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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Obama e a importância dos Relacionamentos



Presidente EUA

Obama 2013


Alguns líderes vivem seguindo o mantra: "O inimigo do meu inimigo é meu amigo."

Barack Obama por outro lado, pergunta: "Porque tenho inimigos, afinal?".

Muitos julgam a filosofia de Obama como utópica. 
Para Barack Obama, porém, a postura de estender a mão e procurar uma base comum deu resultados positivos. 
Quem poderia imaginar que personalidades proeminentes tão diversas teriam em comum o apoio à Obama?

Enquanto outros podem ficar surpresos com o sucesso de Obama em conseguir esse arco tão amplo de apoio, o próprio presidente permaneceu confiante o tempo todo de seus resultados positivos.
Ele promoveu a prática de se relacionar com os outros e criar amizades em lugares incomuns durante toda sua carreira.

Obama sempre teve o desejo genuíno de unir pessoas e conseguir soluções "win-win" sempre que possível - uma mentalidade que lhe deu a reputação de líder  e lhe "marcou" como um novo tipo de político.

Quais as práticas e princípios que permitiram a Obama fazer tantos amigos em lugares incomuns?

  • Empregue o poder da análise:o lado pragmático dos amigos
    • Barack Obama está comprometido com o ideal de unidade e procura construir as coalizões mais amplas possíveis quando trata de questões importantes. Mas ele também reconhece a importância prática de juntar pessoas eficientes com poder para ajudar a conseguir seus objetivos.
    • Analisar aqueles que tem poder e aprender a ganhar o apoio deles tornou-se uma das ferramentas mais importantes do conjunto de capacidades de Obama.
  • Vá aonde estão os amigos
    • Se colocar aonde estão as pessoas influentes
  • Nunca se limite aos aliados de sempre
    • O pensamento é parte de sua experiência pessoal. Filho de pai africano negro e mãe branca do kansas, cresceu no Havaí e na Indonésia, e vivendo por um tempo com um padrasto asiático e avós brancos, aprendeu a avançar em meio à diversidade. Aprendeu a ver que as pessoas têm muitas coisas em comum e quando você as incita, elas geralmente respondem e estão dispostas a transcender e ultrapassar as quase irrelevantes linhas tradiciconais de divisão.
    • Obama descobriu desde cedo como desenvolver uma ampla base de amigos e cultivar uma grande variedade de relacionamentos.
    • Nunca se limite a ter amigos em lugares comuns
    • Esteja disposto a fazer amigos em lugares incomuns
  •  Empregue uma perspectiva "win-win" e uma mentalidade "para ambos"
    • Obama aprendeu que, se estiver disposto a ouvir as pessoas, é possível superar muitas diferenças que dominam o debate.
    • Mantendo seus princípios, sempre os defende enquanto procura construir consenso na busca e demonstração de soluções "win-win", além de persuadir outras pessoas de que tais soluções e posturas são viáveis, ajudando diretamente para assegurar o apoio de amigos em lugares incomuns.
  • Encontre uma base comum
    • Obama tem como prática identificar e iluminar a base comum, que ajuda as pessoas a acreditarem que uma aliança mutuamente benéfica pode florescer.
    • Obama demonstra grande habilidade em juntar pessoas de bases bastante diversificadas, ajudando-as a ver seus pontos em comum.
    • Cria uma sensação de "nós" onde geralmente outros só viam um "eu" contra "ele".
    • Várias práticas permitiram que construisse essas pontes, inspirando as pessoas, nos lugares incomuns, a apoiá-lo, cruzar as divisões tradicionais ou esquecer problemas do passado.
    • Obama procou ser igualmente eficiente no uso das aspirações, objetivos e valores comuns para forjar alianças valiosas.
  • Fale de forma compreensível
    • Bastante relacionado com sua prática de sublimar valores, as experiências ou histórias comuns, está o hábito de falar com amigos potenciais numa linguagemque ecoa neles. Essa prática ressalta a sua capacidade de se conectar com ouvintes.
  • Mantenha um olho no futuro
    • Obama adota um estilo de evitar o confronto sempre que possível, sabendo que pode precisar trabalhar em outras situações com as mesmas pessoas que poderiam se opor a seus objetivos imediatos.
    • Ele não teme o confronto ou as ações assertivas, mas tenta não queimar as pontes.
  • Respeite seus potenciais amigos
    • Poucas coisas podem atrapalhar tanto um relacionamento produtivo quanto o desrespeito.
    • Quando potenciais amigos se sentem desrespeitados, sobem as muralhas e se tornam intransigentes.
  • Reconheça que uma fotografia equivale a mil palavras
    • Obama abraça a visão de que a tarefa de fazer amigos é um processo dinâmico.
    • Fazer um amigo aqui pode levar a outro ali, já que um novo amigo cria influência para trazer outros apoiadores.
    • Por isso reconehce que a imagem é importante.
    • Se você tem apoio, exiba-os nos momentos certos. Quando feito de maneira correta, isso pode criar um efeito de bola de neve:quando faz amigos em lugares inesperados, outros aliados não tradicionais podem ser inspirados para olhar seriamente para você e avaliar a viabilidade de uma parceria frutífera.
  • Aumente o número de amigos,expanda sua rede
    • Um lider de sucesso alavanca seus amigos para construir uma rede expandida que pdoe ajudar a alcançar os objetivos indicados
  • Não guarde rancor
    • Obama toma cuidado para não guardar rancor de pessoas que, num momento ou em outro, não o apoiaram ou preferiram se opor explicitamente a ele ou a seu trabalho.


Fonte : Livro Liderança segundo Barack Obama
Autor: Shel Leanne
Editora Leya

Editora Leya



    quarta-feira, 29 de agosto de 2012

    Como conceituar o amor de forma plena?


    Fui pesquisar e encontrei na Mitologia Grega todas as explicações!

    Amo estudar Mitologia Grega! 

    O Israel de Alexandria© 2000. no site http://ialexandria.sites.uol.com.br, fez uma matéria através de análise da Mitologia Grega dos diversos símbolos do amor.

    Fiquei encantada em ver que ele conseguiu expressar bem as diversas formas de amor através dos mitos!

    Peço licença para reproduzir trechos de seu artigo, com todos os direitos autorais e link do seu espaço, parabenizando pelo trabalho!


    Estudei Mitologia Grega quando fiz 3 anos de Curso de Astrologia.
    Fiquei encantada com as representações através dos mitos, as associações simbólicas, as estórias, a herança filosófica por trás de cada Deus Grego & Deusa Grega, no Olimpo!!

    Especificamente sobre o amor e sua conceituação, eu acredito que hajam diversas formas de expressar amor em sua plenitude:
    -o amor ao ser humano
    -o amor amigo
    -o amor paixão
    -o amor platônico






    Pois vamos a analogias através da Mitologia, que encontrei no site, para as mesmas categorias de amor que eu havia elencado antes da pesquisa:


    -Amor ao ser humano:


    Agape
    "É o amor benevolente que se contrapõe ao amor concupiscente (ou apego). No amor benevolente deseja-se fazer o bem ao outro. No amor concupiscente deseja-se possuir o bem que já existe no outro."

    -Amor Amigo:

    Philos
    "Conceito estritamente aplicado ao ser humano, philos está próximo ao que entendemos por amizade ou afinidade. É desta palavra que se originaram os termos filosofia (amizade à sabedoria); Filantrópico (amizade aos seres humanos).
    Philos talvez seja uma espécie de "amor morno", mais voltado para a vontade (disposição racional) do que para o desejo (disposição emocional)."


    -Amor Paixão:

    Eros
    O gregos viam em Eros a causa do embevecimento e da entrega decorrente da afeição ( afeição designa aquilo que vem de fora e atinge a pessoa sem que ela tenha controle sobre o ocorrido), daí a imagem de Eros com a flecha. Ninguém enfia uma flecha em si mesmo. Afeição é passividade do sujeito. O amor erótico é marcadamente passional. Ser passional é sofrer de paixão. Paixão é a emoção que se sobrepõe à razão, à consciência crítica."

    -Amor Platônico:

    "Há elementos presentes na obra de Platão(O Banquete) que nos permite descobrir as riquezas do conceito de amor platônico. 
    Em O Banquete , os convidados se revezam para discursar sobre o amor, o que resulta numa rica abordagem do tema em que são analisados os diferentes tipos de amantes, a essência da relação amorosa e os diversos objetos do amor.
    A expressão "amor platônico" virar sinônimo de amor filosófico, mais especialmente da filosofia enquanto ascese (afastamento dos prazeres materiais através da contemplação do mundo espiritual).
    A associação entre amor platônico e ascese fez com que o senso comum o reduzisse a amor que despreza o corpo
    Um desses elementos pode ser extraído do mito relatado por um dos convivas do Banquete: Aristófanes. 
    Segundo O Banquete , em tempos imemoriais, a terra era habitada por seres esféricos com duas cabeças opostas e exatamente iguais, quatro braços, quatro pernas e duas genitálias. 
    Uns com ambas as genitálias masculinas, outros com duas femininas e alguns com uma feminina e outra masculina. 
    Havia então três gêneros de seres esféricos: o masculino, o feminino e o andrógino. 
    Mutiplicavam-se como sementes, ou seja, enterravam-se no chão e daí brotavam outros seres tal como ocorre com as plantas, não empregando, portanto, suas genitálias para fins reprodutivos.
    Por serem tão confiantes em sua força e coragem, essas criaturas decidiram invadir o Olimpo, a morada dos deuses. 
    Irado com tal insolência, Zeus ordenou a Apolo que as castigasse, cortando-as ao meio a fim de se enfraquecerem, tranformando-os em humanóides. 
    Cada ser passou então a ter uma cabeça, dois braços, duas pernas e uma genitália. 
    Como as costas ficaram com carnes expostas em decorrência do corte, Zeus ordenou que Apolo pegasse as bordas da ferida e as esticasse, deixando apenas uma pequena abertura, o umbigo. 
    Feito isso, Apolo girou para trás os braços, as pernas e a cabeça desses novos seres, de forma que eles, ao olharem para o próprio umbigo, lembrassem do castigo divino. 
    A genitália, todavia, ficou esquecida na parte de trás.
    Espalhadas pelo mundo, as metades perderam a vontade de viver: não mais comiam, nem bebiam e nem sequer "enterravam-se" para perpetuar a espécie. 
    De tão deprimidas que ficaram, vagavam a esmo à procura de suas respectivas metades e, se ocorria de metades-irmãs se olharem, estas reconheciam-se de imediato e abraçavam-se intensamente uma a outra como se quisessem unir-se outra vez. 
    E assim ficavam por tanto tempo que morriam. E a espécie foi desaparecendo.
    Preocupado com a possível extinção da espécie, Zeus ordenou a Apolo que transpusesse as genitálias das metades para a frente, logo abaixo do umbigo, a fim de que, uma vez abraçadas, elas se unissem sexualmente. 
    Ordenou, ainda, que a reprodução passasse a ocorrer pela cópula. 
    É claro que apenas os seres esféricos andróginos foram "beneficiados" pela nova ordem de Zeus.
    Esse mito transmite-nos uma série de pistas sobre o entendimento que Platão tinha sobre o amor. 
    Temos aí um parecer sobre a natureza da homossexualidade, sobre a função do amor como remédio contra a violência, etc. 

    Porém, o maior ensinamento está na idéia de amor complementar: 

    Cada pessoa é uma metade que busca na outra o seu complemento, a sua alma gêmea, o côncavo e o convexo, a outra banda da macã. 



    Fonte:  Israel de Alexandria© 2000. no site http://ialexandria.sites.uol.com.br

    segunda-feira, 27 de agosto de 2012

    Filosofia de um sonho

    Filosofia de um sonho 
    - por José Carlos Cunha  (ex- CEO Intelig)




    "A Sandra me pediu para escrever para o Projetando Pessoas os conceitos que embasam a construção de uma cultura empresarial vencedora e eu, modestamente, vou tentar dar minha concepção do tema, mesmo que invertendo um pouquinho a ordem do que ela me pediu. 


    Vou falar de Humor, Amor e Significado

    Esses três elementos constituem os pilares de construção de qualquer empreendimento de sucesso, pessoal ou profissional. Por que? Porque eles respondem e sintetizam os mais íntimos processos que cada um de nós, seres humanos busca e aprecia. Vejam só... 

    Humor: a raiz dessa palavra é latina, e em latim, umor - umoris quer dizer umidade. A umidade é essencial à vida. Da mesma raiz sintática nasce húmus,o mais completo adubo conhecido e a base de nutrição da Natureza. Rico em minerais, alimenta e faz crescer. O humor, nessa percepção, é o adubo das idéias.
    Num ambiente bem humorado, aonde as pessoas podem exercitar seu potencial criativo, as idéias e os conceitos inovadores brotam. Os psicólogos e os estudiosos da matéria afirmam que o humor é uma manifestação de inteligência. Fazer humor é como fazer cócegas no cérebro do outro. É como adubar para que novos mapas mentais possam se formar.
    E, como seres humanos, nós buscamos a alegria e gostamos de estar com quem nos alegra. 

    Num ambiente bem humorado, existe uma alta propensão a acontecer o Amor.
    E o que é, qual a definição que buscamos para o que é o Amor?
    Existem várias possibilidades de se definir o amor em português, indo desde a afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc...
    Gosto de pensar de forma ampla no Amor como a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto. A formação desse vinculo implica em respeito, cuidado, o querer e gostar de estar junto. Nesse processo de Amor, o prazer por fazer algo bem feito, o desprendimento em deixar o outro brilhar e em se permitir ousar, aparecem naturalmente.
    Diversos casamentos também se baseiam nessa percepção de o que é o amor. A experiência mostra que os casamentos que acontecem assim se mostram bastante duradouros.
    E por quê é assim?
    Porquê as pessoas que se casam o fazem por estabelecer um futuro comum, um projeto de compartilhamento de futuro. Isso também é o que acontece em qualquer empreendimento em que os participantes decidam criar um futuro em que estejam coparticipando. 

    E como se cria um futuro comum?
    Exatamente definindo significados comuns aos participantes. Atribuição de significado é uma forma, diria que é a única forma, de se definir valor.
    Me lembro de uma história, contada pelo meu amigo e mestre Mário Cortella, que ilustra o que quero dizer e que fala de um episódio acontecido com Pablo Picasso.
    Picasso, genial pintor, era um distraído. Andava constantemente sem carregar dinheiro. Um dia, tendo ido almoçar num restaurante, depois de comer e beber do bom e do melhor, ao receber a consumação se deu conta, e informou ao garçom, que estava sem dinheiro. Este, sem saber com quem tratava, se alterou iniciando uma altercação que chamou a atenção do dono do estabelecimento. Ao ser informado do motivo da discussão, tendo reconhecido Picasso, lhe disse que a consumação ficaria por conta da casa se o mestre lhe fizesse um pequeno favor. E apresentou a Picasso uma nota de um dólar, pedindo que o genial pintor a assinasse.
    É desnecessário dizer que o valor dessa nota certamente excede, em muito, seu valor de face. Isso porque atribuímos um significado superior à assinatura - do ponto de vista objetivo um mero rabisco - a ela aposta.
    Isto vale para outras coisas, inclusive as intangíveis. Qual o valor de uma rosa? E se ela for dada como um presente de comemoração de um aniversário de casamento, por exemplo? 

    Quando definimos que para nosso futuro é fundamental que exista crescimento e apoio, esses passam a ser parte de um conjunto de valores compartilhados e, sendo atendidos, criam vínculos que são perenes, quase indestrutíveis.
    Cria-se assim um sentido de propósito, de vontade, de determinação, de cumplicidade. Este sentimento torna os participantes desse processo em eternos companheiros, partes de uma mesma "família".
    Claro que existem condições adicionais, tanto da seleção quanto do acompanhamento de quem vai implementar esse projeto, mas essa é a conceituação filosófica do trabalho implantado nesse nosso sonho compartilhado que eu nem preciso nomear, e que todos que participaram reconhecem. 

    Era tangível para todos nós a certeza que nossos valores eram e seriam sempre respeitados e que cada um de nós era peça fundamental na construção desse sonho. 

    Humor, Amor e Significado, os pilares que apoiam o plano. E sobre esses pilares se pode construir o sucesso! 




    Estou absolutamente sem palavras para expressar a minha emoção com esse relato!
    Vivi esse plano, vivi esse sonho se tornar realidade e moldar grandes profissionais de sucesso!
    José Carlos Cunha receba minha eterna gratidão pelo aprendizado dos tempos da Intelig, pela amizade na vida profissional que se seguiu, por sua presença em momentos marcantes aqui no Projetando Pessoas!

    segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

    Filosofia como Terapia

    "Lou Mariniff pergunta a si mesmo em seu livro Mais Platão, menos Prozac: não seria grande privilégio poder conversar sobre nossos medos, angústias ou qualquer tipo de aflição com os cérebros mais privilegiados da história?
    Certamente sentiríamos um grande alívio espiritual se dialogássemos sobre a morte com Platão ou Descartes.

     Platão


     Descartes

    Descobriríamos facetas desconhecidas de nós mesmos se lêssemos Kant, Aristóteles ou Montesquieu.

     Kant


     Aristóteles

     Montesquieu

    É exatamente isso que propõem os filósofos terapeutas.


    O aconselhamento filosófico não é uma moda passageira. 
    Na verdade, há quase 30 anos vem sendo praticado e já alcançou resultados muito satisfatório.
    Os filósofos terapeutas ajudam seus clientes a identificar o tipo de problema que enfrentam para poder encontrar a melhor solução, que normalmente é o pensamento filosófico  mais adequado à personalidade e à formação intelectual do cliente.
    Uma das características que distinguem esses conselheiros é o fato de se concentrarem no presente e no futuro, evitando trazer à tona traumas de infância. Afinal, não se pode alterar o passado.

    Qualquer pessoa pode sofrer angústia emocional ao tentar entender o mundo e não deve ser considerada doente por isso.
    Todos nós sofremos com esse sentimento em algum momento.

    A angústia ou ansiedade que surge diante da idéia da morte ou de uma mudança drástica nos faz buscar respostas para várias perguntas.
    Não somos tão originais, pois as mesmas questões foram feitas anteriormente e os grandes filósofos as responderam.
    Talvez as respostas não sejam as que buscamos, mas podem nos ajudar a encontrar nossa própria explicação e algum consolo.

    Um pouco de boa filosofia pode ser de grande ajuda para superar períodos de crise.


    Todo mundo tem uma filosofia pessoal, ainda que a maior parte dos seres humanos não esteja preparada para utilizá-la, necessitando para isso de um guia.

    Quando os clientes percebem finalmente o tesouro que guardam em seu interior, tomam consciência de que sua vida acaba de se transformar e perdem muitos de seus medos, sentindo-se menos vulneráveis.

    Os filósofos terapeutas não focam apenas nos escritos da filosofia ocidental, mas também utilizam os conhecimentos das filosofias orientais como o hinduísmo, o budismo, o confucionismo e o taoísmo.


    Segundo eles, uma pessoa com dificuldade de encontrar um parceiro amoroso, ou de escolher o mais adequado deveria consultar a filosofia de Buda ou Lao-Tsé, passando por Aristóteles ou Sêneca.


    Buda

     Lao-Tsé


    Sêneca


    Quem já tem um parceiro e quer manter a qualidade de seu relacionamento faria bem em ler Thomas Hobbes, Pitágoras, Sócrates ou, ainda que pareça estranho, Maquiavel.


    Thomas Hobbes



     Pitágoras



     Sócrates


    Maquiavel




    Se é chegado o momento de grandes decisões e precisamos enfrentar o dilema de terminar ou não uma relação, não devemos deixar de consultar Ayn Rand, o Dalai-Lama, Immanuel Kant ou Jean-Paul Sartre.

     Ayn Rand

     Dalai-Lama

    Sartre
     

    Se estamos insatisfeitos no trabalho, temos um chefe tirano ou nos sentimos entediados com nossas atribuições, deveríamos ler Voltaire, Rousseau, Aristóteles e também Bhagavad Gita.

     Voltaire

    Rousseau


     Gita

    Aos que se encontram na meia-idade, é possível superar a crise com o auxílio de Confúcio e Buda.

     Confúcio

     Se não sabemos o que fazer da vida, não temos um objetivo ou sentimos um grande vazio, evitaremos decisões equivocadas com os pensamentos de Simone de Beauvoir, Thomas Mann e Rudyard Kipling.

     Simone de Beauvoir

     Thomas Mann

     Rudyard Kipling

    Também é possível superar o mais terrível dos medos: o da morte, seja a nossa ou a de um ente querido. O fato de que algum dia deixaremos de existir pode nos encher de angústia. Vale a pena nos afastar dessa angústia conhecendo as idéias de Simone de Beauvoir, Lao-Tsé, David Hume e Confúcio.

     David Hume


    Se pensar por si mesmo é algo que tende a desaparecer na cultura de massa, o fato é que muitos encontros filosóficos  vem sendo realizados pelo mundo todo.
    Eles estão fazendo com que a filosofia volte a alimentar a mente das pessoas na vida cotidiana.
    O conhecimento não ocupa espaço.
    Só nos falta vontade de pensar, comunicar e desligar a TV por um tempo.


    Vamos colocar filosofia em nossa vida!!"


    Interessante Anexo, ao final do Livro que DE-VO-REI no carnaval,


    Nietzsche para estressados, que é um livro super inteligente e de leitura fácil, que te estimula a ler página após página,  as 99 filosofias do mestre alemão.
    A sabedoria de Nietzsche é traduzida de forma prática ao nosso dia-a-dia, sendo super natural fazer analogias aos nossos problemas pessoais e/ou profissionais.

    Nietzsche



    Livro: Nietzsche para estressados

    ISBN 9788575426432
    EAN 9788575426432
    separador
    112 páginas
    14 x 21 cm
    Brochura


    Autor: Allan Percy

    Allan Percy é especialista em coaching e em literatura de autoajuda e desenvolvimento pessoal.
    Presta consultoria editorial a várias editoras espanholas e viaja pelo mundo em busca de inspiração para seus livros.

    Editora Sextante













    terça-feira, 15 de novembro de 2011

    Melhorar para crescer



    "O grande sabe que é pequeno 

    e procura com humildade melhorar para crescer; 

    o pequeno pensa que é grande 

    e só entende que cresce diminuindo o outra pessoa".


    Mário Sérgio Cortella

    segunda-feira, 31 de outubro de 2011

    Qual é a tua obra?






    Um dos meus grandes mestres e mentores de muitas diretrizes que sigo se chama Mário Sérgio Cortella.

    Não vou falar sobre sua trajetória neste post, vou deixar esse tema para outra época, quando pretendo dedicar uma semana inteira para postar sobre todos os meus ídolos e mestres!

    Mas sigo seus passos através de suas palestras, artigos, livros, etc.
    Acho que possuo todos os seus títulos!
    Outro dia estava fazendo um curso de Inteligência Emocional, ministrado pela Fundação Dom Cabral e Cortella foi citado e o seu livro :"Qual é a tua obra?" foi indicado.

    Achei muito interessante que na turma, de umas 30 pessoas, profissionais colegas de trabalho, apenas eu e a professora conhecíamos e já tínhamos lido Cortella!

    Esse livro é altamente impactante e recomendo a leitura!

    Conheci Cortella pessoalmente em uma palestra que ele ministrou na Intelig Telecom para um público bem restrito, uns 50 gestores, com direito a debate no final, experiência bem marcante!
    Depois já assisti palestras para grandes públicos aonde fui uma tiete anônima na multidão!

    Mas separei um trecho de um dos primeiros capítulos do livro "Qual é a tua obra?"


    Em busca de sentido
    Enxergar um significado maior na vida aproxima o tema da espiritualidade 
    do mundo do trabalho.

    Ultimamente tem-se falado em empresa espiritualizada, líder espiritualizado

    A crescente frequência com que os termos têm adentrado no universo corporativo pode ser interpretada como um indício de que uma busca por um novo modo de vida e convivência está em curso?

    É um sinal, que às vezes é positivo, outras vezes não, porque se pode cair numa dimensão esotérica, que é perigosa. 

    Mas a espiritualidade no mundo do trabalho é necessária. 

    O que é espiritualidade? 

    É a sua capacidade de olhar que as coisas não são um fim em si mesmas, que existem razões mais importantes do que o imediato

    Que aquilo que você faz, por exemplo, tem um sentido, um significado

    Que a noção de humanidade é uma coisa mais coletiva, na qual se tem a idéia de pertencimento e que, portanto, o líder espiritualizado - mais do que aquele que fica fazendo meditações e orações - é aquele capaz de olhar o outro como o outro, de inspirar, de elevar a obra, em vez de simplesmente rebaixar as pessoas.

    Então, essa espiritualidade é a capacidade de respeitar o outro como o outro e não como um estranho e, edificar, em conjunto, um sentido(como significado e direção) que honre nossa vida.      .......

    O desejo por espiritualidade é um sinal de descontentamento muito grande com o rumo que muitas situações estão tomando e, por isso, é uma grande queixa.

    E a espiritualidade vem à tona quando você precisa refletir sobre si mesmo; aliás, a espiritualidade é precedida pela angústia.

    De maneira geral, a angústia é um sentimento sem objeto.

    Quando você fica triste, é por alguma coisa.

    Quando você fica alegre, é por algum motivo.

    A angústia se sente e não identifica o objeto. 

    Você se levanta e "não sei o que está acontecendo, estou com uma coisa, um aperto aqui no peito". É uma sensação de "vazio interior".                    ........

    A espiritualidade é a resposta a um desejo forte de a vida ter sentido, de ela não se esgotar bem naquele momento, nem naquele trabalho.      ......

    Em relação ao mundo do trabalho, eu não tenho nem uma visão catastrófica nem uma visão triunfalista.

    Acredito que nós estamos hoje com uma crise no conjunto da vida social, do qual o trabalho é apenas um pedaço.   .......

    Nós estamos num momento muito forte em relação aos valores.

    Dessa forma, insisto, o mundo do trabalho é um mundo no qual cabe a alegria, a fruição.

    Temos carência profunda e necessidade urgente de a vida ser muito mais a realização de uma obra do que a de um fardo que se carrega no dia-a-dia.

    Qual é a tua obra?
    Seu trabalho te realiza?


     

    segunda-feira, 4 de julho de 2011

    Escutatória


    É de Rubens Alves o super interessante texto que recebi do meu amigo Sérgio Thadeu e que divulgo na data de hoje:


    "Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória.

    Todo mundo quer aprender a falar... Ninguém quer aprender a ouvir.

    Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular.

    Escutar é complicado e sútil. Diz Alberto Caeiro que... Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores.

    É preciso também não ter filosofia nenhuma.

    Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas.

    Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.

    Parafraseio o Alberto Caeiro: Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito.

    É preciso também que haja silêncio dentro da alma. Daí a dificuldade: A gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor...

    Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.

    Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração...

    E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.

    Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sútil de nossa arrogância e vaidade.

    No fundo, somos os mais bonitos...
    Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos
    estimulado pela revolução de 64.

    Contou-me de sua experiência com os índios: Reunidos os participantes, ninguém fala.



    Há um longo, longo silêncio.

    Vejam a semelhança...

    Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio...

    Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as idéias estranhas.

    Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala.

    Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio.

    Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos...

    Pensamentos que ele julgava essenciais.

    São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou.

    Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades.

    Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza.

    Na verdade, não ouvi o que você falou.

    Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala.

    Falo como se você não tivesse falado.

    Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo.

    É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.

    Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada.

    O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou.

    E, assim vai a reunião.

    Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos.

    E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.

    Eu comecei a ouvir.

    Fernando Pessoa conhecia a experiência...

    E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras.

    A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.

    No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos.

    Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia...

    Que de tão linda nos faz chorar.

    Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio.

    Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.

    Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.


    Esse texto me fala fundo n´alma, preciso aprender a escutar mais, estar mais presente e paciente, me colocar mais no lugar do outro, no ponto de vista do outro. Uma forte fonte de inspiração para mim, e para você?

    sexta-feira, 3 de setembro de 2010

    Demócrito um pensador Grego


    Não sou grande conhecedora de Filósofos nem de Filosofia.
    Tenho um primo que assustou, ou encantou, a família quando decidiu dedicar seu período universitário em sua formação em Filosofia!!!

    De um artigo interessante que selecionei , publicado na Revista Época em 2007, tenho as seguintes anotações:
    A filosofia existe para que as pessoas possam viver melhor, sofrer menos.
    Lidar mais serenamente com as adversidades.
    A missão essencial da Filosofia é tornar viável a busca da felicidade.

    Hammmm...Essa tal felicidade!!!!
    Como encontrá-la?
    Será possível?
    Ela é a chegada ou o caminho?

    Demócrito, pensador grego do século V a.C., escreveu o "Livro Sobre o Prazer" e a primeira fase desse livro é:
    "Ocupe-se de pouco para ser feliz".

    Ninguém com múltiplas tarefas pode aspirar à felicidade.
    Sobrecarregar a agenda equivale a sobrecarregar o espirito, e traz inevitavelmente a angústia.
    Um sábio da Antiguidade não abria nenhuma correspondência depois das 4 horas da tarde. Era uma forma de não encontrar mais motivo de inquietação no resto do dia, que ele dedicava a recuperar a calma perdida ao entregar-se a seu trabalho.
    E nós?
    Quantos de nós não abrimos mensagens de trabalho no computador, no smart-phone, a qualquer hora do dia ou da madrugada? Muitas vezes o conteúdo dessa mensagem perturba o espírito. O único resultado disso e a perda do sono.

    Ocupe-se de pouco para ser feliz!
    Viva o ócio, por que não?
    Já experimentou tentar ficar sem fazer absolutamente nadica de nada?
    Já experimentou ficar 4 longos dias sem smart-phone, sem laptop, ou
    tantan tantantan tantantan..fora de área de cobertura ou desligado....
    Permita-se! Tire férias....Aproveite um feriadão.... Carpe Diem!
    Que felicidade!