezes fui abordada por pessoas oferecendo ajuda, não precisava pedir. 
As pessoas achavam que você estava com ar de turista perdido, já vinham com mapa, uma ajuda qualquer.
É muito bonito isso, e é uma coisa permanente. 
Se a gente consegue contaminar dessa forma as pessoas, para que elas se entendam como grandes anfitriões do Rio de Janeiro, acho que nossa cidade só tem a ganhar. 
Com os Jogos e depois dos Jogos.

A senhora é uma pessoa ligada ao esporte, que gosta de esporte? 
Tem um prazer pessoal também ao encarar esse desafio?

MSB 
 Eu sou muito ligada ao esporte. 
Meu sonho de criança era ser atleta olímpica. 
Eu acho a ginástica olímpica uma das coisas mais lindas do mundo. 
A coisa da superação, do corpo que vai ao seu limite, eu gosto demais; é uma coisa que eu assisto em todas as Olimpíadas pela televisão. 
Nunca tinha tido a oportunidade de ir a uma Olimpíada, foi uma oportunidade inesquecível.
Eu andei nas ruas, peguei transporte público, observei bastante, e isso agora vai ser muito útil. Mas eu gosto muito de esportes, é uma das outras razões pelas quais eu aceitei. 
Eu já pratiquei tênis, vou e volto; eu corro, ando de bicicleta, caminho, faço musculação.

Quais são os projetos que a senhora considera mais expressivos para o legado olímpico do Rio?

MSB 
 É difícil nomear um, porque já está acontecendo tanta coisa importante.
Vou começar com um exemplo que as pessoas não associam tanto às Olimpíadas: a universalização do ensino de inglês nas escolas municipais.
Estamos falando de uma população de mais de 100 mil alunos, que vão ter ensino de inglês em todas as classes. 
Até 2014 isso já vai estar acontecendo, e é um projeto de mudança de qualidade de vida.
Você está falando de inclusão no mercado de trabalho. 
As Olimpíadas dão um sentido de urgência, eu acho que isso é o diferencial que nós temos hoje. Nós temos um fato motivador, é aquilo que eu falei antes do divisor de águas.
Olimpíadas trazem a necessidade, trazem a urgência.
Outro projeto crucial para a cidade e que está junto com as Olimpíadas é o Morar Carioca.
É um programa de urbanização das favelas cariocas ate 2020, ultrapassa as Olimpíadas.
Ele tem que acontecer? Eu, como cidadã carioca, acho que temos que fazer ontem.
E ele está acontecendo e é fundamental para o projeto olímpico. 
E tem os BRTs, que são um grande projeto de infraestrutura urbana. 
São quatro grandes linhas, Transoeste, Transcarioca, Transolímpica e Transbrasil, que vão integrar a cidade toda em um modal de transportes muito mais eficiente. 
Vão integrar e se integrar com trem, metrô e com ciclovias também. 
Nós vamos mudar a qualidade de vida de toda a população, que vai poder ter um transporte público de qualidade e vai gastar muito menos do seu tempo em deslocamentos.

A senhora também cita o Porto.

MSB 
 Para mim, há 30 anos o Rio demanda esse projeto, que é o Porto Maravilha e que terá o Porto Olímpico dentro. 
Mais até que um projeto imobiliário, de turismo, é um projeto de regularização fundiária daquela área, como eu mencionei antes. 
Eu diria assim: o Rio está se passando a limpo. 
É nossa grande oportunidade, e nós estamos trabalhando para isso. 
O mais difícil é essa superposição de administrações. 
Tem coisas que estão sob o nosso comando e outras que nós dependemos de negociações, principalmente com o governo federal. 
Mas existe, claro, uma vontade maior do país em relação às Olimpíadas e em relação ao Rio de Janeiro. 
Vale lembrar que o prefeito demandou e mudou o projeto original das Olimpíadas, trazendo a Vila de Mídia da Barra para o Centro.
Eu torci muito para que ele conseguisse, e nessa época eu nem sonhava em participar das Olimpíadas. 
Acho que foi fundamental para completar esse processo de revitalização.
Quando a gente vai a outras cidades que tiveram essas áreas revitalizadas, a gente vê a vida que existe ali.
A vida turística, a vida noturna; estamos falando de novo de hotéis, restaurantes, bares… Então, acho que aquilo ali vai ser uma coisa fantástica.
O que a gente já vê.
Eu fui visitar as obras junto com o presidente da CDURP, o Jorge Arraes, que me mostrou o que está sendo feito, eu fiquei muito impressionada com a dimensão do projeto, porque como ele é um pouco fragmentado a gente não tem a visão do todo, e com a qualidade do que está sendo feito.
É excepcional."

Fonte: http://www.cidadeolimpica.com/o-rio-esta-se-passando-a-limpo/


Parabéns ex-chefa, esse é mais um desafio que lhe é atribuído devido ao tamanho do seu valor, que para mim, para a minha carreira é inestimável!
Trabalhamos juntas por apenas 2 anos, e nos últimos 13 anos seu exemplo me inspira, sempre!

domingo, 28 de novembro de 2010

O jeito feminino de liderar - O Globo de hoje!

No caderno Boa Chance de O Globo de hoje, 28/11, na contra-capa, há um artigo da ABRH-RJ(Associação Brasileira de Recursos Humanos - www.abrhrj.org.br), que não podia deixar de comentar aqui no blog!


E tenho certeza de que nem todos e todas que me seguem, moram no Brasil, no Rio ou têm oportunidade de ler O Globo diariamente, e especialmente aos domingos.


A matéria sobre O jeito feminino de liderar descreve a trajetória de diversas executivas de sucesso e seu estilo de gestão.

E como não poderia deixar de ser, cita em destaque, aquela que muito me ensinou, com seu exemplo, na vida profissional e especialmente em gestão - Maria Silvia Bastos Marques.
Ela que atualmente é Diretora-Presidente do Grupo Icatu Seguros e confirmado pelo artigo de O Globo/Boa Chance, uma das executivas mais influentes do Brasil.


O artigo cita:
" A Mulher mudou o significado do termo liderança.
Para Maria Sílvia, que também ocupa o Conselho de Administração de inúmeras organizações(tais como Light, Ponto Frio,etc) as mulheres, em geral, têm a capacidade de lidar com diferentes assuntos ao mesmo tempo."...

"-Conseguimos, e nos permitimos, um envolvimento pessoal e emocional com nossos colaboradores, sem perder o profissionalismo; isso nos proporciona gerenciar e trabalhar em equipe de uma forma melhor; essas características, que agregam mais humanidade à gestão, até podem ser encontardas nos homens, mas são predominantes nas mulheres", "considera a presidente do Grupo Icatu Seguros....

Competência e Visão Estratégica também a levaram a ser a primeira mulher a dirigir o Centro Corporativo e depois presidir a Companhia Siderurgica Nacional (CSN)"...

e mais a frente...

"Ela destaca que em todas as experiências profissionais que teve, procurou extrapolar a função estrita da gestão, buscando trazer mais prazer e qualidade ao ambiente de trabalho.

O olhar feminino enxergou sempre mais do que o óbvio."

E ela continua:
" Promovi um concurso de uniformes (com estilistas) para que os funcionários da CSN(todo o time da Usina da CSN em Volta Redonda usava um uniforme padrão cinza) pudessem escolher um novo modelo de uso diário, isso gerou grande impacto na autoestima e no desempenho dos funcionários; também criei um programa de conversas voluntárias com os funcionários da CSN e na Icatu Seguros, com excelentes resultados para alavancar o meu conhecimento dos problemas e desafios das empresas", exemplifica Maria Silvia, que, entre inúmeros reconhecimentos à sua atuação, em 1999, obteve o de "Líder Global do Amanhã" (Global Leader of Tomorrow) no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suiça."

Hoje matei um pouquinho da saudade que tenho daquela época e senti renovar o orgulho que tenho de ter feito parte do seu time, MS!!

www.globo.com.br/boachance

sábado, 23 de outubro de 2010

Com quem você quer trabalhar?

foto do Google

Num momento de turbulência na vida profissional, há mais de 10 anos atrás, estava eu novamente fazendo novena para Nossa Senhora de Fátima, pedindo ajuda para não ficar desempregada, para me permitir uma carreira de crescimento e boas oportunidades.
E dia após dia seguia com minhas orações diárias.

Ocorre que, num desses dias, fui ao dentista e folheando uma Revista Marie Claire li uma matéria de 4 páginas que começava com uma foto de página inteira de uma executiva bem sucedida, que, na época, comandava uma importante Diretoria da Companhia Siderúrgica Nacional (uma grande empresa, originalmente por característica do negócio e pela formação, tipicamente masculina), após ter sido mãe de um casal de gêmeos.
A matéria relatava a trajetória desde a infância numa cidade do interior do Estado do Rio, a universidade, o sucesso na Secretaria da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro, seguido do convite do Benjamim Stainbruch para o desafio de comandar o Centro Corporativo da CSN.
Eu li a matéria com deslumbramento, e disse para mim mesma, seria o máximo trabalhar com ela, nessa empresa!

E a vida seguiu.....
Uns dias depois, na hora da minha novena, rezando o terço, completamente concentrada, ouvi uma voz que me perguntou:
-Com quem você quer trabalhar?
Eu nem bem me dei conta e pedi fervorosamente: Eu quero trabalhar com a Dra Maria Silvia Bastos Marques(na época), na CSN.

E continuei rezando...

Na sexta-feira dessa mesma semana, no início da noite, tinha acabado de chegar em casa, o telefone tocou:
-Dra Sandra?
-Sim, é ela.
-Aqui é Dr Arthur da CSN (!!!!!)
-(silêncio....tremedeira.....espanto....) Pois não? Daonde mesmo?
-Da Companhia Siderúrgica Nacional
-(incredulidade......nervosismo.....)Sim?
-A Dra Maria Silvia Bastos recebeu referências suas e gostaria de entrevistá-la na próxima segunda-feira às 8hs, é possível? (como seria possível? eu não havia encaminhado nenhum CV!! eu não tinha feito nenhum contato, nenhum movimento para ir para a CSN a não ser rezar!)

Não preciso dizer que naquela segunda-feira eu fui entrevistada por ela, e um mês depois estava trabalhando com ela na CSN! (A Fé e a força do pensamento têm poder!)
E lá fiquei por 3 anos.
E foi lá que tive a maior e melhor escola profissional que um executivo sonha ter!
Foi lá que aprendi, com ela, como os grandes executivos decidem, como os engenheiros financeiros investem, como se conduzem grandes projetos, como se gerencia delegando, confiando, acreditando no seu time, como se forma um "dream team" de grandes gestores, como se constrói uma empresa de sucesso e de lucro!

Agradeço ao Lauro que me indicou por bons trabalhos em parceria realizados antes.
Agradeço aos grandes executivos como Eraldo, Piedade, Luzimar, Otávio, Cláudia, João Luiz, José Marcos que tanto me ajudaram.
Agradeço a Núbia, Raquel, Érica, Zeca, Pedro, Silvinha e tantos bons profissionais que fizeram parte do meu time e construiram um trabalho de tanto sucesso.
Quantos amigos conquistei! (E mantenho até hoje....Joaninha, Ilda, Maria Helena, Marisa, Cássio, Cristina, Marcelo, Ana Paula, Barros, Arino, Mário, nossa o post ficará enorme se citar todos os bons contatos que mantemos até hoje!)
Agradeço a Maria Sílvia por todo o exemplo, por tanta competência executiva, por ser a profissional e a pessoa iluminada que é, e que foi tão importante em minha vida profissional.
Agradeço à Deus e 'a minha Fé em Nossa Senhora de Fátima por ter me dado essa oportunidade inestimável.
Inesquecivel!