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segunda-feira, 5 de março de 2012

Novos êxitos ao seu alcance!

"O homem amadurece 
quando reencontra a seriedade que demonstrava 
em suas brincadeiras de criança.

Eis um tema que realmente importava para Nietzsche, pois ele afirmava que:
 
"em qualquer homem autêntico 
existe uma criança querendo brincar".

Para o filósofo alemão, considerar fábulas e jogos coisas infantis é sinal de grande pobreza intelectual, pois só as pessoas capazes de manter a curiosidade e o espírito lúdico da infância terão sempre novos êxitos ao seu alcance.

A criança encara sua brincadeira como um trabalho e os contos de fada como verdade.

Os cientistas, artistas e intelectuais demonstram a mesma atitude.

Por isso devemos sempre manter um pé no mundo da fantasia.

Hans Christian Andersen disse que:

 "os contos de fadas são escritos para que as crianças durmam, mas também para que os adultos despertem"

Talvez tenha chegado o momento de deixarmos um pouco de lado o mundo dos adultos e começarmos a alimentar nossa alma criativa com as isnpirações que a preenchiam quando éramos pequenos."


foto google


Máxima 58 do livro Nietzsche para estressados, de Allan Percy, da Editora Sextante


sexta-feira, 2 de março de 2012

Workaholics

Quem não dispõe de dois terços do dia é um escravo

Workaholics são as pessoas que deixam o trabalho absorver toda sua vida pessoal. 
Talvez pelo fato de esse comportamento ser um transtorno reconhecido há pouco tempo, praticamente não existem tratamentos terapêuticos para ele.

O viciado em trabalho sofre com altos níveis de estresse, pois acha que nunca dedica horas suficientes à sua atividade profissional, o que acaba provocando danos à saúde, bem como à vida pessoal e familiar.

E nem sempre esse tipo de conduta se traduz em um rendimento maior e melhor.

Segundo Gayle Porter, especialista no assunto, workaholic pode ser prejudicial a uma empresa, pois costuma dedicar muito tempo a tarefas irrelevantes. 
Estatísticas revelam que esse tipo de pessoa não produz mais que um trabalhador normal: simplesmente esquenta sua cadeira por mais horas.

 foto google

Já que nossa civilização oferece tantas opções de atividades culturais para o tempo livre, vale a pena seguir o modelo clássico: 
8 horas para trabalhar, 
8 horas para dormir e 
8 horas para o lazer.


(E como bem dizia o CEO de uma empresa em que trabalhei, quem é bom, quem é eficaz, quem é competente, sabe se planejar, sabe gerenciar seu tempo e faz o que precisa ser feito, perfeito, no horário útil de trabalho. Virou moda associar competência a trabalhar 12 horas/dia.)


Máxima 56 do livro Nietzsche para estressados, de Allan Percy, da Editora Sextante


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Mundo Real x Mundo da Imaginação

O Mundo Real é muito menor que o mundo da imaginação!

Júlio Verne disse certa vez:

 "Tudo o que uma pessoa pode imaginar, 
outras transformarão em realidade."

E certamente ele constitui o mais perfeito exemplo disso, já que muitas das invenções de seus livros - o sumarino e o foguete, para não ir mais longe - acabaram se tornando realidade.

Einstein afirmava que:

 "quem tem imaginação tira do nada um mundo."

Por sua vez, o poeta espanhol Gustavo Adolfo Bécquer dizia que:
 
"a imaginação serve para viajar e custa bem menos".

Os especialistas em criatividade oferecem algns conselhos para quem quer melhorar a sua capacidade imaginativa:

Prof Pardal-Disney-Imagem extraído do Google
  • Entre em sintonia com a sua intuição e seu pensamento lateral (não lógico).
  • Desprenda-se de hábitos monótonos que não servem para nada.
  • Alimente seu cérebro com bons livros, filmes e jogos.
  • Reserve um tempo para que a fantasia possa viajar pela sua cabeça livremente.
  • Pense em coisas improváveis.
  • Pratique o brainstorming.
  • Leve um caderno de idéias sempre com você.
  •  Tome nota dos seus sonhos mais interessantes.



Máxima 81 do livro Nietzsche para estressados, de Allan Percy, da Editora Sextante


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Você morde pedra?

"O valor do que fazemos ou sentimos só pode ser determinado em função de sua utilidade.
Se alguma coisa pode ser alterada no presente, vale a pena investir nisso todo o nosso esforço.
O problema, como disse Nietzsche, é quando algo que fizemos no passado nos consome, algo que não podemos corrigir.

Esta é a opinião do mestre vietnamita Tich Nhat Hanh:

Quando pensamos no passado podemos experimentar sentimentos de arrependimento ou de vergonha,e, ao pensar no futuro, sentimentos de desejo e de medo.
Mas todos eles surgem no presente e nos afetam.
Quase sempre, o efeito que nos causam não contribui para a nossa felicidade nem para nossa satisfação.
Temos que aprender a evitar esses sentimentos.
O mais importante é saber que o passado e o futuro se encontram no presente e que, se nos ocuparmos do presente, seremos capazes de transformar o passado e o futuro.

 foto google

Por isso, em vez de morder uma pedra, é melhor pensar no que fazer aqui e agora, com o que temos, para assim melhorar a nossa vida. "

Máxima 98 do livro Nietzsche para estressados, de Allan Percy, da Editora Sextante